sábado, 26 de março de 2011

Eu sou o Sheik tenho mais de mil mulheres no meu harém minha barraca ta armada e não tem pra ninguém com meu petróleo ...



Sheik
Charlie Brown Jr.

Eu sou o Sheik tenho mais de mil mulheres no meu harém
minha barraca ta armada e não tem pra ninguém
com meu petróleo tua máquina funciona bem
vou te comprar pro meu harém
Porque eu só moro em cobertura, só ando em limusine
um milhão no porta mala cinco mina de biquini
eu sou o Sheik, Sheik, Sheik
vou te comprar pro meu harém
Poligamia casei com tua irmã
com tua prima e tua tia!
Você no meu lugar não vai dizer que não faria ?
Tudo traz a lembrança da lenda da fenda
fica induzindo ele rumar pra lá
estúpido ele fica, assim ela é linda
Ela vem, ela abala, ela é má
Xexecar o que ela tem pra me entreter
é mais ou menos parecido com a mulher do Canadá
Sheik, Sheik
Sheik, Sheik, Sheik!
Sheik, Sheik
Sheik, Sheik, Sheik!

Exército brabo e o governa lamenta que o povo aprendeu a dizer "Não" Até quando o Brasil vai poder suportar? Código Penal não deixa o povo rebelar...



Proteção
Plebe Rude

Será verdade,será que não
Nada do que eu posso falar
e tudo isso pra sua proteção
Nada do que eu posso falar

A PM na rua, a guarda nacional
Nosso medo sua arma, a coisa não tá mal
A instituição está aí para a nossa proteção
Pra sua proteção

Tanques lá fora, exército de plantão
Apontados aqui pro interior
E tudo isso pra sua proteção
Pro governo poder se impor
A PM na rua nosso medo de viver
O consolo é que eles vão me proteger
A única pergunta é: me proteger do que?
Sou uma minoria mais pelo menos falo o que quero apesar repressão
...é para sua proteção...
...é para sua proteção...

Tropas de choque, PM's armados
Mantêm o povo no seu lugar
Mas logo é preso, ideologia marcada
Se alguém quiser se rebelar
Oposição reprimida, radicais calados

Toda angústia do povo é silenciada
Tudo pra manter a boa imagem do Estado!
Sou uma minoria mais pelo menos falo o que quero apesar da RAM!
...é para sua proteção...
...é para sua proteção...
Armas polidas e canos esquentam
esperando pra sua função

Exército brabo e o governa lamenta
que o povo aprendeu a dizer "Não"
Até quando o Brasil vai poder suportar?
Código Penal não deixa o povo rebelar

Autarquia baseada em armas - nào dá!
E tudo isso é para sua segurança.
para sua segurança.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Cpers rejeita nova proposta. Governo já fez duas propostas. A segunda, de 10,91%, foi feita ontem...

A nova proposta feita ontem aos professores pelo governo do Estado de 10,91% de reajuste sobre o vencimento básico foi imediatamente recusada pelo Cpers-Sindicato. A proposta anterior, divulgada na semana passada, era de 8,5% de aumento. O encontro entre as duas partes ocorreu no Palácio Piratini. Conforme o governo, esta proposta é final, não há chance de ser ampliada, segundo informou Carlos Pestana, chefe da Casa Civil. A diretoria do Cpers saiu insatisfeita da reunião e fez críticas à política de educação adotada pelo governo. Conforme Pestana, o percentual representa ganho real em relação à inflação de 2010 de 4,7% (IPCA) e de 4,2% (INPC). Sobre o índice incidem os adicionais por tempo de serviço (como triênios). Com o reajuste, 88% dos professores do Estado (114 mil) receberão mais que R$ 1.187,00 e 83% (108 mil) passarão a ter vencimentos entre R$ 1.541,00 e R$ 2.451,00. (Correio do Povo)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Governo do Estado apresenta nova proposta ao Magistério

Dando continuidade ao processo de negociação com o CPERS-Sindicato e reafirmando que a implementação do Piso Salarial Profissional Nacional (PSPN) é objetivo a ser alcançado durante esta gestão, o Governo do Estado apresenta a proposta de reajuste de 10,91% sobre o básico do Magistério. Este percentual representa um ganho real em relação à inflação de 2010 de 4,7% (IPCA) e de 4,2% (INPC).

Cabe salientar, ainda, que incidirão sobre esses valores os adicionais por tempo de serviço (triênios) - hoje, 55% da categoria está aposentada e recebe entre 40% e 50% a mais em seus vencimentos - e vantagens como unidocência (20.768 professores - R$ 395,00/40 horas) e difícil acesso (63.602 professores - entre R$ 158,00 e R$ 791,00).

Com o reajuste, 88% dos professores do Estado (114 mil) receberão mais que R$ 1.187,00 e 83% (108 mil) passarão a ter vencimentos entre R$ 1.541,00 e R$ 2.451,00.

Para chegar a esta proposta, o Governo reconheceu o pleito de complementação da parcela autônoma, passando-a dos atuais R$ 42,90 para R$ 77,83, e incorporou 50% deste novo valor ao salário básico do Magistério, o que representa a proposta de reajuste de 10,91%. Os R$ 38,91 restantes continuarão a ser pagos em forma de parcela autônoma.

Como mecanismo provisório de antecipação de valores, o Governo do Estado reafirma a disposição de acrescentar ao salário básico e à parcela autônoma valores completivos, de forma que nenhum professor, já em 2011, receba menos que o valor nominal do PSPN (R$ 1.187,00). Esta proposta, no entanto, é rejeitada pelo CPERS-Sindicato.

PROPOSTA: reajuste de 10,91%
GANHO REAL: 4,7% (IPCA)
4,2% (INPC)
* 88% dos professores do Estado receberão mais que R$ 1.187,00
* 83% dos professores receberão entre R$ 1.541,00 e R$ 2.451,00

Fonte: SEC

terça-feira, 22 de março de 2011

Foi publicado no Diário Oficial da União de hoje portaria do Ministério da Educação que concede bolsas da CAPES, para que professores da educação básica possam fazer mestrado.

O antes, o durante e e o depois: Barack Obama e o Brasil



Cristina Soreanu Pecequilo

A breve passagem do Presidente Barack Obama no Brasil nos dias 19 e 20 de março de 2011, em Brasília e Rio de Janeiro, foi antecedida por imensa expectativa em alguns círculos, que avaliaram a viagem como um exemplo prático da mudança significativa que a política externa estaria sofrendo no início da administração de Dilma Rousseff em comparação a de seu antecessor Lula (2003/2010). Com base nesta avaliação equivocada, inúmeras imagens foram construídas a respeito do que Obama faria ou diria em solo nacional.

Iniciando com a abolição dos vistos, passando pela conclusão de um acordo comercial bilateral ao estabelecimento de uma ampla parceria energética no campo do petróleo e biocombustíveis até a declaração formal de apoio ao pleito brasileiro de tornar-se membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSONU), a agenda destes grupos era extremamente abrangente. Tendenciosas, estas avaliações revelavam uma preocupação extensiva em desqualificar os esforços diplomáticos anteriores. A utilização repetida do termo “normalização”, associado na década de 1990 a uma perspectiva periférica e acrítica, passava a idéia de uma relação sustentada somente em conflitos e que estaria sendo substituída pela reintegração ao núcleo de poder norte-americano. Mais ainda, revelava o permanente desconhecimento sobre as motivações estratégicas dos EUA.

Se em 2011 o Brasil recebeu Barack Obama como uma potência global, isto se deve aos esforços internos e externos do país que o qualificaram a este status de forma autônoma. Esta situação não emerge de um relacionamento de mão única com aquele que tradicionalmente foi o maior parceiro político-econômico brasileiro no século passado, mas da busca de alternativas que permitiram solidificar uma ação internacional consistente e coerente com as necessidades do país. Com isso, as motivações estratégicas norte-americanas não derivam destes cálculos simplistas que permearam o debate sobre a política externa brasileira, mas da percepção de que o Brasil e a América do Sul são mais dois espaços nos quais os EUA perderam posições.

Assim, era preciso para os norte-americanos sinalizar que desejam preservar o Brasil em sua esfera de influência diante deste vácuo, como já o haviam feito diante da China, da Índia e da Rússia em ofensivas diplomáticas similares em contatos bilaterais prévios. E, no caso, no Brasil e na região, os EUA não perderam somente posições para a China, hoje o maior parceiro comercial brasileiro e aliado no grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), ou para a Índia, também no BRIC e no IBAS (Fórum de Diálogo Índia, Brasil, África do Sul), ou para a África do Sul, ou para a Rússia, ou para a cooperação Sul-Sul em geral, mas para o próprio Brasil nas Américas e no mundo.

Positivamente, em meio a estes ruídos prévios e construções ideológicas de determinados grupos que ignoravam estas questões, os sinais de Brasília mantiveram a percepção de que a visita de Barack Obama representava o reconhecimento deste processo de consolidação político-econômica-estratégica. Tais sinais já se encontravam presentes nos encontros preparatórios entre os dois países antes da chegada de Obama, e demonstravam clareza quanto o que significava esta viagem: uma oportunidade de aprofundar e promover maior adensamento estratégico das relações bilaterais, a partir do reconhecimento norte-americano do status global de poder do Brasil.

Tendo esta realidade como ponto de partida, de que se tratava de uma viagem de reconhecimento e não de concessões norte-americanas ou subserviência brasileira, deixou-se claro que esta dinâmica bilateral não afeta as prioridades externas do Estado brasileiro em termos de agenda Sul-Sul ou Norte-Sul, demandas e projeção. Parte da iniciativa de ser lider é criar fatos novos, dimensões positivas de interdependência, ação que os emergentes e o Brasil tem feito cada vez de forma mais constante. Neste campo, assumem responsabilidades por seus próprios destinos, e de nações similares ou de menor poder relativo, em suas escalas regionais e em nível global estatal e multilateral.

À medida que na última década o Brasil não manteve sua política ou agenda econômica, atrelada aos EUA, sua importância diante deste país aumentou, da mesma forma que sua vulnerabilidade diminuiu diante das constantes oscilações da política da potência hegemônica. Em seu discurso no Teatro Municipal do Rio de Janeiro em 19 de Março, Barack Obama mencionou iniciativas brasileiras como a UNASUL (União Sul-Americana de Nações) e projetos sociais direcionados às nações do sul no combate à fome e programas de saúde. Ou seja, o Brasil não era mais só o país do futuro, mas que o futuro teria chegado ao Brasil, como afirmou o Presidente dos EUA.

Fortemente, o país demonstrou não ter ilusões de que este reconhecimento traduzir-se-ia, de imediato, em uma mudança concreta da posição norte-americana em determinados temas. Nestes temas, principalmente no comércio bilateral, arena na qual o Brasil demanda maior igualdade e reciprocidade, e na reforma das organizações internacionais governamentais, principalmente no caso das Nações Unidas e seu CS, a posição brasileira foi de sustentar suas reivindicações. Por sua vez, pode-se até considerar que os EUA responderam positivamente em sua retórica, em suas demonstrações de “apreço” pelo pleito brasileiro, pela fala de Obama a empresários que igualou o país à China e Índia. A retórica, porém, não foi acompanhada pela substância da mudança ou pela sinalização de que os norte-americanos estariam dispostos a fazer concessões para engajar de forma diferente o Brasil nestas dimensões.

Acenar com parcerias para o pré-sal, ações conjuntas no campo energético é sinal do novo papel do Brasil, mas também da natureza pragmática do interesse norte-americano em petróleo, mercados em novos espaços que não surjam como tão conturbados como o Oriente Médio, apostando nas nações “amigas”. E, igualmente sendo pragmáticos, são parcerias que trazem inúmeros riscos ao Brasil, caso o país não busque preservar sua soberania nestas negociações, independente do campo. Neste sentido, o papel, por exemplo, da Comissão Brasil-Estados Unidos para Relações Econômicas Comerciais é o de encontrar pontos de consenso possível e equilibrio no setor, preservando a capacidade negociadora brasileira e sua autonomia. O mesmo raciocínio se estende às arenas da biodiversidade, dos diálogos estratégicos, da cooperação técnica e para a organização e segurança da Copa-2014 e das Olimpíadas-2016. O Brasil não pode se furtar a negociar com os EUA, mas precisa atrelar estas conversações a lograr objetivos que permitam a continuidade de seu crescimento e resolução de assimetrias internas via programas sociais.

Chegando ao mundo “real” não deixa de ser simbólico que enquanto Barack Obama acenava às “nações amigas” da América Latina, como o fez no Brasil, e o fará no Chile, com declarações “históricas” sobre as relações entre “iguais” e a consolidação da democracia, os bombardeios aéreos à Líbia atingissem elevada intensidade, depois da autorização do CSONU à operação na sexta-feira 18/03/2011. Em solo brasileiro, a intervenção foi abordada sob o signo da defesa da democracia e motivos humanitários, enquanto prolongam-se protestos e repressões similares em países aliados norte-americanos na região.

Também não deixa de ser simbólico, que nesta votação do CS, os países que se abstiveram e demonstraram preocupação com a ação, fossem os emergentes membros permanentes deste Conselho e nações pleiteantes, membros temporários eleitos: China e Rússia, somados à Brasil, Índia e Alemanha. São nestas manifestações que se desenha o novo mapa geoestratégico global e as complexas dinâmicas de poder do século XXI que motivam as viagens de Obama e suas declarações de igualdade com seus parceiros.

Porém, como se diz no Brasil, os EUA são um “pouco mais iguais” do que os outros: seu poder militar de superpotência e comando residual das organizações internacionais contrasta com uma economia estruturalmente deficiente e uma sociedade doméstica polarizada. Durante e depois de Obama, o Brasil continua sendo o mesmo de antes, consolidando sua ascensão do nível regional ao global, que busca a continuidade de seu projeto político-social-econômico e estratégico. Com os EUA, e com o mundo, dialogar não é sinônimo de concordar, mas de saber ouvir, negociar e falar em nome do interesse nacional.

(*) Professora de Relações Internacionais da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

Fonte: Carta Maior

segunda-feira, 21 de março de 2011

Sobre a visita de Obama ao Brasil, entrevista com o professor de relações internacionais do departamento de história da Universidade de Brasília, Virgílio Arraes.

O compromisso com a história dos movimentos populares

Na manhã desta segunda-feira (21), a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) realizou uma cerimônia que marcou o início das atividades em homenagem ao Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial e Xenofobia – 21 de março - instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU).

O secretário da Educação, Jose Clovis de Azevedo, declarou que o ato tinha como objetivo reafirmar o compromisso da Seduc na luta contra todas as formas de discriminação. “O evento de hoje marca o compromisso de Secretaria da Educação com a luta contra todo tipo de discriminação. Precisamos alimentar, de forma permanente e consciente, as políticas de formação que orientam essas práticas. Nosso governo tem compromisso com a história dos movimentos populares, e a Educação tem o papel de transmitir e recriar culturas que não multipliquem os exemplos de preconceito, apontando os estudantes para a verdadeira democracia, e destruindo os mitos que, infelizmente, ainda vigoram. O espaço educacional tem obrigação de tratar dessas questões, recriando paradigmas de igualdade e justiça social entre os homens” declarou o secretário.

Representando o governador Tarso Genro, o chefe de gabinete, Vinicius Wu, relembrou as ações do governador enquanto Ministro da Educação e completou: “Sabemos que não poderíamos resolver séculos de discriminação em apenas oito anos. Mas, a superação da desigualdade racial é um passo inadiável para a construção da democracia plena”, disse.

Azevedo recebeu do deputado estadual Raul Carrion, o Estatuto Estadual da Igualdade Racial, sancionado pelo governador Tarso em 19 de janeiro deste ano. O evento também contou com apresentação do Grupo de Capoeira do Mestre Ari e a apresentação do hino Pan Africano, interpretado pela cantora Claudia Quadros, além do Grupo Cantoria que encerrou a cerimônia.

Prestigiaram o evento a secretaria de Estado de Políticas para Mulheres, Márcia Santana, o representante do Fórum Permanente de Educação e Diversidade, Waldemar de Moura Lima, e o coordenador da Diversidade da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD), do Ministério da Educação (MEC).

Mostra da diversidade

Dando continuidade à programação do dia, no saguão do restaurante do Centro Administrativo Fernando Ferrari (CAFF), ocorreu uma feira afro-indígena com artesanato e produtos diversos referentes à temática do dia. Com o intuito de divulgar o trabalho dessas culturas, na mostra havia mais de 20 mini estandes expondo uma variedade de materiais. A agenda do evento se encerra às 17h30 com a apresentação do cantor Dante Ramon Ledesma.

Fonte: SEC

domingo, 20 de março de 2011

Libia y los sátrapas

Por Salvador Moreno Valencia


Hoy es un día triste parta mí, porque toda guerra deja siempre sus cadáveres sean del lado que sean, Santayana dijo que el final de las guerras sólo lo ven los muertos. Es terrible ver que en el siglo 21 todavía nos comportemos como hombres de cromañón. Pero si mi tristeza es por la guerra, lo es más todavía, si cabe mayor tristeza, comprobar que en mi país, del que reniego desde ahora mismo, los "intelectuales de pro" no se mojan, y si esa es la voz de la literatura y de la poesía en mi país, desde este momento me considero un ciudadano extranjero, un inmigrante, un ciudadano del mundo y les digo a Almudena "que come de la olla del psoe", a su marido "el gran poeta" que también come de la misma olla, al "gran rockero" Miguel Ríos, un izquierdista de pacotilla, que también come de la misma olla, y a Juan Diego, otro impresentable, les digo, reitero, que ellos no son mi voz ni la voz de mi pueblo, así que se metan su discurso neoliberal encubierto o disfrazado de rojeta en el culo, y que no justifiquen la intervención en Libia porque la ONU ha dicho... que todos sabemos de qué amos son los perros, y cuando digo perros también los meto a ellos, que no son más que podencos que comen de la misma olla: la que le quitan al pueblo.

Un insulto en toda regla es para la literatura, la poesía y la música que estos tipejos -no pido disculpas por el tono- sean capaces de apoyar la injusticia y la mentira con la que el imperio actúa, y no digo ya el apoyo que el gobierno del psoe con el beneplácito del pp, va a dar a la invasión, porque debemos aprender a llamar, de una vez por todas, a las cosas por su nombre, y esta guerra no es más que una invasión. ¿Será el ejército “aliado” tan selectivo que no causará victimas inocentes cuando bombardee Tripoli con su abigarrado número de aviones? ¿Cómo decide el ejército de la otan quiénes han de salvarse y quiénes no? ¿Lo hacen a dedo?

A continuación voy a dar mi opinión sobre los comentarios de esos “intelectuales oficiales”, y voy a plantearles algunas preguntas que me gustaría respondiesen:

La escritora que suele ganar todos los premios de literatura de este país (España), Almudena Grades, se queda tan pancha cuando dice: <>.

Pregunta, querida:

¿Una guerra es para usted “un mal menor” –lo he preguntado antes en este mismo artículo, pero por si acaso usted no se enterase, cosa que creo bastante probable, porque, o debe usted estar dopada con prozac, o se ha fumado algún porro de marihuana de los que en sus tiempos de roja combatiente se fumaba, parece que no se entera, o no quiere enterarse (¿es usted la que escribe libros sobre memoria histórica?) ¿Cómo decide el ejército de la otan quiénes han de salvarse y quiénes no? ¿Lo hacen a dedo? ¿Quiénes son los inocentes que no tienen que morir? ¿Conoce usted alguna tecnología de última generación y que es usada sólo por sus amiguetes del psoe o de pp, o de la otan para descubrir en un barrio al que se va a bombardear indiscriminadamente, a los inocentes que viven en él? No insulte, mi querida – nótese aquí el tono irónico- Almudena, mi inteligencia.

Al actor Juan Diego le parece que la intervención también es un "mal menor" porque se trata de un pueblo que se ha levantado contra "un tirano" en defensa de algo "absolutamente elemental" que hay que conquistar: la libertad.

Pregunta querido Hamlet:

¿Fuma usted la misma marihuana que su colega Almudena o tienen el mismo psicoanalista? A lo mejor, que no sería un mal tan grave como decir a lo peor se le ha quedado a usted algún complejo como resultado de haber interpretado a Hamlet o a Otelo, porque hay que ser muy descerebrado para decir la burrada que usted ha dicho, ¿dónde tiene usted el sentido crítico, en el bolsillo o en las tarjetas de crédito?

Sigamos con la sarta de sandeces que unos “intelectuales” del régimen son capaces de decir para que no se les acabe la olla, y vayamos al insigne cantante del rock and ríos en la plaza del pueblo, nuestro inminente Miguel Ríos que dice:

<>.

Sin anestesia ni nada, quizá también pueda darse el caso que este poeta cum laude, esté bajo el efecto narcotizante de alguna hierba o tiene el mismo psicoanalista que los anteriores.

Pregunta al poeta de poetas:

¿Lo de entrecomillar las palabras es por inseguridad de lo que se dice o porque queda muy estético? Le digo lo mismo que a su amigo y camarada el señor Ríos. No le voy hacer ninguna pregunta por considerar que usted es una persona inteligente y que sabrá responder a todas las hechas hasta aquí, porque no creo yo que sea usted un mal entendedor, ¿me equivoco?

Pero como termina usted su aportación oficial diciendo que hay que resaltar las claras diferencias que hay entre el conflicto libio y la guerra de Irak, por las razones que copio y pego a continuación:

"claras diferencias" que existen entre el conflicto libio, avalado por una resolución de la ONU, y la guerra de Irak, motivada por una decisión unilateral del Gobierno de George Bush a espaldas de Naciones Unidas para, en su opinión, hacerse con un mercado petrolero.

¿No lee usted nada más que El País? Se lo digo porque parece que le han hecho una lobotomía, vamos que le han lavado el cerebro, ¿o es la única manera que tienen usted de ganar premios literarios? Lo mismo le digo, amigo “poeta” (nótese aquí el entrecomillado, ya que no estoy seguro de que esa definición sea la apropiada), no insulte mi inteligencia y haga el favor de ampliar sus lecturas a otros medios y a otros escritores no tan laureados como usted pero no por ello menos inteligentes, ni con menos talento, y descubra que la verdad que hay detrás de esta invasión, no es otra que esta: Libia es la principal reserva petrolífera de África.
Les pido a ustedes señores “intelectuales” de esta España de fanfarria que lean, por ejemplo, el extracto que les copio y pego a continuación extraído de un artículo publicado en el blog: http://dizdira.blogspot.com/2011/03/libia-revuelta-popular-nuevos-datos.html

, y en el semanario independiente Belianís , el que tengo el orgullo de dirigir.

"No tengáis miedo de tomar directamente el dinero del petróleo y la responsabilidad de crear las estructuras de gobierno necesarias para el bien de nuestro pueblo." dijo Gaddafi a los representantes del Congreso Popular Libio. El Congreso Popular es la espina dorsal del régimen de la Yamahiriya libia. Constituye el máximo órgano ejecutivo y legislativo. Representa al pueblo a nivel regional y local y vota las leyes y las decisiones políticas del gobierno. (...) Muchos libios afirman que no se han beneficiado del aumento de la producción petrolífera y la inversión extranjera desde que en 2003 terminó (...) su aislamiento internacional. (...) "La administración ha fallado y la economía estatal ha fallado. Ya está bien. La solución es que nosotros los libios nos apropiemos directamente del dinero del petróleo y decidamos qué hacer con ese dinero." dijo Gaddafi, en un discurso retransmitido por la TV pública. Gaddafi urgió a una profunda reforma de la burocracia gubernamental, afirmando que el sistema ministerial tenía que ser desmantelado para librar a los libios de la corrupción y la mala gestión. "Estos ministerios deben devolver al pueblo la propiedad de todas las escuelas, fábricas, granjas, de todas las empresas públicas y el dinero del petróleo."

4 de Marzo de 2009. El Congreso retrasa el plan de reparto de petróleo de Gaddafi.

(extractos traducidos de la noticia)

El Congreso Popular de Libia (...) ha votado retrasar el plan de Gaddafi de disolver el gobierno y entregar el dinero del petróleo directamente al pueblo. (...) Existe una inusitada atmósfera de oposición entre los altos cargos del gobierno, que consideran que semejante plan causará estragos en la economía nacional, provocando el descontrol de la inflación y la fuga de capital. El propio Gaddafi advirtió a los libios que el plan, que promete rentas de hasta 23.000 dólares anuales para el millón de ciudadanos con menores ingresos, podría provocar al principio un cierto caos. "No tengáis miedo a experimentar nuevas formas de gobierno" dijo, antes de proceder a la votación y advirtió: "Este plan es para ofrecer un futuro mejor a nuestros hijos. Si lo hacéis fracasar, yo me lavaré las manos, pues será responsabilidad vuestra." (...) En las votaciones efectuadas (...) solo 64 de los 468 miembros del Congreso del Pueblo votaron por el plan de apropiarse del dinero inmediatamente. 251 aceptaron el plan en principio, pero pidieron que se retrasara hasta que fueran tomadas las medidas apropiadas. (...) Esto permitirá retrasar el proyecto por lo menos unos cuantos meses, dando así tiempo a desactivarlo.



Y luego con sus brillantes mentes saquen conclusiones y no se avengan a la versión oficial que nos quieren dar como “única”.

Y por supuesto estoy abierto a recibir sus respuestas y opiniones.
alvaeno@alvaeno.com


¡A quedarnos con el petróleo!

Fonte: http://www.belianis.es Revista Ecologia social

sexta-feira, 18 de março de 2011

Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial e Xenofobia

O dia 21 de março, data escolhida pela ONU para marcar a luta pelo combate a discriminação racial e a xenofobia, será celebrado pela Seduc com a realização de atividades artísticas e culturais. Participarão do evento o secretário de Estado da Educação, Prof. Dr. Jose Clovis de Azevedo, o deputado estadual Raul Carrion e o cantor Dante Ramon Ledesma. A atividade foi organizada pelo Grupo de Trabalho que conta com a participação de representantes de todos os setores da secretaria, de outros órgãos estaduais e dos movimentos sociais. O evento tem por objetivo, sensibilizar a comunidade escolar para a importância da implementação das leis 10.639/03 e 11.645/08, que tratam do ensino da história dos povos africanos e indígenas.

A abertura oficial acontecerá às 11h, no Espaço de Eventos Professor Luiz Quartieri Filho e contará com a apresentação do Grupo de Capoeira do Mestre Ari e dos hinos Nacional, Pan Africano e Rio-grandense. Além de Azevedo, também participarão da solenidade o representante das Coordenadorias Regionais de Educação, professor Édson Portilho e de Waldemar de Moura Lima, representando o Fórum Permanente de Educação e Diversidade. O deputado estadual Raul Carrion entregará o Estatuto Estadual da Igualdade Racial ao secretário Azevedo. Às 12h terá inicio a Mostra da Diversidade, no saguão do restaurante do CAFF, quando se apresentarão o Grupo Canta Brasil, Micheline Freitas, da Nação Hip Hop Brasil e o violinista Wagner Canabarro. Na ocasião será feita a leitura de uma poesia de Martin Luther King, por Juarez e Tusilé.

O Grupo de Trabalho que está organizando a comemoração solicitou as Coordenadorias Regionais de Educação que realizem atividades descentralizadas. Para a coordenadora da Equipe de Diversidade da Seduc, Eliane Almeida, a comemoração do dia 21 de março contribuirá para a sensibilização do público interno e externo para as políticas públicas educacionais. Ela ressalta que a questão das diversidades terá continuidade, através do diálogo entre a secretaria e as CRES.

Participam da organização do evento, em parceria com a Seduc, o Gabinete da Primeira-Dama, a Secretaria de Estado da Comunicação e Inclusão Digital, a Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, a Secretaria de Estado da Cultura, a Secretaria de Estado do Turismo, a Secretaria de Estado da Saúde, a CEEE, a PROCERGS, o Fórum Permanente de Educação Étnico Racial do RS, a Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore, o Sindicato dos Servidores Públicos do RS, a CUT, o Fórum Permanente e Educação e Diversidade Étnico Racial e a Associação dos Conselheiros Tutelares do Rio Grande do Sul (Comissão Quilombola).

O encerramento acontecerá às 17h30, com a apresentação do cantor Dante Ramon Ledesma. Antes será possível degustar especialidades africanas, como mini-acarajés e aluá (uma bebida que não contém álcool).

Origem da data
O dia 21 de março foi escolhido pela ONU para celebrar a luta contra a discriminação e a xenofobia, pois, nesta data, em 1960, em Johanesburgo, na África do Sul, mais de 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação, especificando os locais por onde eles podiam passar. O resultado do protesto foi um saldo de 69 mortos e 186 feridos. O episódio ficou conhecido como o Massacre de Shaperville.

Fonte: SEC

Discutindo a cultura afro-brasileira

Como educador, acho fundamental o resgate e a valorização da cultura africana, pois nela está inserida a história de uma das nossas matrizes culturais.

Entendo que promover e valorizar tal cultura é despertar a sociedade para a importância da sua influência nos costumes e na formação do nosso povo.

Precisamos garantir ao afro-brasileiro a construção de sua personalidade com referência em outros negros, enaltecendo a beleza e a essência de cada um.

Lembro que a garantia de nossas ações depende da disposição em aprofundar os conhecimentos, tanto no passado quanto nos desafios impostos pelas novas eras que virão.

Estudar e entender a história e a cultura dos africanos torna-se importante para que nos reconheçam como afro-descendentes e entendam que o continente africano e as sociedades africanas representam a matriz que compõem a nossa sociedade denominada de brasileira e tenhamos o entendimento que este povo deve reivindicar sua condição de cidadania.

Para que a história do negro não caia no esquecimento, precisamos criar mecanismos que traga à tona discussões sobre esta temática. Dessa forma, apresento o grupo de discussões BRASILAFRO. Um grupo destinado a informações e aprofundamentos referentes à história do negro no Brasil, à literatura afro-brasileira, à educação e relações étnico-raciais e à cultura africana de modo geral.

Sendo assim, gostaria de ver você e seus amigos participando deste grupo para que, juntos, possamos despertar novos saberes sobre a cultura afro-brasileira bem como despertar o nosso crescimento intelectual, profissional e, sobretudo, humano.

Lembro que o acesso é grátis, não tem nenhum fim lucrativo e nem vínculo partidário. Trata-se apenas de mais um mecanismo de discussão para que possamos debater e divulgar a história deste povo que durante tantos anos foram renegados pela nossa sociedade.

Acesse o link abaixo e basta seguir as instruções. É preciso ter um e-mail do yahoo apenas para entrar no grupo, mas as discussões poderão ser feitas diretamente do seu e-mail de preferência.

http://br.groups.yahoo.com/group/brasilafro/

Obs.: Não se esqueça de enviar este e-mail para os seus amigos. Quanto mais pessoas participando, mais instigantes serão nossas discussões.

Abraços,

Agnaldo Leitte, Moderador

quinta-feira, 17 de março de 2011

CPERS: A proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo do estado na noite de ontem (quarta-feira), na primeira reunião de negociação com o sindicato, está aquém das reivindicações.

A proposta de reajuste salarial apresentada pelo governo do estado na noite de ontem (quarta-feira), na primeira reunião de negociação com o sindicato, está aquém das reivindicações. O índice proposto eleva o salário básico em apenas R$ 30,31, um percentual de 8,5% de reajuste. Isso elevaria o básico dos atuais R$ 356,62 para R$ 386,93. Na mesa de negociação, o governo afirmou que o índice contempla os funcionários de escola, mas isso não consta no documento entregue ao sindicato.

O governo também propõe um abono de R$ 207,05 para os níveis 1 e 2, atingindo uma pequena parcela da categoria. O CPERS/Sindicato deixou claro que a proposta é insuficiente e que não aceita nada que não seja sobre o vencimento básico e que não contemple o conjunto da categoria. A política de abono ataca frontalmente os planos de carreira dos professores e funcionários de escola.

Sobre as demais reivindicações que constam na plataforma discutida e aprovada pela categoria, o governo apresentou uma carta de intenções, sem, no entanto, precisar datas e prazos. Afirma que realizará concurso público ainda este ano para provimento em 2012, mas não indicou data. Também diz que irá abonar as faltas das greves de 2008 e 2009 com o estabelecimento de um calendário para o seu pagamento, porém não disse quando isso será implementado.

João dos Santos e Silva, assessor de imprensa do CPERS/Sindicato

Repercussão da audiência na imprensa estadual

ZERO HORA, 17 de março de 2011 | N° 16642

PROPOSTA INICIAL

Governo oferece 8,5% no básico dos professores

Piratini propõe abono para que ninguém receba menos do que o piso nacional, mas Cpers rejeita

Em uma reunião de duas horas, o governo do Estado apresentou ontem à noite sua proposta ao magistério: um reajuste de 8,5% no salário básico para toda a categoria, mais abonos proporcionais aos níveis iniciais para garantir que, a partir de 1º de maio, nenhum professor gaúcho ganhe menos do que o piso nacional, de R$ 593,98 por 20 horas de trabalho. Frustrada com a oferta, que representa um ganho de apenas R$ 30,51 sobre o salário básico, a direção do Cpers pediu uma contraproposta antes da assembleia da categoria, agendada para 8 de abril.

O que o Piratini propõe

- 8,5% de reajuste sobre o básico para a categoria, a partir de 1º de maio

- Além do aumento, pagamento de parcela autônoma para equiparar os vencimentos dos níveis iniciais ao piso nacional. Assim, nenhum professor gaúcho ganharia menos do que R$ 593,98 por 20 horas de trabalho.

- Um professor nível 1, letra A, que trabalhe por 20 horas e hoje recebe R$ 356,63, passará a ganhar, com o reajuste de 8,5%, R$ 386,93. Para que alcance o piso nacional, receberá, também, uma parcela autônoma de R$ 207,05, alcançando R$ 593,98.

- Pela proposta, a parcela autônoma será paga sempre como complementação aos vencimentos que ficarem abaixo do nível nacional.

- Professores que ganhem acima do piso não receberão o adicional.

A REAÇÃO DO CPERS

- O Cpers critica o reajuste, dizendo que representa apenas R$ 30,51 sobre o salário básico.

- O sindicato é contra a parcela autônoma, que beneficia prioritariamente professores de nível 1 e 2, enquanto 89% está nas faixas 5 e 6.

- Além de beneficiar uma parte só da categoria, o abono é visto como um penduricalho porque sobre ele não incidem vantagens.

- A reivindicação é por reajuste para toda a categoria sobre o salário básico, atingindo o piso nacional sem afetar o plano de carreira.

OUTROS PONTOS

O governo respondeu ainda a outros 16 pontos reivindicados pelo Cpers. Entre as propostas apresentadas, estão:

- Garantia da não-implementação da meritocracia

- Manutenção do atual plano de carreira

- Realização de concurso público até o final do ano.

- Pagamento dos Precatórios e RPVs atendendo à ordem, cronograma e valores determinados e publicamente divulgados.

- Compromisso de abonar as faltas recebidas pelos professores das greves de 2008 e 2009, uma vez que os dias letivos foram recuperados e foi estabelecido um calendário para o pagamento desses dias.

- Não às privatizações e terceirizações no serviço público e não à municipalização do ensino.



CORREIO DO POVO - Ano 116 nº 168 - Porto Alegre, quinta-feira, 17 de março de 2011
Cpers rejeita reajuste proposto por Tarso
Oferta do governo incluía, além de aumento de 8,5%, um abono de R$ 207,00

A proposta de reajuste salarial do Palácio Piratini aos professores estaduais, apresentada ontem à noite ao Cpers pelo chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, foi amplamente reprovada pelos sindicalistas. Nem mesmo o argumento de que parte da categoria já seria contemplada, a partir de maio, com o pagamento integral do piso nacional do magistério foi capaz de demover o Cpers.

Pestana, em nome do governador Tarso Genro, apresentou proposta que previa correção de 8,5% sobre o piso básico para 20 horas semanais, hoje fixado em R$ 356,84. Em valores, o aumento representaria o acréscimo de R$ 30,51 no contracheque. Além disso, o Piratini ofertou o pagamento de um bônus de até R$ 207,00 para servidores dos níveis 1, 2 e 3, que passariam a receber valor equivalente ao piso nacional para 20 horas semanais, estipulado em R$ 594,35. "A proposta de aumento de R$ 30,51 é inadmissível. E o abono é um ataque frontal ao plano de carreira", criticou a presidente do Cpers, Rejane de Oliveira.

Fonte: CPERS

Em reunião com o CPERS Sindicato, nesta quarta-feira (16), o Governo apresentou propostas para contemplar os 17 itens de reivindicações feitos pelos professores no início do mês.

Em reunião com o CPERS Sindicato, nesta quarta-feira (16), o Governo apresentou propostas para contemplar os 17 itens de reivindicações feitos pelos professores no início do mês. Em relação aos vencimentos do magistério estadual, o Executivo propõe um reajuste de 8,5% para toda a categoria, mais o pagamento de parcela autônoma para equiparar os vencimentos dos níveis iniciais ao Piso Nacional.

O secretário de Estado da educação, Prof. Dr. Jose Clovis de Azevedo, reafirmou o compromisso e respeito com a categoria. “Queremos discutir não apenas questões salariais, mas também a política pedagógica, democratizando cada vez mais nossas relações com as instituições”, disse. Para ele, os 17 pontos são pertinentes e de conteúdo muito importante. “Não questionamos nenhuma das solicitações", afirmou.

Foi entregue, ainda, um documento, no qual o Governo reafirma o compromisso com a educação pública, gratuita, laica e de qualidade social. A proposta foi elaborada a partir da pauta entregue pelo CPERS/Sindicato em reunião realizada em 28 de fevereiro.

Entre as propostas apresentadas, está garantia da não-implementação da meritocracia e a realização de concurso público até o final do ano. Confira os itens do documento:

1. Manutenção dos planos de carreira: não há discordância com esta reivindicação.

2. Regularização das promoções do plano de carreira e pagamento dos atrasados: no momento, está sendo feito o levantamento referente ao ano de 2003, a fim de abrir vagas para concurso.

3. Não implementação da meritocracia não à avaliação externa: Não estabeleceremos a política de diferenciar salário a partir de verificação de resultados, nem vamos promover competição entre escolas e professores o que só aprofundaria a desigualdade.

4. Inclusão dos funcionários de escola que ficaram fora do Plano de Carreira: Assunto será debatido conjuntamente com a categoria

5. Realização de concurso público no Estado com imediata nomeação: O concurso ocorrerá até o final de 2011 para provimento de cargos no ano de 2012.

6. Fim dos contratos emergenciais: Ocorrerá na medida em que forem realizados os concursos públicos.

7. Garantia do IPE público somente para os servidores e seus dependentes; Não à Reforma da Previdência: Reafirmamos os compromissos de garantir o IPE público e estabelecer um amplo debate sobre a previdência estadual.

8. Extensão do pagamento de reajustes dos ativos aos aposentados: faz parte das políticas do Governo do Estado o respeito à paridade entre ativos e aposentados.

9. Política de reajuste Salarial: O espaço e a mesa de negociações estão garantidos na Câmara Temática que integra o Codipe - Comitê de Diálogo Permanente.

10. Pagamento dos Precatórios e RPVs: Estão garantidos esses pagamentos atendendo à ordem, cronograma e valores determinados e publicamente divulgados.

11. Não às privatizações e terceirizações no serviço público e não à municipalização do ensino: O processo de municipalização foi interrompido. Como cabe aos municípios cumprir a obrigação constitucional com a oferta da educação infantil, propomos uma política de apoio técnico para a captação de recursos às prefeituras junto ao MEC para a construção de escolas de educação infantil. Sobre as terceirizações do processo educativo, foram interrompidas as iniciativas que substituíam a obrigação do Estado e a ação direta do professor.

12. Regularização dos repasses de verbas para as escolas: Foi restabelecido o repasse integral das verbas da autonomia financeira às escolas com os repasses em dia, tendo como base os critérios já adotados, entre eles o número de alunos matriculados e o IDEB.

13. Melhoria das condições de segurança nas escolas: Já está em curso uma ação pela Segurança no Trânsito para a volta às aulas, e o desenvolvimento de uma ação conjunta ao longo do ano, articulada de forma a ampliar e potencializar as ações relativas também a ações de combate à violência, prevenção às drogas, com a promoção de formação de docentes para que efetuem uma transversalidade destes assuntos no currículo das escolas.

14. Garantia da gestão democrática da escola com eleição de diretores: A Secretaria da Educação está reforçando a ampliando o conceito de gestão por meio do fortalecimento dos conselhos escolares e da construção coletiva das políticas educacionais, além do respeito ao Conselho Estadual de Educação com órgão de Estado.

15. Respeito à liberdade sindical e garantia de cedência dos 15 diretores estaduais e dos 42 diretores dos núcleos do CPERS-Sindicato: Já atendido, tanto com a cedência como com a revogação da Ordem de Serviço 04/2008.

16. Anulação dos descontos e pagamento dos dias de greve de 2008 e 2009: Reafirmamos o compromisso de abonar as faltas recebidas pelos professores das greves de 2008 e 2009, uma vez que os dias letivos foram recuperados e estabelecermos um calendário para o pagamento desses dias.

17. Implementação do piso salarial Nacional: O Governo propõe um reajuste de 8,5% para toda a categoria, mais o pagamento de parcela autônoma para equiparar os vencimentos dos níveis iniciais ao Piso Nacional. Assim, o Nível I, Letra A, 20h, por exemplo, que hoje recebe R$ 356,62, passará a perceber, com o reajuste de 8,5%, R$ 386,93. Para equiparar o vencimento ao Piso Nacional, receberá, também, uma parcela autônoma de R$ 207,05, totalizando R$ 593,98. A parcela autônoma será paga sempre como complementação aos vencimentos que ficarem abaixo do Piso Nacional, tendo-o como limite.

Fonte: SEC

domingo, 13 de março de 2011

Série heróis indígenas (1): Raoni

Esta é a primeira da série heróis indígenas com o objetivo de conhecer nossos heróis que lutaram lado a lado com os europeus. A história do Brasil não celebra um único herói indígena (nem aqueles que ajudaram os portugueses a conquistar a terra, como o Tupiniquim Tibiriça, que salvou São Paulo em 1562; o Temiminó Arariboia, que tomou parte na vitória sobre os franceses em 1567; ou o Potiguar Felipe Camarão, que ajudou a derrotar os holandeses em 1649. O “cacique” Kayapó Raoni é um herói (mas não no Brasil). É um herói para alguns europeus cheios de boas intenções e má consciência. Raoni parece ter-se tornado uma imagem. Uma imagem tão incongruente quanto a do quadro “O Último Tamoio”, de Rodolfo Amoedo. Na história real nenhum jesuíta chorou a morte do último tamoio (que eram aliados dos franceses e foram abandonados pelos padres). Haverá alguém para chorar pelo último Ianomâni?



Raoni

Raoni Metuktire é o líder dos caiapós, é um dos índios mais conhecidos no Brasil e no exterior por sua campanha em defesa do povo indígena e da floresta Amazônica. Raoni nasce em Mato Grosso, filho do cacique Umoro, do ramo dos caiapós conhecido como Metuktire. O sertanista Orlando Villas Boas é o responsável pela descoberta do grupo em 1954, quando conhece Raoni, então um jovem. O líder indígena não sabe sua idade, mas de acordo com estimativas de antropólogos deve ter hoje mais de 70 anos. Conhecido pelo botoque (1) de 8 centímetros de diâmetro que ostenta no lábio inferior, marca registrada de seu povo, faz jus à tradição guerreira da tribo – a palavra caiapó significa "gente ruim da mata", segundo Villas Boas. Em 1984, ele aparece em público pela primeira vez armado e pintado para a guerra a fim de negociar com o ministro do Interior, Mário Andreazza, a demarcação de sua reserva. Durante a reunião com o ministro, dá-lhe um puxão na orelha e diz: "Aceito ser seu amigo. Mas você tem de ouvir índio". Em 1999, puxa as orelhas do presidente da Funai, Márcio Lacerda, para protestar contra a precariedade da assistência médica nos territórios indígenas. Torna-se famoso internacionalmente a partir de 1989, quando acompanha o cantor inglês Sting numa viagem à Europa, em campanha contra a invasão das áreas indígenas. Volta à Europa em maio de 2000, em busca de suporte financeiro para desenvolver um núcleo de alta tecnologia no Parque Nacional do Xingu. O projeto prevê a criação de um instituto com seu nome para abrigar um hospital, um centro de pesquisas da biodiversidade da floresta, escolas e um núcleo de comunicação ligado à internet.

Glossário

(1)Disco de pedra ou madeira que algumas tribos americanas usam embebido no beiço inferior.

Filme

Raoni
- documentário belgo-franco-brasileiro de 1978 escrito e dirigido por Jean-Pierre Dutilleux e Luiz Carlos Saldanha.Fala sobre o cacique Raoni.

Fonte: internet

sexta-feira, 11 de março de 2011

Envelhecimento digital ajuda na busca de desaparecidos

Descrição Video

A tecnologia do envelhecimento digital pode ajudar muitas famílias a localizar filhos que estão vivos, mas em paradeiros desconhecidos. Hoje, mais de quarenta mil crianças estão desaparecidas no país. Mas a técnica ainda é pouco usada. Só no Paraná e agora também numa cidade do ABC Paulista.
Publicado em

10/03/11 00:05

quinta-feira, 10 de março de 2011

Governo de SP contrata professores

Descrição Video

O governo de São Paulo volta atrás e decide contratar os professores que passaram em concurso público, mas foram barrados pela perícia médica. Muitos haviam sido considerados inaptos porque estão acima do peso.
Publicado em

09/03/11 22:00




quarta-feira, 9 de março de 2011

Reinado do Momo

São três dia de folia: 7,8 e 9. E também a palavra que o mundo associa ao nosso país: carnaval. Com raízes na religiosidade da Idade Média, a festa chegou no Brasil, primeiro com o nome de entrudo, depois nasceu os cordões e aí os blocos. Mas o carnaval não é invenção dos brasileiros, certamente o adotamos com gosto, a ponto de transformar o rei Momo num cargo oficial.
O entrudo, durante o carnaval, era uma coisa de escravos africanos. O termo vem de “introitus”, o período que introduzia a Quaresma. No fim do século 19, começa o processo de industrialização no Brasil, chegavam os imigrantes, que não iam brincar com os escravos africanos. Quando aparece uma diversificação social, essa massa não encontrava modelos anteriores para se integrar. A elite não serve, porque são de diversão de lugares fechados. Como a diversão era o entrudo, era preciso organizar o espaço público.
Até a década de 1910 havia essa desorganização. Então a baixa classe média queria sair, mas não no meio do entrudo. Eles tinham medo do povo solto na rua. Assim começa a se organizar o que chamamos de rancho. Criavam enredos e saíam aquelas moças como “as borboletas do Egito”, com asas de arame e papel. A partir dos ranchos vai se apagando o verdadeiro carnaval no sentido da festa que o povo oferece a si mesmo. A imitação da estrutura dos rancho dá origem à Escola de Samba.
Qualquer tipo de música podia pegar no carnaval. Os ranchos tinham sua música pretensiosa, suas árias de ópera. Nos tempos de cordões, era a música do povão mais barra-pesada: “siri boiou boiou, a lagoa já secou. Siri boiou...”Pronto, estava feito o carnaval.
O samba nasceu no Rio, na Cidade Nova, perto da Praça Onze. A ocupação do Centro do Rio de Janeiro até o século 19 estava concentrada até onde hoje havia grandes cortiços. Era uma área predominantemente de negros, que trabalhavam nos trapiches. O espaço livre mais próximo era a Praça Onze, para onde esse povo é levado.
Esse é o berço do carnaval moderno.

segunda-feira, 7 de março de 2011

A onda de protestos no mundo árabe





Os protestos no Norte da África tem um cenário comum. O primeiro da leva a cair foi o presidente da Tunísia Ben Ali que estava no poder 23 anos. O segundo no Egito Hosni Mubarak era presidente havia 30 anos. Na Líbia de Muamar El Gadafi mais de 40 anos no cargo enfrenta os manifestantes na cidade de Bengasi, a segunda maior do país. Esses países são todos localizados no norte da África e de ascendência árabes, maioria muçulmana, com governos que pareciam eternos e situação econômica complicada. Segundo os estudiosos, cenários parecidos mas realidades diferentes.
Na Tunísia basicamente a economia motivou os protestos que nem visavam derrubar Ben Ali. No Egito, as razões econômicas já se confundiam com as políticas e na Líbia a razão principal seria a política. É dificil responder se os dias ira vão proceder na Líbia como foi no Egito e como foi na Tunísia. Mesmo tanto tempo no poder o carisma de Gadafi ainda é grande na população. Segundo Aly Jamal, doutor em conflitos africanos diz: “muitos dos serviços públicos, muitos dos benefícios sociais que as pessoas têm na Líbia são subsidiadas. A Líbia é um país com uma economia mais estável. É um país com muito mais riqueza do que o Sudão e do que o Egito”.
O primeiro a cair foi o presidente da Tunísia Ben Ali que estava no poder 23 anos.
A onda de protestos no norte da África também atinge a Argélia. Houve confrontos contra manifestantes contra e a favor do governo. A Frente Islâmica de Salvação se juntou aos protestos para pedir a libertação do seu líder preso pela polícia. Eles gritavam o slogan contra os judeus e contra os Estados Unidos. O partido da Frente Islâmica é considerado ilegal pelo governo argelino. Muitos manifestante foram presos.
Na Líbia, um grande produtor de petróleo no norte da África. As imagens registradas por cinegrafistas amadores mostravam protestos na cidade de Al Baydan. A Tv árabe Al Jazira noticiou duas mortes. Pelo menos 14 líderes da oposição libina foram presos, na primeira semana de protestos. Na capital o governo organizou manifestação a favor de Gadafi.
Segundo a rede de Tv árabe Al jazira, força de segurança teriam atirado contra oposicionista que participavam de um funeral na cidade de Bengasi a 2ª maior do país. A cidade é um dos principais focos de rebelião contra o governo libino. Muamar El Gadafi está quatro décadas no poder.
O Bahrein um pequeno reino no golfo pérsico é o menor país árabe. Era 3h da madrugada quando a polícia atacou com gás lacrimogênio os rebeldes acampados na rota da pérola em Manada, a capital do país de apenas 80 mil habitantes. De manhã a tv estatal mostrou o acampamento destruído para alegar que os manifestantes estavam armados, tanques do exército ocuparam a rótula. Bahrein é rico em petróleo. Cada cidadão ganha em média de 5.500 reais por mês. Porém a maioria xiita se considera discriminada pelo governo sunita. Bahrein próximo ao Irã é o centro militar dos Estados Unidos no golfo pérsico.
Os tanques amanheceram nas ruas depois dos protestos, quando as tropas do exército feriram mais de 60 pessoas. Os protestos já liderados pela maioria xiita que exige a deposição da família real sunita. Mais tarde o governo recuou e ordenou a retirada das tropas. Os manifestantes comemoraram a vitória enquanto o primeiro-ministro Salman al-Khalifa pediu calma a população. Os protestos ameaçam a reabertura da temporada 2011 da F1 prevista para 13 de março no país árabe. Os testes de pré-ttemporada podem ser transferidos para a Espanha.
No Iémen, o mais pobre dos países árabes os partidários do governo atacaram cerca de 1500 manifestantes que exigem há uma semana a renúncia imediata do presidente Ali Abdullah Saleh no poder há 32 anos. Os dois lados se enfrentaram numa guerra de pedra.
Centenas de estudantes ieminitas foram as ruas para pedir a saída Ali Abdullah Saleh. Eles entraram no conflito com o grupo que defendem o presidente. Estudantes foram baleados por manifestantes que seriam favoráveis ao governo. O presidente Saleh afirma que os protestos fazem parte de uma conspiração estrangeira contra o Iémen.
No Irã que não é árabe é Pérsia, o presidente do Supremo tribunal Aiatolá Sadegh Larijani prometeu processar os líderes da oposição por traição por terem organizado um protesto contra o regime islamita. Um novo protesto foi convocado. As filhas do ex-primeiro-ministro Mirossein Mousavi denubciam que o pai está desaparecido há dois dias.
No Leste da Turquia houve protestos no aniversário de 12 anos da prisão do líder do partido dos trabalhadores do curdistão Abdullah osalã condenado a prisão perpétua sobre acusação de terrorismo
Marcado por conflitos nos últimos 20 anos, a deflagração depois de explosões seguido de mortes e feridos ocorreu nos arredores das instalações que albergam o governo regional na cidade de Van. Segundo a agência de notícias turca Anatólia, que avança a hipótese de um atentado bombista, a explosão atingiu uma viatura municipal matando os seus ocupantes, um dos quais um policial.
A polícia tentou averiguar se tratou de uma ação suicida. A região Leste da Turquia, fronteiriça com o Irã e com o Iraque, é desde há 20 anos palco de confrontos entre a guerrilha independentista curda do PKK e os militares turcos Nos últimos dias a tensão tem aumentado na cidade de Van, onde se registou a explosão. Um advogado local acusou no início da semana o general turco Yasar Buyukanit, de comandar uma milícia ilegal cujas ações teriam como objetivo aumentar a revolta entre os curdos para desestabilizar as negociações da Turquia com a União Europeia. Adormecido desde o final dos anos 90, o conflito com as guerrilhas curdas que reclamam a independência do Curdistão, e que provocou desde 1984 mais de 30 mil mortos, parece reacender-se nos últimos meses.

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Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

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A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui