quinta-feira, 31 de julho de 2014

A história das Guerras Mundiais

As Guerras Mundiais (The World War), com enfoque moderno misturando drama e documentário ou, ainda a Série de Não Ficção foi gravada nos Estados Unidos e na Europa e parte de suas cenas tiveram auxílio de recursos gráficos para reconstituir o clima das batalhas, com bombas, mortes e litros de sangue 'escorrendo' pela tela. A produção de Stephen David é dividida em seis episódios e teve dois exibidos por noite no canal The History Channel, um na sequência do outro nos dias 28, 29 e 30 de julho.
O diretor John Ealer mostra como se desenvolveram e atuaram os heróis e os monstros de mais de 100 milhões de vidas ceifadas contando através dos personagens emblemáticos do século XX, utilizando dois atores, um jovem e outro mais velho, para interpretar Hitler (Maximilian Kias e depois Hugh Scully), Mussolini (Nabil Vinas e depois Jonathan Hartman), Churchill (Tom Vickers e depois Ian Beyts), Roosevelt (Kevin Mckelliip e depois Dino Gigalino), Stalin (Jacopo Rompivi e depois Joseph Scott Barbarino), De Gaulle (Michael Perrie Jr. e depoisDon Meehan), e o primeiro-ministro japonês Hideki Tojo (Koji Oshashi e depois Isao Ota). Com isso o documentário-drama montou uma crônica de como a brutalidade da Primeira Guerra Mundial e os termos do Tratado de Versalhes contribuíram para um novo conflito.
Também traz outros personagens, Patton (Matt Dearman e depois Don Hartman), McArthur (Priscott Hathay e depois Jan Berkey), Truman (David Mitchum Brown).
O documentário-drama teve participação de João Barone, conhecido como baterista da banda de rock brasileira Paralamas do Sucesso, ele é o embaixador nos temas guerras do canal History. Tem como narração também Jeremy Renner´s nos seis episódios exibidos pelo canal.
A minissérie indicada no Emmy na categoria de melhor documentário e Série Não Ficção, a premiação será em agosto desse ano, com depoimentos do senador norte-americano John McCain, o general Colin Powell, o ex-Primeiro-Ministro britânico John Major, Donald Rumsfeld (ex-Secretário de Defesa dos Estados Unidos), o ex-Primeiro-Ministro italiano Mario Monti e León Panetta (também ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos), entre outros, oferecem uma valiosa perspectiva à reconstituição dos acontecimentos. E comentários de historiadores: Richard Evans, Jean Yves Le Naour, Adam Tooze, Steven Gillon entre outros e biógrafo de Churshill, Paul Reid.
Esse documentário-drama é muito importante como recurso didático mas não mostra exatamente o que aconteceu. Nele podemos ver o emprego de especialistas que reproduziram com fidelidade as roupas e suas armas dos personagens, podendo ser réplicas idênticas aos originais, porém o comportamento dos personagens nunca é, sempre vão falar mais sobre a época que foi feito do que sobre a época que representa. Por exemplo, o personagem Hitler lembra, como provocação, se comporta como o líder da facção Hamas e não como líder do partido nazista apesar de seus trajes tipicamente. Um dos episódios mais curiosos mostra a evolução de Hitler, que passou de mensageiro esnobado nas trincheiras da Primeira Guerra a grande líder dos países do Eixo na Segunda Guerra.
O canal de History não está errado por fazer isso, se o canal mantivesse a fidelidade total das características dos personagens que retrata, dificilmente seria capaz de seduzir os espectadores. Talvez Hitler parecesse bastante chato e não justificasse assistir essa minissérie. No caso de Hitler por exemplo, as fontes nos apresentam informações para criar tanto o governante nazista ambicioso quanto um governante que desenvolveu um programa de extermínio dos judeus. Ambas as características fazem parte da figura retratada. O importante não é entender como exatamente foi Hitler mas quem foi ele e que interesse existem por traz de cada uma dessas representações?
Isso é história.

Autor do texto: Tyrone Andrade de Mello, professor de HIstória


Mais informações podem encontrar nesses endereços:



sábado, 26 de julho de 2014

Revista História do Brasil

Semanário português "O Diabo" faz resenha da RHBN do mês de junho. Jornal comenta que a publicação "conjuga conteúdos com a boa apresentação, oferecendo aos leitores artigos acessíveis ao grande público". 'A RH105 - Quem paga a conta?', sobre os grandes eventos na história do Brasil, está disponível aqui: http://www.revistadehistoria.com.br/revista/edicao/105

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Os protestos e as tecnologias de informação e comunicação

Os protestos no Brasil não está diretamente relacionado a um movimento crítico da economia do país. Essa é uma característica para entendermos  o ciclo de protestos que irrompe nosso país no mês de junho de 2013. Mas esse sentimento generativo de perplexidade  não está relacionada apenas por essa característica.
Temos também a dimensão assumida por esse ciclo de protestos,  a disseminação das manifestações entre segmentos da população e por locais do Brasil que tradicionalmente tendem a não ocorrer a repertórios contestatórios, ou seja, as formas como as pessoas agem conjuntamente  na busca de seus interesses compartilhados. Outra característica desse ciclo de protestos é  a ausência dos eventos que conformam esse ciclo, diferentemente dos movimentos Diretas Já, de 1984 e Fora Collor, de 1992, e é muito marcante esta característica,   a proliferação  de pautas e de demandas, muitas delas diretamente vinculadas a especificidades   locais.
Outra característica desse processo causador de perplexidade  é a sua velocidade. No período de um mês se observa uma evolução de focos pontuais de protestos para a conformação  de um processo amplo de escala nacional e, ainda, um declínio dessa  mobilização massiva com a volta de uma dinâmica mais localizada de protestos, que seguem em curso em  alguns  pontos no nosso país.
E, a última característica, é a massiva mobilização de segmentos da população brasileira  que não estavam previamente  inseridos em organizações sociais e políticas.
Desde a redemocratização do Brasil (1985) se observa a presença ativa na sociedade brasileira de organizações e movimentos sociais que dia a dia recorreram a formas contenciosas  de ação para a expressão de suas  demandas e propostas. Porém essas organizações e movimentos sociais dividiram  a cena pública com uma população que tinha nas redes sociais (facebook, twitter) mediadas pelas  TICs, as tecnologias de informação de comunicação, sua estrutura básica de mobilização.
Temos, portanto, tomar cuidado com a ideia disseminada  intensamente na mídia de que estaríamos assistindo a um processo criado espontaneamente  pelas redes sociais, ao contrário  quando se sai desse cenário dos eventos de protesto de junho de 2013 para os ''bastidores'' identificamos  claramente a intervenção ativa de organizações, redes e indivíduos das mais diversas posições  políticas que atuam.
Um exemplo direto dessa suposta espontaneidade  do ciclo de protestos de 2013 é o caso de Porto Alegre (em escala  local), se observa a centralidade de uma rede diversificada de organizações sociais e políticas em grande parte articulada em torno do Bloco de Lutas, criado em fevereiro de 2012.
A mudança mais evidente, portanto é a centralidade que as redes sociais adquiriram  no ciclo de protestos de 2013 como estruturas de mobilização dotadas de relativa autonomia, assistiu-se à emergência de indivíduos e grupos articulados através das redes sociais como agentes sociais  ativos em diferentes etapas dos protestos como por exemplo proposição de ações, mobilização de participantes, difusão de informações, estabelecimentos de pautas, interpretação dos eventos entre outras.

Bibliografiaa
#protestos: análises das ciências sociais/Organizado por Antonio David Cattani, Porto Alegre: Tomo Editorial, 2014 (série:  Sociologia das Conflitualidades, 7)

Saiba mais
http://g1.globo.com/brasil/noticia/2013/06/veja-integra-da-pesquisa-do-ibope-sobre-os-manifestantes.html
http://vozdoacre.com/portal/brasil/convocacoes-para-protestos-se-espalham-por-mais-de-200-cidades/


sábado, 19 de julho de 2014

Israel X Palestinos: a paz continua a ser possível




''Para alguém da minha geração - nascido durante a Segunda Grande Guerra em um país distante dos seus impactos mais diretos e que recebeu imigrantes de todos os quadrantes -, a imagem mais vivida das barbaridades cometidas no conflito era a que mostrava os corpos de judeus empilhados nos campos de concentração ou a dos esquálidos sobreviventes, inclusive crianças, com o pavor estampado na face''
Celso Amorim, ministro da defesa do Brasil

O conflito árabe-israelense é uma guerra contínua, sanguinária e obscena assim definiu Robert
 Fisk, jornalista especializado em Oriente Médio ao acontecimento de 17 de  julho de 2014.
O cenário é completamente diferente de 2012, quando ocorreu o conflito imediatamente  anterior entre Israel e o Hamas. A situação nesse momento é bastante complexa. O que aconteceu no Cairo foi a tentativa do Egito ajudar seu aliado Israel e conseguir um cessar-fogo unilateral, sem atender a qualquer concessão de Gaza.
Desde de 2006, Israel e o Hamas se enfrentaram em larga escala por três vezes, mas o golpe de Estado no Egito, em 2013, que derrubou o governo eleito comandado pela organização islâmica Irmandade Muçulmana, simpática a Gaza, enfraqueceu consideravelmente a posição dos palestinos no território costeiro com população de cerca de 1,7 milhões de habitantes. Em 2007, menos de um ano depois do Hamas, que não reconhece o Estado de Israel, vencer as eleições na Faixa de Gaza, Tel-Aviv iniciou um bloqueio econômico que dura há sete anos.
O atual conflito foi justificado pelo sequestro e assassinato de três adolescentes israelenses moradores de uma das colônias israelenses na Cisjordânia, que retornaram para casa depois dos estudos religiosos. O primeiro-ministro israelense responsabilizou o Hamas, apesar de o grupo negar a autoria dos crimes e ele prometeu resposta atroz.
As negociações fracassadas no Egito buscavam justamente evitar uma invasão a Gaza mas duas das principais demandas dos palestinos, o fim do bloqueio econômico e a libertação de presos identificados como terroristas por Israel, não entraram na pauta.
Havia possibilidade de acordo entre as duas principais facções palestinas (Fatah e Hamas) um dos óbices para que a opção por um caminho de paz. Atualmente, os dois principais partidos israelenses se uniram em um governo de coalizão, o que deveria, em princípio, facilitar a busca de soluções justas e viáveis para o conflito.
Infelizmente, esse acordo nunca se materializou, em parte em função do fracionado sistema político israelense, que assistiu ao crescimento dos partidos ultraconservadores, em parte, pois contrariando as expectativas que se  havia criado na Conferência de Annapolis, em 2007, a pressão externa, indispensável  para convencer Israel a fazer concessões penosas, nunca chegou a ser exercida de forma efetiva.
Mas a paz entre israelenses e palestinos continua a ser possível. É possível quando se refere à volta ao princípio de ''terra por paz'', que é a base para os entendimentos de Oslo. Com isso é essencial que Israel cesse unilateralmente os bombardeios a Gaza, que têm provocado genocídio  comparado a Segunda Grande Guerra, genocídios de famílias inteiras, deixando um rastro de protestos e ressentimento cada vez mais difícil de apagar da memória. Um gesto assim, seguramente, seria seguido  da decisão similar por parte do Hamas, o que aconteceu em 2009.

Escrito por Tyrone Andrade de Mello

Bibliografia

AMORIM, Celso. Sem olhos para Gaza. In. revista CartaCapital.p.56-8, edição809.
GRAÇA, Eduardo. O ódio será tua herança. In. revista CartaCapital.p.56-8, edição809.
CHOMSKY, Noam. Trad. Antonio Martins. Barbárie em Gaza.  In. Outraspalavras, Internet.
 GALEANO, Eduardo. ''Se eu fosse palestino...'' Site da Caros Amigos, seção Artigos & Debates.


 Saiba mais
A indústria do Holocausto de Norman G, Finkelstein livro gratuito para download http://resistir.info/livros/filkenstein_pt.pdf
Israel X Palestinos  http://acervo.estadao.com.br/noticias/topicos,israel-x-palestinos,888,0.htm
Acordos de paz http://www.sempretops.com/estudo/acordos-de-paz-entre-palestinos-e-israelenses/




Canal de filmes LavTV

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Charge

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Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

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A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui