quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

A situação atual da Venezuela

Imagem da Voz da Rússia TV

A Opera Mundi informa em seu site que a capital da Venezuela, Caracas, desde quarta-feira, 12, ocorre  uma série de  atos de violência e manifestações contra o governo de Nicolás Maduro. Os manifestantes liderando por Leopoldo López pedem a renúncia do presidente, o fim da corrupção, mais segurança, incentivo à indústria local. Ele conduz uma campanha chamada “A Saída”, na qual se propõe à população ir às ruas para uma mudança de governo. Também informa que ele se entregou, 18, durante a marcha na Venezuela.

Segundo Opera Mundi, essas manifestações contra Nicolás Maduro, eleito após a morte de Chávez, ano passado estão sendo manipuladas. Print screen do twitter mostra imagens tida como venezuelana, mas ela foi feita em junho de 2013, no Brasil.

O Opera Mundi traz a trajetória do lider dos protestos de quarta-feira passada, Leopoldo López é uma das famílias mais tradicionais e ricas da Venezuela, ligada aos setores alimentício e petroleiro. Ele apresentou como pré-candidato presidencial para as eleições de outubro de 2012, participou do golpe de Estado contra o presidente Hugo Chávez, em abril de 2002,frustrado ele rompeu com o Primeiro Justiça e se uniu ao partido Um Novo Tempo. Insatisfeito, ele criou em 2009 um novo movimento chamado Vontade Popular, que depois virou partido politico em 2011.

Segundo Wikileaks, em documento de 2009 o conselheiro da embaixada norte-americana em Caracas, Robin D. Meyer, ele contemporiza que, apesar de a personalidade de Leopoldo López o tornar uma barreira para a “unidade”, as “redes sociais” de opositores ao chavismo coletadas pelo Vontade Popular faziam dele  “tanto uma necessidade quanto uma ameaça à oposição”.
O Mercosul e Celac já repudiaram onda de violência; líderes da esquerda como Lula e Mujica acompanham os desdobramentos dos atos com apreensão. Também o Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel disse que a série de protestos e marchas de opositores ao governo de Nicolás Maduro "há uma intenção de desestabilizar não apenas a economia como também a ação social e política".

Mais informações sobre a situação atual da Venezuela podem ser encontradas no site da Opera Mundi:

Opositor Leopoldo López se entrega durante a marcha na Venezuela

Quem é Leopoldo López, acusado pelo chavismo de provocar atos de violência

Protestos na Venezuela: web é usada para difundir as imagens falsas e descontextualizadas

Passo a passo, o plano de USAID para acabar com Hugo Chávez

Multidão nas ruas testa limite do chavismo

Mercosul denuncia violência e ''ameaças de ruptura da ordem democrática'' na Venezuela


'Nobel da Paz, Esquivel questiona ''intenção de desestabilizar'' Venezuela

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A guerra cibernética

O artigo ”Notícias  Sobre Cyberguerra Atual” do especialista no assunto Walter Lippold disserta sobre a teoria da cibernética, o Deep web, e os bitcoins.

O Ministério da Defesa brasileiro em 27 de dezembro 2012  aprovou a criação de uma divisão de guerra cibernética  para proteger sistemas vitais, pois o Brasil é o quarto país com mais crimes do mundo.

O artigo está dividido em três seções: no primeiro momento aborda a importância nesse tema e da criação da divisão de guerra cibernética destancando que atualmente  temos exemplos de ataques cibernéticos governamentais e os que mais se destacam atualmente são os vírus Flame, StuxNet, Duqu e Gauss que vem sabotando o programa nuclear iraniano, infectando usinas e centrífugas. No segundo momento, aprofunda a origem da guerra cibernética. O matemático Nobert Wiener cunhou  o termo cibernético passando  a circular pelos artigos científicos e pesquisas militares de ponta.
E, no terceiro momento, aborda sobre a origem  de deep web e o papel dos personagens Snowden, Manning, e Assange politicamente, e lança perspectivas não tão boas para os ciberativistas.

Os textos podem serem acessados nos links a seguir:

texto 1

texto 2

texto 3


sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

O imperialismo na África



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Malowist abre o primeiro capítulo do V volume da coleção História geral da África: África do século 16 ao 18 editado por Bethwell allan Ogot Brasília: UNESCO, 2010. Trata-se do imperialismo na África onde a história dos contatos  desse continente com o resto do mundo, do século XVI ao XVIII, pode ser brevemente caracterizada segundo o autor "a costa ocidental e seu interior constituíam a zona que mais estava em contato com o resto do mundo".

O artigo, com 25 páginas, tem como título "A luta pelo comércio internacional e suas implicações para a África esquema sobre as regiões hegemônicas da época" e, depois, o autor vai dissertando por meio de subtemas: "o tráfico de escravos", "o surgimento de novas potências europeias" e chegando em "a África como reserva de mão de obra". Para no segundo capítulo onde Diagne  abordará "As estruturas políticas, econômicas e sociais durante o período considerado" que não irei comentar aqui e sim tecer alguns comentários do primeiro capítulo.

A geopolítica do mundo no ano de 1500 é destacada pelo autor em cinco grandes regiões saber: Extremo Oriente, Oriente Médio, Europa, e a África. O período que se estendeu de 1500 a 1800 viu estabelecer-se um novo sistema geoeconômico orientado para o Atlântico, com seu dispositivo comercial triangular, ligando a Europa, a África e as Américas. A abertura do comércio atlântico permitiu à Europa e, mais particularmente à Europa Ocidental, aumentar sua dominação sobre sobre as sociedades das Américas e da África resultando na expansão econômica, política e cultural.

O autor destaca que no século XVII e XVIII havia ainda a comunidade de interesses muito particular que unia os traficantes de escravos europeus a seus fornecedores (os soberanos, os dignatários e os comerciantes africanos) que se reforçava. O tráfico negreiro assegurou assegurou o desenvolvimento econômico de uma grande parte da América e do Caribe. Também acelerou a acumulação de capital na Europa principalmente na Inglaterra e na África.

A leitura portanto desse capítulo é essencial para contextualizar a África no mundo.

Qual é o lugar da História hoje?

O ano mal começou e muitos problemas ocorreram na sociedade brasileira. Os discursos diários pregando o ódio, a violência, o preconceito e a intolerância na televisão. Lamentável isso. A jornalista do SBT fazendo apologia a tortura, o jovem homossexual assassinado, outro jovem colocado no poste lembrando o pelourinho da Casa Grande do engenho colonial. Até mesmo uma professora universitária fazendo chacota com os pobres na rede social enfim muitos problemas que lamentavelmente ainda existem cotidianamente nas relações sociais, econômica e culturais da  socidade brasileira.
Tudo isso reforça a importância do professor de História na escola para trabalhar com essas temáticas e a História a fim de formar um cidadão responsável, crítico, solidário.


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Estes jovens ventos de mudança

Será que, um dia, olharei as fotos de hoje e verei manifestantes envolvidos em maracutaias?

WALCYR CARRASCO


Confesso que assisto às manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro e no resto do país e penso: houve um tempo em que eu estaria lá também, correndo das bombas de gás e das balas de borracha. Na minha época, ainda adolescente, no final dos anos 1960 e início dos 1970, jogavam a cavalaria em cima de nós, manifestantes. Cheguei a me refugiar dentro de lojas, onde os comerciantes fechavam as portas e ficávamos todos lá: nós, os jovens, clientes, vendedores e proprietários em silêncio solidário, ouvindo os gritos, a pancadaria. Na manifestação depois da morte de Vladimir Herzog, na Praça da Sé, arrisquei perder o emprego para comparecer.
Amigos meus foram presos, outros fugiram ou foram banidos. Um dos meus melhores amigos, Flávio Tavares, jornalista e militante da Aliança Libertadora Nacional (ALN), foi trocado por um embaixador. Havia, sim, um ideal, não muito claro, mas de esquerda. Todos acreditávamos no fim da pobreza, na divisão dos bens, no socialismo. Todos citavam Marx, mas raramente algum lera sua obra máxima, O capital. No máximo, o Manifesto do Partido Comunista. Bem mais novo, eu admirava José Dirceu, seus discursos inflamados. Mais tarde, participei de um grupo de teatro popular que se apresentava na periferia da cidade. Sempre acreditando num mundo mais justo. Não sei se por ingenuidade ou por burrice, acreditava que o futuro seria melhor.
Mais tarde acompanhei, compareci às manifestações pelas Diretas Já. Jamais me arrependerei. Sou profundamente contra qualquer governo totalitário, sempre serei. Meu pote de inocência ganhou rachaduras quando soube, mesmo extraoficialmente, das pequenas e grandes corrupções, dos cabides de emprego nos novos governos.
– Não pode ser! – dizia. – São essas pessoas que lutaram por um Brasil melhor.
Mesmo assim, me apaixonei pelos caras-pintadas. Já me tornara menos ativista, mas torcia por eles. Dizia:
– Há esperança.
Agora, assisto de longe às manifestações. Meu coração bate forte.
– Será? – pergunto.

Não entendo bem quem está do lado de quem. Na minha memória de dinossauro, o PT era a âncora dos ativistas. Agora, as manifestações são contra o PT? E o PSDB, que floresceu no PMDB, partido que, com a sigla MDB, corajosamente se opunha aos direitistas pró-militares da Arena? É esse governo que envia a repressão em São Paulo? Tudo fica confuso na minha cabeça. Mas ainda acredito que, um dia, as coisas darão certo. E me inclino para os manifestantes, simplesmente porque são do contra. Em meio a tantos casos de corrupção, verbas multiplicadas, explosão de cargos, alianças que me chocam, só sei que sou do contra. Gostaria de estar gritando com uma faixa na mão.
Então olho as fotos desses jovens, sinto sua veemência. Não são de esquerda, como na minha época. À sua maneira, querem um mundo melhor. Quem sou eu para criticar atos de vandalismo se, na minha época, a turma do contra assaltava bancos e tentava fazer guerrilha no Araguaia? Só penso: qual o futuro desses jovens? O livro A revolução dos bichos, de George Orwell, é fascinante porque mostra como o poder corrompe os idealistas. Da mesma maneira, uma peça meio esquecida de Jean-Paul Sartre, A engrenagem, fala de um político revolucionário que se transforma num ditador semelhante ao que ele derrubou. Sábia maneira de analisar o poder! Eu me pergunto:
– Qual será o destino desses jovens?
Hoje gritam nas ruas. Mas tantos idealistas não foram envolvidos em casos de corrupção? Ou estão fumando charutos cubanos, tomando conhaque em casas monumentais, construídas com as “comissões” em contratos do governo? Olho a foto de tanta gente e penso:
– Onde foi parar aquele idealista?
De todos, o único que evitou as teias do poder foi Flávio Tavares. Vive em Búzios, aposentado.
E depois, os caras-pintadas? Lindberg Farias é acusado de corrupção. Não sei se é inocente ou culpado, mas a simples acusação me decepciona.
Será que, daqui a alguns anos, olharei as fotos de hoje e descobrirei alguns dos manifestantes transformados em políticos envolvidos em maracutaias? E que não tem mesmo jeito, pois a idade nos torna mais ambiciosos e menos idealistas? Ou será que tudo isso agora simboliza um princípio? Um início. Um sinal de que algo pode mudar e de que, mesmo com erros, excessos, há um futuro com gente disposta a lutar por um mundo melhor?
Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/walcyr-carrasco/noticia/2013/07/estes-jovens-bventos-de-mudancab.html acesso em: 1/2/14.

Canal de filmes LavTV

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Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui