quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Fidel Castro



Fidel Castro nasceu em 13 de agosto de 1926

"O uso de armas nucleares em uma nova guerra significaria o fim da humanidade"

Fidel reafirma risco de guerra nuclear entre os EUA e o Irã

Brasil Econômico - As informações são da Agência Brasil
21/10/10 17:23

O ex-presidente de Cuba Fidel Castro reafirmou hoje (21/10) que há risco de uma guerra nuclear entre os Estados Unidos e o Irã.

Fidel disse que o uso de armas nucleares ameaça a humanidade como um todo. Para ele, deve haver um esforço global para conter o risco de guerra.

As informações são da Rádio Havana de Cuba.

"O uso de armas nucleares em uma nova guerra significaria o fim da humanidade", afirmou Fidel.

"Qualquer governo do mundo é obrigado a respeitar o direito à vida de qualquer nação e de todos os povos do planeta", acrescentou.

Segundo Fidel, a sociedade deve exigir dos líderes políticos uma reação às ameaças de guerra. "Os povos devem exigir dos líderes políticos o direito de viver. Quando a vida, o povo e os entes queridos estão em risco ninguém pode se dar ao luxo de ser indiferente ou amanhã será tarde demais".

O cubano afirmou que a ameaça não é de "danos colaterais", mas de "mortes de inocentes". "Em uma guerra nuclear, os danos colaterais envolvem a humanidade. Vamos ter a coragem de proclamar o fim de todas as armas nucleares e convencionais".

Em agosto, Fidel convocou uma sessão extraordinária da Assembleia Nacional de Cuba (o Parlamento cubano) para apelar à comunidade internacional para que reaja aos riscos de uma guerra nuclear. Para ele, o poder de decisão está nas mãos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Paulo Freire

"Como professor crítico, sou um "aventureiro" responsável, predisposto à mudança, à aceitação do diferente.
Nada do que experimentei em minha atividade docente deve necessariamente repetir-se. Repito, porém, como inevitável, a franquia de mim mesmo, radical, diante dos outros e do mundo.
Minha franquia ante os outros e o mundo mesmo é a maneira radical como me experimento enquanto ser cultural, histórico, inacabado e consciente do inacabamento."
Paulo Freire

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Che

Ernesto Che Guevara (político argentino - 1928-1967)


A cultura é algo que pertence ao Mundo, talvez seja como a linguagem, algo que pertence à espécie humana. Mas a técnica é uma arma e deve ser usada como uma arma, e cada um a usa como uma arma.
A juventude é particularmente importante, porque ela é a argila maleável com a qual se pode construir o novo homem, livre de todas as taras do passado.
A mercadoria é o núcleo econômico do sistema capitalista e, enquanto ela existir, seus efeitos se farão sentir na organização da produção e, conseqüentemente, na consciência.
A Revolução não é, como pretendem alguns, uma padronizadora da vontade coletiva, pelo contrário, é uma liberadora da capacidade individual do homem.
A verdadeira revolução é guiada por um grande sentimento de amor.
Acredito que um arquiteto como praticamente todo profissional é um homem no qual se conjugam a cultura geral da humanidade, alcançada até o momento, e a técnica geral da humanidade ou a técnica especial de cada povo.
As leis cegas do capitalismo, invisíveis para a maior parte das pessoas, agem sobre os indivíduos sem que este se aperceba. Ele não vê senão um vasto horizonte que lhe parece infinito.
Atrás de toda técnica há alguém que a segura, e que esse alguém é uma sociedade e que se está com essa sociedade ou se está contra ela.
É preciso ser duro sim, mas sem perder a ternura, jamais.
E quem pretende dizer que cidadãos devem trabalhar com seus instrumentos, somente em seu ramo específico, enquanto seu povo morre de fome, ou se mata na luta? Este homem não é apolítico, é político, mas contrário aos movimentos de libertação.
Ela (a técnica) pode ser usada para dominar os povos, e pode ser colocada a serviço dos povos para libertá-los.
Na sociedade capitalista, o homem é dirigido por uma ordem rígida que escapa ao domínio da compreensão. O indivíduo, alienado, acha-se ligado à sociedade por um invisível cordão umbilical: a lei do valor, que age sobre sua vida e modela o seu destino.
No regime socialista, apesar de sua aparente padronização, o homem é mais completo; apesar da ausência de um mecanismo perfeitamente adaptado, sua possibilidade de expressar-se e de pesar no aparelho social é infinitamente maior.
Nos momentos de grande perigo, nos momentos de grandes tensões e grandes criações, o que conta são os grandes inimigos e as grandes metas.
Nossos filhos devem possuir as mesmas coisas que as outras crianças, mas eles devem também ser privados daquilo que falta às outras crianças.
O arquiteto é um homem e está dentro da sociedade. Pode se reunir em organismos internacionais apolíticos e é correto que assim seja para manter a convivência e a coexistência pacífica, mas dizer que como homem se é apolítico é coisa que não entendo.
O individualismo deve ser, no futuro, o completo aproveitamento de todo o indivíduo em benefício da coletividade, mas para mudar de maneira de pensar é necessário sofrer mudanças interiores, e assistir a profundas mudanças exteriores, sobretudo sociais.
O mérito de Marx está na produção de uma mudança qualitativa na história do pensamento social: não só é preciso interpretar a natureza, é preciso transformá-la. O homem deixa de ser escravo do meio e se torna o arquiteto de seu próprio destino.
O verdadeiro revolucionário é guiado por grandes sentimentos de generosidade; é impossível imaginar um revolucionário autêntico sem esta qualidade.
Os vícios da sociedade se perpetuam na consciência individual e é preciso um trabalho incessante para fazê-los desaparecer. De um lado, a sociedade age com sua educação; do outro, o indivíduo, que se submete num processo consciente de autoeducação. Para construir o comunismo, é preciso mudar o homem ao mesmo tempo em que se muda a base econômica. Quando um povo alcança a consciência de sua força, a decisão de lutar, de ir para a frente, então, se é forte, pode enfrentar qualquer perigo. Se você treme de indignação na frente de uma injustiça, então somos companheiros.
Sempre, aconteça o que acontecer, o médico, por estar tão próximo ao paciente, por conhecer tanto o mais profundo de sua psique, por ser a imagem daquele que se acerca da dor e a mitiga, tem uma tarefa muito importante, de muita responsabilidade.
Vale milhões de vezes mais a vida de um único ser humano do que todas as propriedades do homem mais rico da terra.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Entrevista do presidente Lula à Carta Maior

"Se eu tivesse seguido a política do Fernando Henrique, o Brasil tinha quebrado"

Na segunda parte da entrevista à Carta Maior, o presidente Lula fala das comparações que são feitas entre seu governo e o de Fernando Henrique Cardoso, rebatendo a idéia de continuidade. "Nós só chegamos onde nós chegamos porque nós fizemos as coisas diferentes". E aponta uma de suas prioridades para o futuro: "primeiro convencer o meu partido de que a reforma política é importante, e vou trabalhar para isso; e depois, convencer os partidos aliados de que a reforma política é importante. Se tivermos maioria, poderemos votar a reforma política, eu diria, nos próximos dois anos".

Entrevista do presidente Lula à Carta Maior - primeira parte

Entrevista do presidente Lula à Carta Capital - segunda parte


PS. No "pé da página" deste blog postei os videos da entrevista!!

Canal de filmes LavTV

Canal de filmes LavTV
filmes 24 horas

Charge

Charge

charge

charge

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui