sábado, 28 de agosto de 2010

Ecos de uma Era – 21h (MEC AM)

Sábado que vem... 4 de setembro

Ecos de Uma Era apresenta sons da antiga cultura religiosa egípcia. O kabash é o conhecimento médico e filosófico dos sacerdotes do antigo Egito. Essa filosofia se preocupa em alcançar a paz interior, fortalecer a autoestima e prevenir problemas de saúde.
O programa traz aspectos da mitologia egípcia revisitados. As canções apresentadas foram recuperadas por pesquisadores paulistas especializados no gênero.
Produção e apresentação Pedro Paulo Gill

http://www.radiomec.com.br/online/default.asp

Tribos – 23h

Nesta quarta... Tribos – 23h
Na Sky canal 116
Na Net PoA Canal 3
Na internet http://www.tvbrasil.org.br/webtv/
Tv Brasil

Hamar

No segundo episódio da travessia do explorador e pesquisador Bruce Parry pelo rio Omo, na Etiópia, ele chega em uma canoa ao povo Hamar. Essa tribo tem uma vida ditada por alguns dos rituais mais estranhos que ele encontrou até agora em sua viagem por esta região da África.

Para se tornar um homem entre os Hamars é preciso participar de uma ousada corrida, montado em um animal bovino, nu e untado com fezes de vaca. Bruce é convidado a participar da iniciação, mas será que ele corre o risco de estragar o grande dia de alguém?

Ao mesmo tempo que ocorre a corrida de touros, há uma cerimônia para as mulheres: elas são impiedosamente açoitadas, deixando grandes feridas nas costas. E embora não possa aceitar isso sob uma perspectiva ocidental, Bruce fica sabendo que as próprias mulheres aprovam. Se uma mulher se recusasse a participar do açoitamento, ela seria banida. As mulheres estimulam os homens a usarem suas varas, cantando canções com letras como: “Vamos ser açoitadas, estou pronta”.

O britânico Bruce Parry começa a praticar os saltos com duas vacas, sob a supervisão atenta de Suri, o membro da tribo com quem vai dividir a iniciação. Mas mesmo o valente Bruce sente-se temeroso com a chegada do grande dia. Usando apenas uma cruz feita com casca de árvore para protegê-lo das coisas ruins que fez no passado e esfregado com areia para levar os pecados da juventude, Bruce está pronto para cavalgar no longo do animal e viver mais esta experiência estranha.

O Vale do Rio Omo é um local remoto e árido, habitado por alguns dos povos nômades de pastores de gados. E quase todos em guerra uns com os outros. No episódio da semana passada, Bruce Parry esteve com o povo Nyangatom, um dos mais temidos guerreiros do Vale.

domingo, 22 de agosto de 2010

Abbey Lincoln


A cantora e compositora de jazz americana Abbey Lincoln, conhecida por seu ativismo político e seu compromisso com as minorias, morreu neste sábado (14), aos 80 anos, em Nova York.

Segundo o jornal “The New York Times”, o irmão da última grande dama do jazz, David Wooldridge, confirmou que a cantora morreu em Manhattan.

As causas de sua morte não foram reveladas, embora Abbey Lincoln tivesse a saúde delicada desde que foi operada do coração em 2007.

A cantora foi personagem controvertido por seu compromisso com os direitos humanos e raciais nos anos 60 nos Estados Unidos. Nessa época teve sucesso também no cinema, e, depois, se aposentou. Mas ela reapareceu com força na década de 1990 como cantora, compositora e líder espiritual.
Abbey contracenou com Ivan Dixon, em 1964, no drama racial “Nothing but a man” e com Sydney Poitier, em 1968, em “Um homem para Ivy”.

Sua música foi derivando desde os experimentos mais estridentes e rupturistas do africanismo militante rumo a um repertório predominantemente de baladas, com uma doce suavidade inspirada em Billie Holiday.

A cantora nasceu Anna Marie Wooldridge em Chicago, no dia 6 de agosto de 1930, e cresceu na área rural de Michigan como a décima filha de uma família de 12 crianças.

Atraída desde jovem pela música se mudou para Los Angeles aos 19 anos, onde começou sua carreira. Seu último disco, “Abbey sings Abbey”, foi gravado em 2007, aos 77 anos.
Fonte: Nilnews (agosto 15, 2010)

sábado, 21 de agosto de 2010

Nos porões da tortura

A TV Record apresentou uma série de 4 reportagens sobre os sítios clandestinos da repressão.








Cara e Coroa – 20h

Na TV Brasil
Canal 116 (Sky)
Canal 3 (Net Poa)
Internet http://www.radios.com.br/playtv/1_tvunatal-br.htm

O racismo é debatido por diferentes gerações em Cara e Coroa
No programa Cara e Coroa de terça (24), a dupla Milton Coelho da Graça e João Rocha Lima procura saber o que jovens e idosos pensam sobre o racismo.

O brasileiro é racista? A intolerância ainda faz parte do nosso vocabulário? João, o cara, busca as respostas no Rio de Janeiro. E Milton, o coroa, viaja até Porto Alegre para conhecer pessoas que trabalham na valorização da cultura negra. Especialistas falam do processo histórico que envolve o racismo: a formação do povo brasileiro, o conceito de raça e os desafios de vencer todo o tipo de preconceito e discriminação.

Apresentação: Milton Coelho da Graça e João Rocha Lima

Horário: Terças, às 20h.

Diferentes gerações debatem sobre o tema Racismo

Nota
Twitter da TV BrasiL

Crimes políticos

Na revista da Biblioteca Nacional e evento falam investugação histórica sobre crimes políticos. A seguir trechos:
"As diversas práticas de torturas, traições, assassinatos, prisões, emboscadas, suicídios e atentados contra os presos políticos ocorridos num passado recente da história do Brasil serão discutidos no próximo debate do projeto Biblioteca Fazendo História. O evento será no dia 17 de agosto, às 16h, na Biblioteca Nacional. Será possível acompanhar o debate ao vivo através"
Leia mais: http://rhbn.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=3200

Twuitter: http://twitter.com/rhbn


RHBN e os professores

Em agosto, a Revista de História lançou mais uma série de ações voltadas para o aperfeiçoamento do ensino da disciplina pelos professores do ensino fundamental e básico. Para incentivar a leitura e discussão dos artigos da Revista com os alunos, serão anexados encartes às edições distribuídas para as escolas públicas através da parceria com o Ministério da Educação. Além destes materiais pedagógicos, a RHBN conta também com um espaço no Portal do Professor e irá realizar diversos workshops com educadores em 12 Pontos de Cultura de diversas regiões do país.
Leia mais: http://revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=blog

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Como nossos Pais

A derrota dos sonhos da juventude rebelde numa canção dos anos 1970.
Vale a pena a reflexão.
Lá no final deste blog...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Saúde & História

Saúde & História: Hospital Moinhos de Vento inaugura exposição que resgata a memória da instituição
O Hospital Moinhos de Vento inaugura nesta segunda-feira a mostra “Hoje Hospital Moinhos de Vento, ontem Hospital Allemão de Porto Alegre”. A exposição irá apresentar pela primeira vez ao público externo peças como fotografias, instrumentos cirúrgicos, exemplares da literatura médica e plantas arquitetônicas da época da fundação do hospital.

De acordo com o coordenador do Espaço Memória Amarilio Vieira de Macedo (EMAVM), João Celeste, a mostra compreende desde a data de lançamento da pedra fundamental do Hospital Allemão de Porto Alegre (Deutsches Krankenhaus), ocorrida em 21 de junho de 1914, até a mudança do nome da instituição para Hospital Moinhos de Vento, em homenagem ao bairro, em 1942. A mostra será inaugurada dia 16 de agosto, às 19h, devendo permanecer até o dia 29 de setembro, no hall de en trada da Clínica Tiradentes, número 333. Maiores informações podem ser obtidas com o coordenador do EMAVM, João Celeste, pelo e-mail joão.celeste@hmv.org.br ou pelo telefone (51) 3314-3434 begin_of_the_skype_highlighting (51) 3314-3434 end_of_the_skype_highlighting, ramal 4039.



Serviço:

O quê? Exposição “Hoje Hospital Moinhos de Vento, ontem Hospital Allemão de Porto Alegre”

Quando? De 16 de agosto até o dia 29 de setembro

Horário: das 8h às 18h

Local: no hall de entrada da Clínica Tiradentes, número 333

domingo, 8 de agosto de 2010

Livro: curiosiddades pessoais dos politicos



Fernando Henrique Cardoso adora comprar ternos de US$ 400 nas liquidações da Saks Fifth Avenue, loja de departamentos em Nova York, tem um contrato com a Fernando Henrique Cardosode US$ 70 mil por ano (descontando impostos, cerca de US$ 5 mil por mês), seu instituto começou com US$ 7 milhões em caixa doados por empresários, seu agente para palestras é o mesmo de Bill Clinton (em média, US$ 40 mil por palestras, mas já recebeu US$ 60 mil para falar por menos de vinte minutos em Praga), gosta de malas de viagem de cor berrante e não guarda canhoto de cartão de crédito.

Já José Serra nunca se sentiu tão bem quanto num palco, como ator, foi o “galã das meninas” e cantava músicas de Nat King Cole no ouvido delas.

A maior tristeza da vida de Dilma Rousseff é de não ser pintora. Por outro lado, José Dirceu fica “louco sem um hidratante” e Marina Silva só escreve com lapiseira e em letra de forma.

Os perfis projetam um foco humano e, por que não, muitas vezes até banal sobre personagens públicos a quem pouco conhecemos na intimidade. Também trazem um levantamento de sua história política e pessoal.

Intimidade política

É quando descobrimos que Serra era um galã bem-sucedido que cantava Nat King Cole aos ouvidos das mulheres, ou como Dilma desmanchou o namoro. O processo de alfabetização de Marina Silva, aos 16 anos, no Acre, antes de se tornar empregada doméstica, com direito a entrevista da patroa.

São detalhes de entrevistas concedidas à revista Piauí, reunidas agora no livro Vultos da República, uma preciosidade que chega às livrarias, comprovando o importância de João Moreira Salles no jornalismo brasileiro.

Escritos por quatro dos melhores jornalistas brasileiros da atualidade — Consuelo Dieguez, Daniela Pinheiro, João Moreira Salles e Luiz Maklouf Carvalho —, os perfis reunidos neste livro certamente ajudam a iluminar as alternativas eleitorais de 2010. Mais do que isso: por sua alta qualidade, são textos sem data de validade, capazes de sobreviver à circunstância e continuar sendo, muito além de outubro próximo, uma leitura fascinante.

Regulamentação da Profissão de Arqueólogo

Repassando.

Fonte: Grupo de discussão do Curso de História da Faculdades Porto Alegrenses.

Oi Gente!!!

Estou pediando a ajuda para regulamentar a profissão de arqueólogo, pois sem a regulamentação, entre outras coisas, não se pode colocar cargos de arqueólogos em orgãos públicos. O resultado disso é pessoas de outras áreas decidindo o que é certo e errado, bom e ruim, para a arqueologia no país. Na prática o que ocorre em decorrência dessa desqualificação na tomada adas decisões é a destruição insdiscriminada de vários sítios aqueológicos em zonas urbanas e rurais.
A destruição dos sítios representa a nossa história perdida.
Na escola, muitas vezes, os alunos reclamam que só aprendem coisas de outros lugares, como a Europa e os EUA, antigamente se dava a descupa que éramos uma nação jovem sem grandes fatos para contar... Hoje o discurso mudou e se exalta a importância de resgatar a presença do negro e do índio na formação da sociedade brasileira, mas como faremos isso se os locais onde existe a evidência da vivência desses grupos, os sítios arqueológicos, sendo sendo patrolados e afogados sem podermos fazer nada, uma vez que a lei os respalada?
A primeira coisa é a regulamentação da profissão de arqueólogo! Ajudem-nos! Ajudem a cultura e a sociedade brasileira!!! Ajudem-se!!!,

Por favor, assinem e repassem esse email (para todos de sua lista de preferência). Podem assinar sem problema que é seguro. Isto é muito importante para organizar, valorizar e qualificar nossa profissão.

Abraços, Juliana Mohr!




O abaixo-assinado para a Regulamentação da Profissão de Arqueólogo já está online! Basta acessar este endereço e assinar:

www.abaixoassinado.org/abaixoassinados/6 257
Mãos à obra!


Um noite em 1967

Livro de 1859

Apontamentos da População, Topografia e Notícias Cronológicas do Município da Cidade de São João del-Rei. Província de Minas Gerais. Oferecidos ao Ilustríssimo Sr. Comendador Antônio Simões de Sousa é livro da autoria
de José Antônio Rodrigues.

• O livro foi impresso na Tipografia de J. A. Rodrigues, em 1859, e talvez seja a primeira edição impressa na cidade de São João del-Rei - MG (Brasil).

• O autor, natural de São João del-Rei, Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, Promotor Público da Comarca do Rio das Mortes e Inspetor Municipal da Instrução Pública, homem ilustrado de sua época, produziu informações interessantes, chegando a ser citado pelo viajante Richard Burton, que dos Apontamentos se serviu francamente em sua obra Viagens aos Planaltos do Brasil.

• A obra possui méritos, sobretudo pela singularidade do contexto, todavia, na nossa interpretação, algumas assertivas carecem de elementos comprobatórios.

• A captura desta obra foi possível graças aos esforços do Sr. Silvério Parada, confrade do IHG de SãoJoão del-Rei.

Veja os fac-símiles em:

http://www.patriamineira.com.br/arquivos.php?acao=arquivos&id_cat=17&id_subcat=10


Blog sobre a Ditadura Militar

Blog "Ditadura militar, imprensa e luta armada no Brasil - o papel da imprensa na deslegitimação da luta armada no Brasil durante a ditadura militar"

http://www.imprensaelutaarmada.blogspot.com/

Arquivos Públicos Digitais

"O Site Britânico http://www.historypin.com/ parceiro do Google, foi criado este ano, com a meta ambiciosa de se tornar um arquivo gigantesco de fotos históricas, de cidades, costumes e etc., na internet. Lá já se encontra algumas fotos do Rio de Janeiro, para ser mais especifico 14 fotos (abaixo), sites como este talvez venham a se transformar em verdadeiros arquivos públicos digitais de fácil acesso e gratuito (Quem sabe?).Ferramentas como esta, podem no futuro ajudar e muito no Ofício do Historiador, o acesso pode ser feito pela conta do Google e a interface é semelhante ao Google Maps."

Fonte: GEHB (07/08/2010)

Canal de filmes LavTV

Canal de filmes LavTV
filmes 24 horas

Charge

Charge

charge

charge

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui