domingo, 31 de agosto de 2014

Caderno didático - História: Megaeventos

Trabalhei no período da copa do Mundo de 2014 no Brasil, em oito aulas, os Megaeventos com os alunos da 8ª Série (do ensino fundamental de 8 anos). O tema foi As guerras movem o Mundo abordando nações, colonialismo e imperialismo. Naquele momento, estava trabalhando com as revoluções de 1820, 1830 e 1848, fiquei com muitas dúvidas de como proceder e trabalhar este tema, quando  propus com os alunos trabalhar os conteúdos de formas decrescente. Então comecei lá na frente quando Gorbatchev eleito secretário geral do PCUS, em 1985 e fui recuando no tempo até as ondas revolucionárias  do século XIX.
Neste caminho destaquei os países africanos Camarões,  Costa do Marfim,, Gana, Nigéria e Argélia como objetivos na compreensão da formação da sociedade contemporânea.

A seguir compartilho alguns exercícios e textos trabalhados com os alunos (no momento estou organizando  para um futuro caderno didático sobre o tema megaeventos)



1985: M. Gorbatchev eleito secretário geral do PCUS
1984: Reagan conquista o 2° mandato presidencial
1984: Guerra Irã-Iraque
1982: Guerra das Malvinas/Falklands
1980: Morte do Marechal Tito
1979: O Vietnã ocupa o Cambodja
1979: URSS invade o Afeganistão
1979: O ''Yatollah'' Khomeiny regressa ao Irã
1979: João Figueiredo – presidente do Brasil
1977: Jimmy Carter – presidente dos EUA
1975: independência: Cabo Verde, Moçambique, São Tomé e Príncipe, e Angola
1973: Chile – queda de Salvador Allende
1972: Escândalo  Watergate nos EUA
1969:Yasser Arafat – presidente da OLP
1968:Assassinato de Luther King
1968: Maio de 68 na França
1963: Assassinato do presidente  Kennedy em Dallas
1962: Independência da Argélia
1962: URSS retira mísseis instalados em Cuba
1962: execução de Eichmann em Israel
1961: Jânio Quadros – presidente do Brasil
 1961: Construção Muro de Berlim
1960: divergência entre URSS e a China
1959: os castristas entram em Havana
1958: De Gaulle – presidente da França – V França
1955: Conferência de Bandung
1954: Brasil – suicídio  do presidente Getúlio Vargas
1953: Kruchtchev – secretário do PCUS
1953: Churchil – Prêmio Nobel de Literatura
1953: Eisennhower – presidente dos EUA
1952: Isabel II – Rainha da Inglaterra
1952: Morte de Evita Peron
1950: McCarthismo nos EUA
1950: Início da Guerra da Coreia
1922: Marcha sobre Roma dos Camisas Negras
1921: Hitler torna-se chefe do partido Nazi
1919: Assassínio  de Emiliano Zapata
1919: Fundação da III internacional
1919: Assinatura do Tratado de Versalhes
1918: A Rússia assina o tratado de Brest-Litovsk
1917: Revolução Socialista Soviética
1888: Abolição da escravatura no Brasil


 


1.Organize as datas em ordem cronológica crescente  (das mais distantes às mais próximas).


A Guerra Fria na África e no Oriente Médio

O fim da Segunda Guerra abriu uma nova fase na história das nações africanas. A vitória  das democracias reforçou as críticas ao colonialismo e intensificou os movimentos de libertação. Depois  de lutarem contra a tirania do nazismo, as metrópoles européias se viram acusadas de crimes semelhantes em suas colônias.A vida  miserável dos povos africanos, submetidos à exploração das empresas estrangeiras e dos proprietários de terras, favorecia a difusão do comunismo. A União Soviética estimulou os movimentos pela independência das colônias africanas, o que levou os Estados Unidos a pressionarem seus aliados para que concedessem a independência às colônias e apoiassem os grupos africanos anticomunistas.
O maior confronto entre americanos e soviéticos ocorreu no Congo Belga, atual República Democrática do Congo, país rico em cobalto, ferro, potássio e diamantes. Independente em 1960, o Congo passou por uma sangrenta guerra civil, marcada por golpes e contragolpes estimulados pelas duas potências imperialistas. Em um deles, Patrice Lumunba, herói da independência  do Congo e simpatizante do comunismo, foi assassinado.
Um dos principais aliados dos Estados Unidos no continente africano era a África do Sul, que em 1961 se tornou totalmente  independente da Grã-Bretanha. Desde  1948, o país vivia sob o regime de apartheid, política oficial de segregação racial imposta pela minoria branca contra a população negra. Graças à sua próspera economia, o país aumentou seu poderio militar e passou a exercer um imperialismo econômico sobre seus vizinhos.O Oriente Médio foi outro centro de disputas da Guerra Fria. A criação do Estado de Israel, em 1948, deu início ao conflito entre judeus e árabes, que se estendeu até o século XXI. Os árabes não aceitaram a implantação do novo Estado, cujo território era habitado pelos árabes palestinos. Unidos contra os israelenses, Egito, Iraque, Líbano, Síria, Jordânia e Arábia Saudita – países árabes – receberam apoio militar dos soviéticos. Com armas e aviões fornecidos pelos Estados Unidos, os israelenses venceram os árabes nas guerras de 1948, 1956 e 1967, ampliando o território que lhes fora originalmente destinado pela ONU. Os palestinos continuam a lutar pela criação de um Estado próprio

1.Que influências a Guerra Fria exerceu sobre a descolonização da África?

2.Que influências os Estados Unidos e a União Soviética exerceram sobre o Oriente Médio?

Leia com atenção a tirinha e responda a questão.












 1.Sobre a tirinha de Mafalda, responda V para verdadeiro e F para falso.

(    )A Mafalda pode ser caracterizada  como questionadora.
(    )O Felipe pode ser caracterizado como  sonhador.
(    )A expressão do rosto e o que  a Mafalda fala mostra que ela é desligada  as preocupações sociais e políticas.
(    )A Mafalda  não se surpreende que existe vida em Marte.
(    )A Mafalda se surpreende que existe vida em Marte.
(    )A expressão do rosto de Mafalda mostra preocupação.
2.Observe a linha do tempo e responda.


 

 

Qual é o acontecimento mais distante na linha do tempo?

Qual é o acontecimento mais próximo  na linha do tempo?



Numere a linha do tempo de acordo com os acontecimentos importantes abaixo sobre o domínio da burguesia liberal.

( 1 )França: deposição de Carlos X
( 2 )Inglaterra: Carta do Povo
( 3 )China: Guerra do Ópio
( 4 )França: Queda da monarquia e Segunda República
( 5 )início da produção e do aço
( 6 )Índia: Guerra dos Cipaios
( 7 )Abertura do Canal de Suez
( 8 )Estados Unidos: Guerra de Sucessão

( 9 )Japão: início da Era Meiji
( 10)Alemanha e Itália: unificação
( 11)Invenção do telefone
( 12)Invenção da luz elétrica
( 13)Conferência de Berlim: divisão da África
( 14)invenção do automóvel
( 15)China: Guerra dos Boxers
( 16)Estados Unidos: política do Big Stick


Marca com X somente nos países africanos que participaram da copa do Mundo no Brasil.

(     )Alemanha
(    )Argélia
(    )Argentina
(    )Austrália
(    )Bélgica
(     )Brasil
(    )Camarões
(    )Chile
(    )Colômbia
(    )Coreia do Sul
(    )Costa do Marfim
(     )Costa Rica
(    )Croácia
(    )Equador
(    )Espanha
(    )Estados Estados
(    )França
(     )Gana
(    )Grécia
(    )Holanda
(    )Honduras
(    )Inglaterra
(    )Irã
(    )Itália
(    )Japão
(    )México
(    )Nigéria
(    )Portugal
(    )Rússia
(    )Suíça
(    )Uruguai


Marca com X nos países participantes na Copa do Mundo de 2014.

(     )Brasil
(     )Inglaterra
(     )Índia
(     )China
(     )Hong Kong
(     )Egito
(     )Sudão
(     )Rodésia
(     )Uganda
(     )Quênia
(     )Indochina
(     )Bélgica
(     )Alemanha
(     )Itália
(     )Estados Unidos


sexta-feira, 29 de agosto de 2014

Avaliação de trabalhos: História e cultura afro-brasileira

O trabalho com a história e cultura afro-brasileira na sala de aula vem trabalhando desde que iniciei, em 2003, a lecionar na Rede Pública de Ensino do Rio Grande do Sul, é de fundamental importância que os alunos compreendam  o estudo da história da África e dos africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional e assim resgatando  a contribuição desse povo nas áreas sociais, econômica,  política, na musicalidade.

A seguir alguns trabalhos de avaliação realizado em 2011 sobre "O negro e a ancestralidade: painéis de personagens Aleijadinho, André Rebouças, Aniceto, Antonieta, Antônio Candeia, Aqualtune, Crispim do Amaral, Donga, Luiz Gama e Lupicínio Rodrigues"













domingo, 3 de agosto de 2014

1961: o Brasil entre a Ditadura e a Guerra Civil


O livro ''1961: o Brasil entre a Ditadura e a Guerra Civil" (2011) escrito por Paulo  Markum e Duda Hamilton é, sintetizando em seis palavras, memorável para a História do Brasil.
Nesse livro traz a discussão do sistema parlamentar no país no ponto de vista temático, dividido em 18 capítulos traçando as características de personagens como Jango (Ao imprevisível), Jânio Quadros (Uma vassoura no planalto), Lacerda (Uma valise florentina), Che (o colar do guerrilheiro), os três ministros: Dennyz, da guerra, Reck, da marinha, e Moss, da aeronáutica (absoluta inconveniência), Machado Lopes, Brizola, e Lott (lamentável mal-entendido), também acontecimentos marcantes como a renúncia de Jânio Quadros (forças terríveis), a repercussão da renúncia nos jornais mundo a fora: Wall Street Journal, The Herald Trbune, o francês Le Monde, O Liberación, da Argentina o matutino Democracia, o cubano La Revolución. Também traz os discursos de vários deputados, na época do PSD, PSP, PTB para citar os principais, na tribuna no Congresso (derrotas parciais), a situação política no Rio Grande do Sul (tudo azul em Cumbica), a Rádio da rede da legalidade, a Rádio Guaíba, antes de adquirida pela Rede Record, é claro (O porão da Legalidade).
Nos capítulos seguintes, a grande revelação, pouco conhecido aqui no Rio Grande do Sul, o governador Mauro Borges Teixeira de Goiás aderiu ao movimento da legalidade em favor a posse do vive- governador João Goulart, obedecendo o artigo 79 da Constituição Federal  de 1946, a quarta da história da república (No Palácio das Esmeraldas), no seguinte trata da situação política gravíssima à beira de uma guerra civil causado pelo Jânio Quadros sem ter nenhuma responsabilidade nesse gesto desvairado   (A saída política). Depois a profunda análise do jogo político de cercamento do Rio Grande do Sul impedindo as intenções políticas do governador Brizola (As tropas). No capítulo seguinte (O longo regresso) revela o desconhecimento do vice presidente João Goulart com a situação política de 1961 e as tentativas de golpismo e as ponderações do general Ernesto Geisel.
 Nos três últimos, temos  finalmente  o fim da resistência porém  irrompe a rebelião da aeronáutica impedindo a posse de Jango como era conhecido (a posse), o outro, temos uma análise de conjuntura (O olhar do Tio Sam) e, por fim, os autores descrevem, brevemente, os protagonistas  do ''teatro político'' que deixou esboçado  o cenário de golpe que ocorreria três anos mais tarde. É importante lembrar: Orlando Geisel, Brizola,  Mazzilli, Jânio, Lacerda,  Che,  Tancredo, Jango, Dennyz, Reck,  Moss,  Castello Branco,  Geisel, Golbery, Sarney, Machado Lopes.
O livro portanto, é rico em fontes e nele podemos encontrar: o manifesto à nação de Jânio Quadros, também  o hino da Legalidade, também  o pronunciamento  pela  Rede da Legalidade que Jango fez quando tomou posse no governo parlamentarista, e também o memorando  Inteligência  Atual da Cia, esses como tantas outras pérolas para nós historiadores.
Tyrone Andrade de Mello


Mais informações valiosas para aprofundar neste período da história do Brasil, entre agosto e setembro de 1961, podem ser encontrados nos seguintes endereços:

O golpe civil-militar de 1961: Crítica a uma explicação hegemônica
1961, a crise da renúncia e a solução parlamentarista
1961 O Brasil Entre a Ditadura e a Guerra Civil
Assembleia Legislativa nos 50 Anos da Legalidade
1961: Livro revela bastidores do golpe que não deu certo
1961 - O GOLPE DERROTADO
Os 13 dias que abalaram o Brasil
13 Dias Que Abalaram o Mundo
13 dias que abalaram o mundo - Filme Completo Dublado
Os 50 anos da legalidade em imagens
Campanha da Legalidade 50 anos

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A história do rock

O rock tem 60 anos, e comecei a gostar de rock quando ingressei na educação superior, até então gostava de música eletrônica como de costume de adolescente no final dos anos 1980 e início de 1990. A música eletrônica é um gênero que mistura do erudito e do popular, relacionado ao rock, inicialmente, depois se diferenciando como um gênero musical próprio, principalmente relacionado ao dançante como por exemplo techno. Na minha adolescência curtia as ''danceteria'' se podemos chamar assim. O local era sempre Teresópolis Tênis clube, no bairro Teresópolis, que pertence a região centro e sul de Porto Alegre. A rádio cidade fm é que mais curtia, tocava pop rock. Hoje ela passou por grandes transformações e toca funk. O termo pop tem origem no século XX se referia ao gênero musical popular em geral mas nos anos 1950 ele ficou destinado ao mercado jovem e como uma alternativa ao gênero rock. Em contraste com ''pop'' e ''rock'' é um gênero mais prolongado, especialmente, álbuns.
As músicas mais tocada no ''Só se for Dance'' da rádio Cidade Fm eram  Madonna com ''like a Virgin'', Michael Jackson com ''Billie Jean''  , Technotronic com ''Pump Up The Jam'' , Harry Houdini com ''kon kan'' e quando a rádio Transamérica fm, hoje é a Antena 1, chegou em Porto Alegre, passei a curtir ''Adrenalina'', em tempos de adolescência acreditava que a Transamérica ser melhor que a Cidade.
Além do gosto pelo rock que veio com a educação superior, a influência foi principalmente familiar, pais que gostavam dos Beatles com ''I want to Hold Your Hand'' , dos meus primos que ouvia a rádio rock de Porto Alegre, a Ipanema (ouvia porque um mora em Curitiba e outro em Santa Catarina).
O rock tem  nasceu nas comunidades africana nos Estados Unidos, é filho direto do blues do Mississipi. Esse som eletrizante, proibido para as mocinhas brancas, era tachado pela conservadora sociedade norte-americana dos anos 50 como coisa do diabo e que devia, a todo custo, ser evitado.Nos primórdios, Fats Domino vendeu  mais de 1 milhão de cópias do primeiro single The Fat Man, Chucky Berry alucinava as platéias com seus solos de guitarra com ''Johnny B. Goode live'' e Little Richard era o responsável por sucessos como ''Tutti Frutti'' e ''Long Tall Sally''. Mas esse era apenas o começo. Lá pela metade dos anos 50, na onda das vibrações que vinham do gueto negro, aparece um garoto com voz potente, uma dança desconcertante e sexy, que, para espanto geral, era branco: Elvis Presley com ''Can't help Falling In Love'' . Nascia o primeiro pop star do planeta, o rei do rock. Com Elvis, o rock chegou com todo vigor ao público branco. Já não tinha mais volta. A semente da rebeldia estava ali, e uma música poderosa, capaz de mudar comportamentos e influenciar gerações, também. Os jovens, agora, sabiam como se expressar.
Com o tempo veio  rock  progressivo que surgiu nos anos 1960, que é um subgênero do rock dos anos 1960. Pink Floyd com ''Another  Brick in the wall''  , depois veio punk-rock que surgiu  na metade dos anos 1970 a banda norte-americana  MC5 com ''Kick Out The Jam'' , depois veio o rock Indie, que é o subgênero do rock mais contemporâneo, é enraizado em outros subgêneros  como o rock alternativo, o pós-punk e o new wave. Temos, atualmente Radiohead com ''Creep'', Foo-Fighters já não é indie, por exemplo, é outro subgênero mais contemporâneo ainda chamado pós-grunge, Foo-Fighters com ''The pretender'' , esse gênero pós-grunge caracteriza-se por ser um estilo musical mais pop.
Fui enxuto na história do rock mas focando na minha história individual, prometo escrever sobre a história do rock me aprofundando nessa história.
Tyrone Andrade de Mello

Rádio Ipanema, a rádio rock de Porto Alegre

Rádio Cidade Fm, a rádio rock do Rio de Janeiro


Canal de filmes LavTV

Canal de filmes LavTV
filmes 24 horas

Charge

Charge

charge

charge

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui