quarta-feira, 24 de março de 2010

A história pensada


Livro: A história pensada - teoria e método na historiografia europeia do século XIX
Autor: Estevão de Rezende de Martins (Org)
Editora: Contexto
Ano: 2010

A "disciplina" da historiografia, no sentido contemporâneo do termo, surgiu na transição do século XIX para o século XX, mediante um primeiro corpo de regras e normas metodológicas fixado sob influência do positivismo e do historicismo. Os autores e os textos que constam da presente obra foram escolhidos em função de seu caráter estratégico para a compreensão desse percurso de estruturação dos modelos de conhecimento histórico e de sua repercussão. Optou-se por autores e textos não (ou só dificilmente) disponíveis em português.
A seleção, tradução e revisão dos textos foram feitas por importantes historiadores, que também escreveram um comentário em todo capítulo. Cada comentário é simultaneamente introdução ao autor e explicação do texto. Assim, o leitor tem acesso à obra de: Thomas Carlyle, Johann Gustav Droysen, Ernst Bernheim, Wilhelm von Humboldt, Theodor Mommsen, Karl Lamprecht, George Macaulay Trevelyan, Jacob Burckhardt, Leopold von Ranke e Henry Thomas Buckle. Obra essencial para historiadores e estudantes de História.

GT ESTUDOS ÉTNICOS

Home Page do GT ESTUDOS ÉTNICOS no endereço http://www.gtestudosetnicos.tk
O website é resultado da experiência do GT ao longo de vários anos de atividades.
Com destaque ao Guia Bibliográfico sobre Grupos Étnicos no Rio Grande do Sul (menu "Bibliografia"), elaborado com a contribuição de vários colegas. Pensado como instrumento de orientação para pesquisadores, o Guia deverá ser aperfeiçoado ao longo dos anos e, desde já estamos acolhendo títulos ausentes no levantamento ou referências de novas publicações.

Fonte: Anpuh

István Jancsó



István Jancsó

Morreu nessa terça-feira (23) István Jancsó, professor da USP (Universidade de São Paulo), de acordo com a assessoria de imprensa da universidade.

Jancsó era docente titular do IEB (Instituto de Estudos Brasileiros) da universidade e também o coordenador-geral do Projeto Brasiliana USP, que inclui a biblioteca que está em contrução no campus do Butantã, na zona oeste de São Paulo.

O acervo será composto por livros doados pelo empresário José Mindlin. A coleção com cerca de 17 mil títulos e 40 mil volumes, formada ao longo de 80 anos pelo empresário, faz um retrato da cultura brasileira.

As pesquisas de Jancsó discutiam a problemática das estruturas nacionais e eram relacionadas ao projeto temático A formação do Estado e da nação brasileiros (1780-1850), com o apoio da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

O professor orientava três projetos de iniciação científica, três de mestrado, cinco de doutorado, supervisionando três estágios pós-doutorais.

A USP informou que seu corpo será cremado no Crematório da Vila Alpina (av. Francisco Falconi, 437, Vila Alpina, São Paulo).

Suas pesquisas focavam a problemática das estruturas nacionais, desde 2004 desenvolvidas no âmbito do Projeto Temático “A formação do Estado e da nação brasileiros (1780-1850)”, do qual é Coordenador Geral, e que conta com o apoio da FAPESP. Atualmente orientava um projeto de Iniciação Científica, um de mestrado, cinco de doutorado, supervisionando dois estágios pós-doutorais. Era editor da revista eletrônica de História Almanack Braziliense, e integra o conselho editorial de cinco revistas especializadas.

Fonte: Nilnews

segunda-feira, 22 de março de 2010

África do Sul relembra Massacre de Sharpeville

21 de Março: Dia Internacional Contra a Discriminação Racial. Uma data instituída pela ONU para relembrar o massacre de Sharpeville, na África do Sul.

Foi há 50 anos que a polícia abriu fogo contra civis negros que protestavam pacificamente e matou 69 pessoas.

Hoje, o vice-presidente sul-africano, Kgalema Motlanthe, relembrou que “a liberdade também obriga os estados a protegerem os direitos humanos”.

A 21 de Março de 1960, a população negra reuniu-se para queimar os passes que o governo a obrigava a transportar em permanência.

O massacre constituiu o ponto de viragem na luta contra o Apartheid, que focalizou as atenções do mundo inteiro na África do Sul e levou o governo a proibir o ANC, de Nelson Mandela.

Meio século depois e, em liberdade, a população reuniu-se no cemitério de Sharpeville para recordar os que morreram.

Os sobreviventes falam em perdão, mas não esquecem o que aconteceu. “À medida que o tempo passa e que começamos a deixar as coisas para trás, limito-me a dizer ‘durmam bem, nunca vos vamos esquecer.’ A partir de agora, não choramos mais. Perdoamos os que vos fizeram isto, mas nunca o esqueceremos”, conta uma sobrevivente.

Mas muitos estão cansados de contar as suas histórias. 16 anos após o fim do Apartheid, exigem direitos básicos, como electricidade, água corrente, escolas e trabalho.

Fonte: euronews (21/3/2010)

sábado, 20 de março de 2010

Lições de História

No ar o novo blog de História "Lições de História" trazendo exercícios, desafios, textos de apoio, muitas ilustrações. Este blog servirá como uma ponte entre professor e aluno.

Lições de História

sexta-feira, 19 de março de 2010

Sobre o período em que Tancredo Neves

No Roda Viva de segunda-feira, 22, às 22h10 conversa com Rubens Ricúpero embaixador sobre o período em que Tancredo Neves foi o presidente eleito do Brasil


O curto período entre a eleição do Colégio Eleitoral e a posse de Tancredo Neves, durante os meses de janeiro e março de 1985, Tancredo Neves decidiu viajar para garantir a sua posse. Temendo um golpe, ele foi ao exterior se apresentar como o novo presidente eleito e assim conseguir comprometimento internacional com o novo momento da história do Brasil.

Essa viagem foi documentada num diário feito pelo diplomata Rubens Ricupero, na época, assessor internacional da comitiva. O diário virou livro e se transformou num novo registro histórico da transição entre o regime militar e a democracia. O livro marca os 25 anos da Nova República e o centenário de nascimento de Tancredo Neves.

Rubens Ricupero fez carreira diplomática no Itamaraty e representou o Brasil nas Nações Unidas, em Genebra, foi secretário geral da UNCTAD, órgão da ONU para o Desenvolvimento e o Comércio, ocupou os cargos de ministro do Meio Ambiente e da Fazenda no governo Itamar Franco e também foi embaixador brasileiro nos Estados Unidos e na Itália.

Participam como convidados entrevistadores:
Augusto Nunes, colunista do site da revista Veja; Carlos Eduardo Lins da Silva, editor da revista Política Externa; Denise Rothenburg, editora de política do jornal Correio Braziliense e Rubens Barbosa, Ex-embaixador do Brasil em Washington e presidente do Coscex (Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp).

Apresentação: Heródoto Barbeiro


O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.
http://www2.tvcultura.com.br/rodaviva

sábado, 6 de março de 2010

Che Guevara

Achei na rede... "Che Guevara: foto famosa faz 50 anos"

Nesta sexta-feira (5) se completam 50 anos do dia em que o fotógrafo cubano Alberto Díaz, conhecido como Korda, tirou a famosa fotografia em primeiro plano do argentino Che Guevara, com sua boina de guerrilheiro e o cabelo alvoroçado, uma das imagens mais reproduzidas, veneradas e comercializadas do século XX.

Em 5 de março de 1960, Che, decretado cubano de nascimento por seu companheiro de armas Fidel Castro, assistia com outros líderes da revolução recém-nascida ao funeral de quase 100 vítimas do atentado que sofreu na véspera, no porto de Havana, o navio francês La Coubre, carregado de armas.

A imprensa cubana lembra que aquele era um dia cinza e de inverno e que Korda não havia previsto a importância da imagem captada com sua câmara Leika, a qual, anos depois, percorreria o planeta em capas de livros, cartazes políticos, fachadas de edifícios e camisetas da moda.

Próximo ao guerrilheiro argentino estavam os intelectuais franceses Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir, perseguidos por Korda, fotógrafo do periódico Revolución.






Aqui a foto como foi feita, no original

Johnny Alf


Deu no Estadão: "Johnny Alf era classe A, mas viveu no lado B"Avesso à badalação, trocou o Rio por SP e se tornou um dissidente, ficando fora da panela da bossa nova

(Lauro Lisboa Garcia)

Johnny Alf (1929-2010)
SÃO PAULO - Caso típico de gênio cult subestimado pelo gosto popular, Alf, como a história da bossa nova, não parou nunca. E mesmo produzindo pouco, não se deteve no pedestal de pioneiro. Embora escassa, sua discografia é registro insuspeito de que esteve aberto às transformações de cada época (no disco Desbunde Total gravou até balada pop), sem perder a linha; e suas influências, tão notáveis, não permitem que sua fama seja reduzida à de precursor da bossa nova, mas um de seus motores constantes. Jamais deixou de soar moderno e estimulante. Está aí Mais Um Som, para quem quiser comprovar.
Com o pseudônimo de apelo internacional e o estilo sofisticado que namorava com o cool jazz, Alf poderia ter-se lançado à fama nos Estados Unidos - como o fizeram Sergio Mendes, Astrud Gilberto, Laurindo de Almeida, Moacir Santos, Eumir Deodato e Antonio Carlos Jobim. Isto se tivesse pelo menos aceitado o convite do compositor Chico Feitosa para se apresentar no Carnegie Hall, em Nova York, no evento que consolidou o sucesso da bossa nova no exterior, em 1962. Preferiu ficar no Rio.
Alf era classe A, mas viveu no lado B da bossa nova. "Ele não estourou porque chegou cedo demais", afirmou Roberto Menescal. Conta ponto também o fato de Alf ser avesso a badalação e o fato de ter trocado o Rio por São Paulo o fez situar-se como dissidente, ficando fora da panela da bossa nova em sua eclosão. "O que eu faço não é bossa nova, mas samba jazz", desconversou certa vez.
Alf era tímido, muito discreto e modesto. "Posso dizer que fiz alguma coisa um pouco antes do resto do pessoal", disse. Suas melodias e letras até meados dos anos 1960 eram carregadas de melancolia noturna: nada de barquinhos, manhãs de luz e tardinhas de cartão postal. O estilo de vida de então e, paralelamente o de sua música, destoava do padrão ensolarado de seus pares cariocas. Não estranha que tenha trocado a beira-mar pela então fria capital paulista, desestimulado que se sentia na terra da Garota de Ipanema. "Sempre estive afastado da patota, porque sou muito desconfiado das pessoas. Os problemas que tive na vida me criaram dificuldade de relacionamento. Em meio de grupinho, nunca estava seguro."
Tampouco surpreende o fato de que Ilusão à Toa, composta nos pouco liberais anos 50, seja considerada uma canção de amor gay enrustido. Uma das que vêem a letra por esse ângulo é a cantora Leila Maria, que lançou em 2007 um álbum temático, Canções do Amor de Iguais, que inclui a canção de Alf que inspirou Um Certo Alguém (Lulu Santos/Ronaldo Bastos) e Amor Mais Que Discreto (Caetano Veloso).

Canal de filmes LavTV

Canal de filmes LavTV
filmes 24 horas

Charge

Charge

charge

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Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui