domingo, 24 de abril de 2011

Coleção Série Heróis Indígenas virtual (2) Mário Juruna aprendeu a usar o gravador tecnologia do colonizador para fazer pressão pelos direitos dos povos indígenas

Mário Xavante ouMário  Juruna nasceu na Barra do Garças, 3/9/1942 ou 1943 e faleceu em Brasíliana primeira metade da década de 2000. Foi o primeiro deputado federal brasileiro pertencente a etnia Juruma.

Nasceu na aldeia xavante Namurunjá, próxima a Barra do Garças, no estado de Mato Grosso e era filho do cacique Apoenã. Viveu na floresta, sem contato com a civilização, até os 17 anos, quando se tornou cacique.

Na década de 1970, ficou famoso ao percorrer os gabinetes da Funai, em Brasília, lutando pela demarcação da terra para os índios, portando sempre um gravador para registrar tudo o que o branco diz e constatar que as autoridades, na maioria das vezes, não cumpriam a palavra.

Foi eleito deputado federal pelo PDT (1983-1987), representando o Rio de Janeiro. Sua eleição teve uma grande repercussão no país e no mundo. Foi o responsável pela criação da Comissão Permanente do Índio, que levou o problema indígena ao reconhecimento formal. Em 1984, denunciou o empresário Calim Eid por tentar suborná-lo para votar em Paulo Maluf, candidato dos militares à presidência da República no colégio eleitoral. Votou em Tancredo Neves, candidato da oposição democrática.

Não conseguiu se reeleger em 1986, mas continuou ativo na política por vários anos. Findo o mandato e abandonado pela tribo, ficou na miséria, vindo a falecer em decorrência de diabetes.

Fonte: Internet (texto adaptado)

Coleção Série Heróis Indígenas virtual
1ª Edição: Raoni

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Personagens da minissérie Amor e Revolução

Alice Fiel   (Thaynara Bergamin)
Seus pais foram presos pouco depois do golpe militar, quando ela tinha 8 anos. Com a prisão dos dois, Alice e sua irmã Lara (Bruna Carvalho) foram levadas para a casa da família Guerra, onde são criadas como filhas por Olivia (Patricia de Sabrit)
Ana Guerra   (Glauce Graieb)
Mulher de Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga) e mãe de José (Claudio Lins) e Filinto (Nico Puig). Sofre abusos verbais e físicos pelo marido. Tem apoio de José (Claudio Lins), seu filho mais velho. As coisas vão de mal a pior em sua casa e passa a ser torturada pelo marido.
Delegado Aranha   (Jayme Periard)
Bandido travestido de autoridade policial. Participa do Comando de Caça aos Comunistas e do Esquadrão da Morte. É o terror da esquerda armada. Sádico e violento, executa os criminosos. Comete atos terríveis contra uma estudante, por quem é apaixonado.
Bartolomeu   (Fábio Rhoden)
Jovem de classe média, estudante, junta-se a Batistelli (Licurgo Spínola) e Jandira (Lúcia Veríssimo) no Movimento Revolucionário. Acredita na luta armada como forma de depor o regime militar. Apaixona-se por Jandira (Lúcia Veríssimo), mulher casada e com idade para ser sua mãe.
Batistelli   (Licurgo Spinola)
Rompe com Luiz Carlos Prestes para partir para a luta armada e se torna uma lenda entre os revolucionário da época. Um dos líderes de esquerda mais procurados pelo país, acaba se envolvendo com Jandira (Lúcia Veríssimo). Chefia assaltos a bancos e casas de milionários para conseguir dinheiro para financiar a guerrilha.
Bete   (Natália Vidal)
Estudante secundarista, passa no vestibular da Faculdade de Filosofia e Ciências Sociais da USP. Entra para a Vanguarda com suas amigas Heloisa (Natasha Haydt) e Marta (Dani Moreno), grande trinca de guerrilheiras.
Beto Grande   (Cacá Rosset)
Dono de uma cantina, Beto é ator, apoia o Teatro e faz parte de um grupo. Tem um envolvimento com Dra. Marcela (Luciana Vendramini), e começa a ser ameaçado pelo Esquadrão da Morte e pelo Comando de Caça aos Comunistas.
Carlo Fiel   (Marcos Breda)
Comunista, revolucionário, considerado perigoso e subversivo por militares da linha-dura e policiais do DOPS. É perseguido, torturado e dado como desaparecido. Casado com Odete (Gabriela Alves), é o pai das meninas Lara (Bruna Carvalho) e Alice (Thaynara Bergamim), que são levadas para a casa do General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga).
Chico Duarte   (Carlos Artur Thiré)
Diretor de teatro revolucionário, suas peças contestam a ditadura e a opressão. É alvo dos torturadores.
Davi   (Tiago Abravanel)
Filho e neto de usineiros, revoltado contra a injustiça social, Davi também faz parte do Movimento Revolucionário que pretende derrubar a ditadura militar. Sofre perseguições e corre perigo de vida por conta de sua opção.
Fritz   (Ernando Tiago)
De origem alemã, é conhecido como carrasco nazista. É o braço direito do delegado Aranha. Formam a mais temida dupla de torturadores do país. Devasso e perverso, ele só consegue sentir desejo por mulheres quando é violento com elas.
Geraldo   (Claudio Cavalcanti)
Líder camponês, incentivador das ligas camponesas e sindicatos de trabalhadores rurais. É preso e barbaramente espancado por policiais do DOPS.
Heloisa   (Natasha Haydt)
Estudante, é amiga de Marta (Dani Moreno) e Bete (Natália Vidal). Está envolvida em sequestros e assaltos e tem grande participação na Guerra Maria Antônia.
Jandira   (Lúcia Veríssimo)
Jornalista que participa de sequestros, assaltos e acaba caindo na clandestinidade. Fica muito amiga de Thiago (Mario Cardoso) no Jornal, e acaba entrando para o mesmo grupo de guerrilha de Maria: a Vanguarda. Envolve-se com Batistelli (Licurgo Spinola), com quem forma uma dupla de guerrilheiros, comandando ações ousadas.
Jeová   (Lui Mendes)
É um bom carcereiro. Ao contrário de Aranha (Jayme Periard) e Fritz (Ernando Tiago), demonstra humanidade com os presos políticos. É uma alma boa no inferno do cárcere do DOPS.
João Paixão   (Paulo Leal)
Filho de Thiago (Mario Cardoso) e Lúcia (Fátima Freire), e irmão de Maria (Grazeila Schmitt). Pertence ao grupo de Teatro Vanguarda, que é alvo de ataques do CCC (Comando de Caça aos Comunistas). João faz da arte sua forma de contestação. Seu estilo “hippie”, pacifista e adepto ao amor livre faz com que ela tenha problemas com sua parceira e namorada Stela (Joana Lima Verde).
José Guerra   (Claudio Lins)
Capitão do Exército, de família de militares, José discorda dos rumos que o governo militar toma no Brasil. Ele conhece Maria e se apaixona. Ela desconhece sua verdadeira identidade. José e Maria travam uma luta desigual contra policiais do DOPS e militares. Os dois caem na clandestinidade, são perseguidos, mas lutam pelos seus ideais.
Lara Fiel   (Bruna Carvalho)
Lara (Bruna Carvalho) não tem mais lembranças de seus verdadeiros pais, que foram presos depois do golpe militar. Ela acredita que é filha de Filinto (Nico Puig) e Olivia (Patricia de Sabrit) e duvida da palavra da irmã Alice.
General Lobo Guerra   (Reinaldo Gonzaga)
Marido de Ana (Glauce Graieb). Pai de Filinto (Nico Puig) e José Guerra (Claudio Lins). Conspira todo o tempo a favor do endurecimento do regime e da radicalização da ditadura. Ele defende ferozmente a ideia de que o Brasil não pode cair nas garras dos comunistas. É a favor da tortura como método de interrogatório.
Lúcia Paixão   (Fátima Freire)
Mãe de Maria (Graziela Schmitt) e João (Paulo Leal), e esposa de Thiago (Mario Cardoso), Lúcia é professora universitária. Não adere à luta armada, mas é simpatizante. Provoca em seus alunos um pensamento independente e contestador.
Luís   (Élcio Monteze)
Estudante, apaixona-se por Marta (Dani Moreno), que ama Bete (Natália Vidal), que o ama. Juntos viverão um triângulo amoroso de difícil resolução no meio das grandes dificuldades da luta armada contra a ditadura militar.
Dra. Marcela   (Luciana Vendramini)
Advogada, ajuda Marina (Giselle Tigre) e o pessoal do jornal nas lutas contra a ditadura. É a defensora de todos os presos e torturados. Consegue reunir provas contra os torturadores. É perseguida e tem que se esconder.
Maria Paixão   (Graziela Schmitt)
Estudante de Ciências Sociais, ela é uma das líderes do Movimento Estudantil em 1968. Engajada na luta pela democracia, ingressa no Movimento Guerrilheiro disposta a dar a vida pelo ideal de liberdade no Brasil. Sua opção pela luta a leva a ter problemas em casa com a família. Seu amor é disputado por dois homens: José (Claudio Lins) e Mário (Gustavo Haddad).
Marina   (Giselle Tigre)
Dona do Jornal. Bela, rica e poderosa, ela tem coragem de desafiar a ditadura, por isso, vê seu jornal sofrer as consequências da sua oposição à tortura.
Mário Luz   (Gustavo Haddad)
Jornalista e autor de teatro. É apaixonado por Maria (Graziela Schmitt) desde que ela era adolescente. É alvo do Comando de Caça aos Comunistas e sofre perseguição dos militares. É censurado, torturado, espancado e ameaçado durante os anos de chumbo.
Marta   (Dani Moreno)
Estudante, grande amiga de Bete (Natália Vidal), muito corajosa, destemida, arrojada, acaba por liderar assaltos, aprende a ser exímia atiradora. É cortejada por Luís (Élcio Monteze), mas nutre uma paixão platônica por Bete (Natália Vidal).
Miriam Santos   (Thaís Pacholek)
Miriam vai trabalhar no Teatro por causa de seu envolvimento com Duarte (Carlos Artur Thiré). Cotada para ser estrela de novelas, alia-se ao Movimento Guerrilheiro por influência dos colegas. Passa a fazer campanhas contra o movimento terrorista. Por causa de sua opção, entra em conflito com Duarte, o grande amor de sua vida.
Nina Madeira   (Patrícia Dejesus)
Nina é a atriz do teatro que mais se envolve com o Movimento Guerrilheiro. Critica outros artistas da Companhia que não querem partir para a luta armada. Com o tempo, ela cai na clandestinidade e sofre terríveis perseguições.
Odete Fiel   (Gabriela Alves)
Esposa de Carlo (Marcos Breda), ela é considerada uma perigosa subversiva. É sequestrada e dada como desaparecida, assim como seu marido. É a mãe das meninas Lara (Bruna Carvalho) e Alice (Thaynara Bergamim), mantidas na casa do General Guerra, depois de seu sumiço.
Olivia Guerra   (Patricia de Sabrit)
Esposa de Filinto Guerra (Nico Puig). Revolta-se ao saber que seu marido e seu sogro fazem parte de uma organização paramilitar de caça aos comunistas.
Padre Bento   (Diogo Savala Picchi)
Ao lado de Inácio (Pedro Lemos), dá suporte e refúgio a guerrilheiros em fuga. Sofre atrocidades. Chega a tentar suicídio, pois não aguenta as crueldades que sofre.
Padre Inácio   (Pedro Lemos)
Sobrinho do General Lobo Guerra (Reinaldo Gonzaga), primo de José (Claudio Lins) e Filinto (Nico Puig). Ele passa a ajudar os guerrilheiros em sua paróquia. Apaixona-se por Nina (Patrícia Dejesus), quando ela se refugia em sua paróquia. Fica em dúvida se deve ou não deixar o sacerdócio por ter dificuldade de conviver com o celibato.
Doutor Ruy   (Antônio Petrin)
Trabalha no hospital militar e acoberta torturas com falsas autópsias.
Coronel Santos   (Ivan de Almeida)
De índole naturalmente boa, discorda dos rumos tomados pela ditadura militar, mas tem dificuldade de se impor no meio extremamente hostil e violento da repressão contra a esquerda armada.
Stela Lira   (Joana Limaverde)
Linda mulher, é a musa de uma companhia de teatro. É revolucionária, libertária e acredita no amor livre. Vive um triângulo amoroso com João e Mário. Sofre ações violentas da repressão e se refugia na comunidade hippie, em um sítio, no interior.
Tenente Telmo   (Fábio Villa Verde)
A princípio é um esquerdista comunista infiltrado no exército, depois deserta e vai para o movimento guerrilheiro. Preso, ele se torna uma ameaça aos amigos de guerrilha.
Thiago Paixão   (Mario Cardoso)
Jornalista, comunista, membro do Partidão há muitos anos, foi preso e torturado quando era muito jovem. Thiago tem divergências com seus filhos Maria (Graziela Schmitt) e João (Paulo Leal). Ama a mulher, Lúcia (Fátima Freire), mas seu casamento entra em crise.

Mitos e realidades sobre a Coreia do Sul


Hoje a Coreia é apresentada como um bom exemplo de desenvolvimento econômico, educacional e social. E é. Mas é um exemplo, não um modelo. Cada país deve sempre ser capaz de reinventar os bons exemplos alheios, sob pena de que a transmissão mecânica do "modelo" torne-se uma mímese fracassada, por não casar-se com as especificidades culturais e sociais do país que se socorre da experiên- cia alheia. O fator preponderante no sucesso econômico da Coreia foi uma relação de recíproco interesse, pactua-da entre Estado e iniciativa privada - com precedência para o planejamento estatal de longo prazo - que lhe permitiu inclusive fazer vultosos investimentos em educação de qualidade.

Primeiro: a Coreia não é um exemplo de desenvolvimento originário da visão do "livre mercado", pois a sua evolução vem marcada por um conjunto de políticas de Estado, que subsidiava setores estratégicos para agregar valor, promover inovações tecnológicas e novas tecnologias, considerando o espaço que o país queria e quer ocupar na nova ordem política mundial.

Segundo: as "compras" governamentais - preparatórias do terreno para a revolução tecnológica, infraestrutural e econômica que o país atravessou - foram instrumentos orientadores do setor privado, direcionando-o para prover certos requisitos tecnológicos dos produtos ou serviços a serem adquiridos pelo Estado, interferindo, assim, na qualidade do mercado de ofertas para suprir necessidades públicas. (É o que a Petrobras faz hoje corretamente em todo o país.)

Terceiro: o apoio às iniciativas do empresariado é avaliado por um Centro de Políticas de Ciência e Tecnologia, que premia as empresas capazes de desenvolver tecnologias competitivas em nível global; ou seja, as decisões do governo são informadas pela visão do "lugar" que o país quer ocupar na globalização, portanto de forma não subordinada.

Quarto: no sexto "plano quinquenal" (a partir dos anos 80) - estratégia centralizada de planejamento, que vinha desde os anos 60 -, além de o Estado incentivar setores como a química fina e a eletrônica, o governo interferiu para "abrir espaços para pequenas empresas atuarem no setor de componentes, com vistas a reduzir as dependências das importações do Japão". (Maldaner L.F., "O desafio da inovação Brasil x Coreia do Sul", Feevale, 2006, pág. 124).

Quinto: o governo coreano, sempre que necessário, atuou também como produtor, associado ou exclusivo, chegando a formar empresas públicas nas áreas de química, fertilizantes e siderurgia (idem, pág.128), para assim orientar os investimentos estratégicos, após ter promovido exportações direcionadas (anos 60), com a criação de entes privados, sem fins lucrativos, para organizar as políticas de inserção do país no comércio global (Korea Trade Promotion Corporation - Kotra).

Sexto: a Coreia sempre trabalhou de forma planificada, com redes de empresas (as "chaebol") que já na década de 1980 foram responsáveis por 45% do PIB nacional, financiadas por bancos do governo, que fiscalizam o seu desempenho (desenvolvimento "em rede"), e cujo núcleo é composto de grandes empresas que, para permanecerem competitivas, são obrigadas a investir pesadamente em pesquisa, cujo produto são as tecnologias avançadas que são disseminadas na rede.

Só uma articulação de alto nível, para formar um novo bloco social e político - cujas divergências naturalmente existirão em questões como distribuição de renda e alcance do projeto democrático -, é que pode nos fazer irromper num cenário global nacional altamente competitivo e exigente. É a superação de um modelo concentrador e elitista, em termos de renda e poder, que o Brasil já começou a superar. Nosso Rio Grande não acompanhou essas mudanças plenamente. A Coreia, ao seu tempo, começou-as através de governos autoritários na década de 1960. Nós podemos fazê-lo, hoje, através da democracia e da concertação.

Tarso Genro, governador do Estado do Rio Grande do Sul


Instituto de Ciências Humanas da Feevale promove seminário de estudos históricos

Instituto de Ciências Humanas da Feevale promove seminário de estudos históricos
 
Estão abertas as inscrições para o X Seminário de Estudos Históricos: "Quando o passado já não existe: desafios da História do Tempo Presente", promovido pelo Instituto de Ciências Humanas, Letras e Artes – ICHLA – Curso de História da Feevale. O encontro será realizado entre os dias 23 e 26 de maio, no auditório do prédio azul do campus II. Com carga horária de 20 horas, o seminário é voltado para acadêmicos da Universidade, professores, pesquisadores e comunidade em geral.

O seminário tem por finalidade refletir sobre os desafios colocados para a pesquisa e o ensino de História, a partir de novas metodologias e objetos de estudo estabelecidos a partir da História do Tempo Presente, compreendida como o estudo das últimas décadas, dos personagens vivos, atuantes, o que exige uma nova postura do professor-pesquisador. Constitui-se, portanto, em espaços de discussão sobre esse novo olhar, as diferentes fontes e os novos temas que daí decorrem.

A inscrição com envio de trabalho pode ser feita até o dia 15 de maio e somente para o evento, até o dia 20 de maio (www.feevale.br/extensao/evento). O certificado exige no mínimo 75% de frequência.

PROGRAMAÇÃO:

23/05 – Segunda-feira
17h30min – Credenciamento
19h30min – Abertura oficial
Mesa-redonda: “O Mundo em descompasso: do pós-Guerra Fria à atualidade” - Prof. Dr. Miguel Pablo Serna Forcheri(Uruguai) e Prof. Dr. André Luiz Reis da Silva . Mediador: Prof. Dr.Rodrigo Perla Martins.

24/05 – Terça -feira18h – Bate-papo: História do Tempo Presente - uma abordagem teórica – Prof. Drª Roswithia Weber
19h30min – Minicursos
1. A nova realidade indígena latino-americana: conectada e globalizada – Prof. Me. Inês Reichert
2. A cidade e a crise do moderno: textos e contexto – Prof. Dr. Luiz Antonio Gloger Maroneze
3. Discursividades étnicas no século XXI: movimento negro e ações afirmativas – Prof. Drª Margarete Fagundes Nunes
4. Política externa brasileira – Prof. Dr. Rodrigo Perla Martins
5. A arte contemporânea na perspectiva de gênero – Prof. Me. Rosa María Blanca Cedillo
6. Retratos da América Latina contemporânea no cinema e na literatura – Prof. Esp. Hernan Darío Sanchez

25/05 – Quarta-feira
13h30min - Comunicações Orais
18h - Lançamento de livros e sessão de autógrafos
19h30min – Conferência: “O Professor de História e os desafios da pós-modernidade “- Prof. Dr. Leandro Karnal. Mediadora: Prof. Me. Inês Caroline Reichert

26/05 – Quinta-feira
18h - Bate-papo: Um olhar a partir do presente: a aula de História e o tempo imediato - Prof. Me. Márcia Blanco Cardoso
19h30min - Mesa-redonda: “Brasil contemporâneo: análise e perspectivas” - Prof. Dr. Juremir Machado da Silva, Prof. Dr. Cleber Prodanov e Prof. Dr. Everton Rodrigo Santos. Mediador: Prof. Dr. Luiz Antonio Gloger Maroneze

Márcia Blanco Cardoso, Coordenadora do Curso de História do Instituto de Ciências Humanas, Letras e Artes - ICHLA

Abertura de Concurso em História da África

Segue abaixo o resumo do Edital de Abertura do Concurso uma vaga, na disciplina de História da África, no Departamento de História da UNICAMP.
O período de inscrições vai de 18 de abril a 17 de maio.





O Departamento de História da Universidade Federal da Bahia (Salvador)
ira realizar em breve (edital por sair) CONCURSO PUBLICO para HISTORIA
DA AFRICA (Prof. Adjunto, nivel doutor).

O concurso estará ABERTO às pessoas portadoras de graduação e
doutorado nas seguintes áreas academicas:

HISTORIA, ANTROPOLOGIA, CIENCIAS SOCIAIS/SOCIOLOGIA, GEOGRAFIA e
ESTUDOS AFRICANOS


Os pontos sobre os quais serão realizados as provas serao os seguintes:

1. História e historiografias da África: fontes, métodos e interpretações;
2. A idéia de África: teorias e imaginário ;
3. Sociedades e Estados na África;
4. Religiões africanas, islamismo e cristianismo;
5. Escravidão e tráfico de escravos na/da África;
6. Povos e territórios culturais na África;
7. Colonialismos: teorias e práticas;
8. Os nacionalismos africanos;
9. Independências e lutas de libertação;
10. A África hoje: problemas e perspectivas.


As provas serao:

ESCRITA (eliminatoria/calssificatoria) com peso tres (3)
DIDATICA (calssificatoria) com peso tres (3)
TITULOS (classificatoria) com peso dois (2)
Defesa de MEMORIAL (classificatoria) com peso (2)


Maiores detalhes poderao ser vistos no edital passado de concurso da
UFBA (06/210) pois as regras a serem seguidas serao as mesmas. Os
prazos de inscrição, etc serão outros.

http://www.concursos.ufba.br/docentes/2010/editais/edital_06_2010.pdf

Especial atençao aos itens 6 a 10.





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Prof. Dr. Valdemir Zamparoni
Programa de Pós-Graduação em História
Programa de Pós-Graduação em Estudos
Étnicos e Africanos
Universidade Federal da Bahia
Salvador - Bahia - Brasil
skype: vzampa
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domingo, 17 de abril de 2011

1,4 mil filmes poderão ser acessados gratuitamente

Companhia oferece locadora virtual com 2 mil títulos entre filmes e conteúdo geral de sua grade de programação.


A partir de 25 de abril, a Net lança em regiões de São Paulo o Now, um serviço de televisão sob demanda que dará aos assinantes de pacotes de TV em alta definição acesso a uma biblioteca composta por filmes recém-lançados em locadoras e por programas veiculados em canais da Net.

Haverá 2 mil títulos, dos quais 600 são filmes que poderão ser alugados pelos períodos de 24 horas ou 48 horas, por preços entre R$ 3,90 e R$ 9,90.

Os outros 1,4 mil títulos poderão ser acessados gratuitamente. Eles são programas exibidos recentemente nos canais que compõem o pacote do assinante e poderão ser vistos sob demanda.

Márcio Carvalho, diretor de produtos e serviços da Net, afirma que o lançamento é parte da estratégia de diferenciação da empresa.

A Net se prepara para a abertura do mercado de TV a cabo, que deve ganhar novos concorrentes a partir do segundo semestre, quando a Agência Nacional de Telecomunicações pretende conceder novas licenças do tipo.

"Há um monte de empresas novas se preparando para entrar, temos de criar diferenciais para os clientes e outros escolherem a Net frente à concorrência", diz.

No final do ano passado, a agência estimava que as novas licenças poderiam dobrar o número de assinantes de TV paga no país.

Carvalho nega que o lançamento seja uma resposta prévia da Net à chegada da GVT a São Paulo, o que deve ocorrer também no segundo semestre. E a promessa da GVT é entrar na cidade com uma oferta de televisão paga via satélite que permitirá interatividade via internet.

O modelo é semelhante ao do Now - a diferença é que a Net utiliza sua rede para transmitir vídeos e a GVT usará satélite. "Já falávamos de vídeo sob demanda há muito tempo, mas este serviço exige muito da rede", afirmou Carvalho.

A empresa não divulga os valores aplicados especificamente no Now, mas destina mais de R$ 1 bilhão por ano para rede. Até o fim do ano o serviço estará disponível em toda a cidade de São Paulo, bem como em municípios do interior do estado e em outras capitais.

A Net, que lidera o segmento de televisão paga no país com 43% de participação de mercado, encerrou o ano passado com 4,3 milhões de clientes deste serviço.

A empresa não informa o percentual da base que assina pacotes de alta definição - e que terão acesso ao Now -, mas a alta definição ganhou força desde 2010, com a Copa do Mundo. "A alta definição é o que as pessoas querem cada vez mais."

Concorrentes

Outras empresas de TV paga têm serviços semelhantes ao da Net. A Sky, de TV via satélite, lançou o "Sky on demand" desde maio do ano passado. Trata-se de um sistema de locação virtual com filmes e shows, com conteúdo gratuito e pago.

Já a TVA oferece, desde 2010, em parceria com a Telefônica, o Fibra TV, com 2 mil títulos de filmes, séries e programas infantis. Eles podem ser alugados por 24 horas ou 48 horas, por valores de R$ 3,90 a R$ 6,90.

O serviço da TVA está disponível em 20 bairros da capital de São Paulo, onde a Telefônica tem rede de fibra óptica. O serviço tem 2 mil clientes e está disponível em 400 mil residências.

A intenção é chegar a mais três bairros paulistanos ao longo de 2011 e levar o seviço para outras cidades, tão logo a Anatel conceda novas licenças, já que, por hora, a TVA tem autorização para atuar apenas na capital.

"Temos pedidos de licenças para outras cidades. Conseguindo, pretendemos expandir o serviço para onde a Telefônica tenha fibra", afirma Ricardo Perez, diretor de marketing da TVA.

Fonte: Nilnews

domingo, 10 de abril de 2011

48º FESTA DE ÒGÚN O AGADA 2011




Hora e lugar

* Começa Sábado 23 de Abril, 19:00hs
* Cidade Porto Alegre
* Lugar RUA ODILA GAY DA FONSECA 31-JARDIM BOTÃNICO

Descrição

o dia. Segue junto à programação das homenagens ao ORISHA ÓGÙN e conforme programação, também dos 154 anos de nosso TERREIRO. Certo de sua participação nos colocamos ao seu dispor pelos fones 33346145 e 84079630 ou Email. aureojoby@ibest.com.br para qualquer informação e confirmação de sua concordância e presença,

Atenciosamente

Ângela Teixeira Novoa Áureo Dutra Rodrigues
Secretaria do CEULC Presidente da FMCUA... Veja mais
PROGRAMAÇÃO

DIA 11 A 20 DE ABRIL” FEIRA AFRICANA O AGADA” NO VETOR 4 – TERREO DO MERCADO PÚBLICO DE PORTO ALEGRE, VISITAÇÃO GRATUITA, PRESTIGIE.


DIA 23 DE ABRIL – 48º PROCISSÃO MOTORIZADA AO ORISHA ÒGÚN.
SAIDA:RUA ODILA GAY DA FONSECA, Nº 31 – J. BOTÃNICO.
INICIO: 14 HORAS COM A SAIDA DO ENDEREÇO ACIMA.

DIA 23 DE ABRIL- ENTREGA COMENDA CAVALEIRO DA ORDEM ÒGÚN E DIPLOMA
COM A CERIMONIA CIVICA E RELIGIOSA.
HORARIO: 19 HORAS.
LOCAL: RUA ODILA GAY DA FONSECA, Nº 31 J. BOTÃNICO.

DIA 23 DE ABRIL- FESTA RITUALISTICA A ÒGUN
INICIO ÀS 20 HORAS.
LOCAL: RUA ODILA GAY DA FONSECA 31-JARDIM BOTÃNICO.

CONTATOS: (51) 33346145 – 32502350 – 84079630 – EMAIL aureojoby@ibest.com.br

Saiba mais:
Mitologia africana: Ogum ou Ogun - http://africasaberesepraticas.blogspot.com/2009/10/mitologia-africana-ogum-ou-ogun.html

sábado, 9 de abril de 2011

Livro: Pedro e os Lobos – Os Anos de Chumbo na trajetória de um guerrilheiro urbano



A história que ainda queima nas mãos dos historiadores

Os Anos de Chumbo ainda fervilham nas mãos dos historiadores. Principalmente agora que a nossa presidenta é uma ex-combatente da luta armada e o SBT lança uma novela – Amor e Revolução – cujos personagens centrais são guerrilheiros.
Para tirar todas as dúvidas deste período - que foi um dos mais conturbados da história do Brasil - está surgindo Pedro e os Lobos - Os Anos de Chumbo na trajetória de um guerrilheiro urbano.
O livro, escrito numa linguagem jornalística por João Roberto Laque, leva em paralelo duas histórias. A primeira é a do ex-sargento da Força Pública Pedro Lobo de Oliveira e seus colegas de metralha, onde se vê a ascensão e queda dos grupos guerrilheiros que resolveram enfrentar, à bala, o regime militar instalado no Brasil em 1964.
Junto corre a agitação da "grande política" da época - da renúncia de Jânio Quadros à posse de José Sarney - e as principais ações guerrilheiras nas cidades, além da guerrilha de Três Passo, de Caparó e do Araguaia.
Pedro nasce nos cafundós da Serra do Mar paulista em 1931 e migra para capital aos 18 anos. Seu sonho é chegar a Mato Grosso onde espera encontrar um eldorado financeiro participando do desbravamento do Estado.
Depois de quase virar escravo branco numa plantação de banana, trabalhar como servente de pedreiro e metalúrgico, o personagem central de Pedro e os Lobos entra para a Força Pública onde chega ao posto de sargento.
Exonerado da corporação em maio de 1964 - os militares que acabavam de assumir o poder suspeitavam que Pedro pertencesse ao Partido Comunista - ele vira segurança pessoal de Luís Carlos Prestes e depois funda a organização guerrilheira Vanguarda Popular Revolucionária, que viria a abrigar o lendário capitão Carlos Lamarca.
De armas nas mãos, Pedro Lobo se torna Getúlio ou Gegê e passa a atazanar a ditadura de coturnos com ações espetaculares. Invasão de quartéis, atentados à bomba, roubos de carros, assaltos à bancos e até o justiçamento dum oficial norte-americano estão no currículo deste destemido combatente urbano.
Preso ao pintar um caminhão roubado com as cores do Exército, o ex-sargento vai sofrer o diabo nas mãos dos milicos e amargará um ano e meio de cadeia. Banido do país na troca por um embaixador, Pedro vira apátrida e passa pela Argélia, faz treinamento militar em Cuba, escapa da morte no Chile e vaga pelas ruas da Argentina até encontrar asilo na extinta Alemanha Oriental, atrás do que o Ocidente costumava chamar de Cortina de Ferro.
Com a anistia, o ex-guerrilheiro volta ao Brasil e é reintegrado como sargento à Polícia Militar (o novo nome da Força Pública paulista) fechando um surpreendente ciclo.

João Roberto laque é jornalista, formado pela Universidade de São Paulo onde também cursou História.


Saiba mais:

Bom Dia Bauru - http://www.redebomdia.com.br/Noticias/Dia-a-dia/36759/Pedro,+lobos+e+o+jornalista
Brasil de Fato - http://www.brasildefato.com.br/node/5570
Caros Amigos - http://lojacarosamigos.com.br/Produto-Livraria-Caros-Amigos-Catalogo-PEDRO-E-OS-LOBOS-versao-477-473.aspx
Diário de São Paulo: http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2010/11/13327-a+luta+armada+por+um+ex+guerrilheiro.html
O Fluminense: http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/cultura-e-lazer/plantao/livro-sobre-os-anos-de-chumbo-chega-livrarias

Bolsas de mestrado profissional a distância para professores

Informamos dia 22 de março sobre a proposta da CAPES, de viabilizar, com bolsas, o estudo de pós-graduação para professores da educação básica, de escolas públicas, que desejam fazer mestrado.
Segue abaixo proposta detalhada. Infelizmente, neste momento parece que apenas cursos na área de matemática e biologia estão credenciados, mas acredito que isso possa ser só no começo uma vez que o programa está no início.


Professores da educação básica que lecionam em escolas públicas podem receber bolsas para realizar cursos de mestrado profissional a distância. A iniciativa está formalizada na Portaria nº 289 do Ministério da Educação (MEC).
Quem concede as bolsas?

As bolsas são concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e destinada a professores da rede pública da educação básica, regularmente matriculados em cursos de mestrado profissional ofertados pelas instituições de ensino superior, devidamente aprovados pela Capes na modalidade de educação a distância via Universidade Aberta do Brasil (UAB).
Qual a contrapartida da bolsa?

A chamada de Bolsa de Formação Continuada, o fomento aos professores exige dos docentes, como contrapartida, o compromisso de continuar em exercício na rede pública por um período de pelo menos cinco anos após a conclusão do mestrado. O não cumprimento pelo aluno-bolsista do compromisso implicará na devolução dos valores aplicados.
Qual o valor da bolsa?

R$ 1.200, valor de bolsa de mestrado do governo federal no país.
Quais são os cursos de mestrado profissional a distância?

Até o momento há apenas dois cursos nos quais os alunos aprovados pelos processos seletivos das instituições que os coordenam poderão receber bolsa prevista pela Portaria nº 289 do Ministério da Educação – veja a especificação no artigo 3º:

"Art. 3º A concessão da Bolsa de Formação Continuada tem como abrangência os alunos matriculados a partir de 2011 nos cursos de mestrado profissional já em funcionamento no país, aí incluídos o Programa de Mestrado Profissional em Matemática em Rede Nacional (PROFMAT) sob a supervisão do IMPA e o Curso de Mestrado Profissional para Professores de Biologia desenvolvido pelo INMETRO, ambos recentemente aprovados pelo Conselho Técnico-Científico da Educação Superior da CAPES, com previsão de inscrição de alunos a partir de março de 2011"

O MEC pretende, com este incentivo, que as instituições de ensino superior apresentem à Capes propostas de novos cursos de mestrado profissional a distância voltados a professores. A Capes é a responsável pela recomendação de todos os cursos de mestrado e doutorado no Brasil. Para funcionar e ter autorização do MEC, as propostas de cursos são apresentadas à Capes no período estabelecido pelo Calendário da Diretoria de Avaliação. Em 2011, o período inicia em 6 de junho e encerra em 6 de julho.

Após o recebimento das propostas de novos cursos, o Conselho Técnico-Científico da Educação Superior da Capes avalia todas as propostas e delibera quanto à recomendação ou não da criação do novo curso. São considerados nesta avaliação: proposta do programa; corpo docente; corpo discente, teses e dissertações; produção intelectual e inserção social.

Os resultados dos novos cursos serão divulgados de acordo com as avaliações pelos comitês das 46 áreas do conhecimento, a partir do segundo semestre deste ano.

É importante ressaltar ainda que, dos dois cursos já existentes citados no artigo 3º, o Profmat já realizou seu primeiro processo seletivo no mês de fevereiro de 2011. Acesse o site do programa: http://www.profmat-sbm.org.br/. Já o outro curso, voltado para professores de Biologia, aprovado no final de 2010, tem prazo de 12 meses para entrar em funcionamento. Cabe às instituições que o criaram (UFRJ e Inmetro) elaborarem o calendário de inscrições, início etc.



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Clarilza Prado de Sousa
CAPES- Coordenação de área: Educação
Fone (11) 3672-6302/3676-1585/3670-8527/3723-3093/3723-3112
Fax (11) 38640681
secretaria.clarilza@gmail.com

Link relacionado
Foi publicado no Diário Oficial da União de hoje portaria do Ministério da Educação que concede bolsas da CAPES, para que professores da educação básica possam fazer mestrado.

terça-feira, 5 de abril de 2011

Trailer COMPLETO de Amor e Revolução - SBT - 2011





Trailer de 10 minutos da novela Amor e Revolução, que estreia dia 05/04/2011, às 22h30, no SBT. A novela é de Tiago Santiago, colaboração de Renata Dias Gomes e Miguel Paiva e direção-geral de Reynaldo Boury, e diretores-assistentes Luiz Antônio Piá e Marcus Coqueiro. A produção-executiva é de Sérgio Madureira.

domingo, 3 de abril de 2011

Concurso Público UDESC

A Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) divulgou nesta quinta-feira (17) o edital de Concurso Público Nº01/2011 destinado ao provimento de cargo efetivo da categoria de Professor de Ensino Superior do quadro de pessoal permanente da universidade.
No total estão sendo oferecidas 108 vagas distribuídas em dez centros da Udesc. Para o Centro de Ciências Humanas e da Educação (Faed), em Florianópolis, são ofertadas cinco vagas para as seguintes áreas de conhecimento: Geografia Física/Climatologia Geográfica; Geologia; História do Brasil; Prática de Ensino em História; Teoria e Metodologia da História.
As inscrições estarão abertas de 17 de março até 16 de maio de 2011, e devem ser realizadas exclusivamente no centro que oferta a vaga para qual o candidato concorrerá. Na Faed as inscrições devem ser feitas das 14h às 18h, no Setor dos Departamentos, Sala 76 – 3º andar (Avenida Madre Benvenuta, 2007, Bairro Itacorubi, Florianópolis-SC).

Mais informações através de http://portalfaed.udesc.br/inicioimages/CONCURSO_PROFESSOR.pdf


Att.
Misael Costa Corrêa
Mestrando PPGH/UDESC

--
Prof. Dr. Luiz Felipe Falcão
Coordenador do PPGH/UDESC

Fonte: GEHB

Coral da Totalidade (para pessoas com 60 anos ou mais)

O Instituto de Cultura Musical da PUCRS (ICM) seleciona integrantes para o Coral da Totalidade (para pessoas com 60 anos ou mais).
Não é obrigatório ter conhecimento musical.
Informações (51) 3320.3582 ou cultura-musical@pucrs.br

CARNE, OSSO no Festival É Tudo Verdade


Para quem mora em São Paulo está passando o documentário Carne e Osso (*),que passa hoje, domingo,dia 03/04, às 13h no Unibanco Arteplex, e também em Botafogo, no Rio (vide página do
Festival É Tudo Verdade 2011 em http://www.itsalltrue.com.br).

Os jovens diretores são ligados à REPÓRTER BRASIL
(www.reporterbrasil.org.br) e o filme trata de uma forte denúncia sobre as condições sub-humanas de trabalho no setor frigorífico (carne
bovina,suína e aves) no Brasil. Deve ser assistido/divulgado pelo
máximo de pessoas possível.

A carne é um dos principais itens de nossa (ridícula) pauta de exportações, e na falta de uma organização sindical forte dos trabalhadores do setor, a super exploração come solta - vide os
dramáticos depoimentos dos operários, completamente reféns da ganância desenfreada dessas empresas exportadora de proteína para o mundo, às custas dessa exploração brutal. Obviamente, a taxa de lucro desasempresas deve ser absurda, justamente por serem trabalhadores de baixa
escolaridade e desorganizados, e também pela fraquíssima, ingerência do Estado brasileiro em coibir essa super exploração, ao contrário do que ocorre em outros países, como a Austrália, citada por um dos diretores do documentário.

*Resumo do filme:
"Na esteira do aumento do consumo de carne e frango no País e da exportação alcançada pelos frigoríficos brasileiros, as jornadas de seus trabalhadores vêm se tornando cada vez mais estafantes, penosas e perigosas. A exigência de um rendimento crescente nas linhas de produção obriga osfuncionários a uma rotina progressivamente mais rápida, implicando a realização de
diversos movimentos repetitivos por minuto, o que vêm levando a inúmeros problemas de saúde. Tendinites, dores, artroses, atrofias de nervos, problemas de juntas e de coluna integram o quadro de doenças profissionais do setor, muitas vezes responsáveis pela incapacitação de diversos empregados alguns deles, não só para funções no mercado dos frigoríficos, mas para todo e qualquer trabalho, em faixas etárias relativamente jovens."

Fonte: GEHB

Canal de filmes LavTV

Canal de filmes LavTV
filmes 24 horas

Charge

Charge

charge

charge

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui