terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Isabel Clark

Na última semana dos Jogos Olímpicos de Inverno de Vancouver, o Brasil ainda continua sem medalhas conquistadas. Com apenas cinco atletas e ausência de divulgação, 5% da população sabem deste evento esportivo. "É uma vergonha!" como diz conhecido jornalista.
A atleta Isabel Clark, que foi a porta-bandeira do Brasil não se classificou para a fase final da competição em Cypress Mountain, 16 de fevereiro. Das 40 da lista de largada, ficou em 19º precisava entrar entre as 16 primeiras para passar à fase final. Mas foi por pouco.
Cabe lembrar, em Turim-2006, a snowboarder Isabel Claruk, 33 anos, havia terminado em 9º lugar.
Nesta edição, a canadense Maelle Riker que recuperou da queda do primeiro percurso eliminou Isabel Clark da final.
O tempo não era dos melhores, pois depois de quatro alterações de horários por causa de chuva pesada e do nevoeiro que baixou sobre a Cypress Mountain, a oeste de Vancouver, a disputa do snowboard cross feminino (com duas descidas por atleta, valendo o melhor tempo) começou com interrupção. Houve aí, a meu ver, falta de bom senso. Por que não deixar a competição em Cypress Mountain para outro dia? ou a Lindsey Jacobelles (a musa dos jogos olímpicos de inverno) tirou atenção dos organizadores?
Tyrone
Historiador

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Maestro João Carlos Martins

Nesta segunda-feira no Roda Viva, 22, às 22h00 o entrevistado do programa é o Maestro João Carlos Martins.

A música clássica sempre esteve na sua vida, apesar dos percalços que sofreu. João Carlos Martins teve formação de pianista clássico e dos 9 aos 14 anos já acumulava cinquenta apresentações em auditórios.

Aos 19 anos, ele estreou nos Estados Unidos e decolou a carreira internacional que o marcou como um dos principais intérpretes do compositor alemão Johann Sebastian Bach. Aos 26 anos, João Carlos Martins passou a enfrentar os problemas que mais tarde paralisaram suas mãos.

Perder parcialmente o movimento das mãos tirou dele a possibilidade de tocar piano profissionalmente, mas não o impediu de seguir a sua trajetória na música. Após décadas de tratamentos e cirurgias, que o afastaram do piano, em 1995 João Carlos Martins voltou aos teclados. Em 2003, ele se despediu do piano e estudou regência para se tornar maestro.

Atualmente, o maestro João Carlos Martins realiza um projeto de popularização da música clássica e de inclusão social através da formação musical de jovens carentes e é regente da Filarmônica Bachiana Sesi/SP.

Participam como convidados entrevistadores:
Gilberto Dimenstein, integrante do Conselho Editorial do jornal Folha de S. Paulo, autor de livros educacionais e criador da Cidade Escola Aprendiz; Enio Squeff, artísta plástico e crítico musical; Nelson Kunze, diretor e editor da revista Concerto e Daniel Daibem, apresentador do programa Sala dos Professores da Rádio Eldorado.

Colaboradores:
Júlio Moraes, jornalista (http://twitter.com/juliomoraes) e Natália Antonio da Silva, estudante (http://twitter.com/natiantonia).
Mario Abel Bastos, assistente de fotógrafo (http://flickr.com/sandmanbras).

Apresentação: Heródoto Barbeiro

O Roda Viva é apresentado às segundas a partir das 22h00.
Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.

Golpe de Estado no Níger


Outro golpe depois de Honduras. Agora, o país pobre da África Ocidental mas produtor mundial de urânio!
O exército tomou o poder ontem, 18 de fevereiro. A junta militar derrubou o presidente Mamadou Tandja. O golpe de Estado pode ter sido comandado por Adamou Harouna. As tensões têm se intensificado no Níger nos últimos meses depois que Mamadou Tadja mudou a Constituição para estender seu mandato para o seu projeto de reforma constitucional o que provocou críticas generalizadas e sanções internacionais.
Mamadou Tadja, militar, chegou ao poder em 1999. Em 20 dezembro último seria o fim do mandato quando através de um referendo deu vitória com 92,5% dos votos a ele, mas a oposição acusou lhe de fraude nas eleições. Daí em diante travou uma crise política que desencadeou no golpe de ontem.
No quadro internacional, a situação contribuiu fortemente a quebra do preço de urânio, no mercado mundial.
Politicamente, existem quatro forças politicas: Movimento Nacional pelo Desenvolvimento da Sociedade de (MNDS)partido de Mamadou Tadja, Convenção Democrática e Social (CDS), Partido de Níger pela Democracia e Socialismo (PNDS), Reunião pela Democracia e pelo Progresso (RDP e o grupo rebelde do Tuaregos no norte do país movimento de Niger para justiça (MNJ). Apesar deste quadro político, os militares sempre gozaram de grande influência democráticas.
Cabe lembrar, Mamadou Tadja se tornou conhecido depois de acusarem ele de feito acordos com o regime de saddam Hussein para vender urânio ao Iraque.
No momento quando escrevia este texto agência de notícias "euronews" noticiava que o presidente está nas mãos dos militares e que e aparentemente o golpe de Estado foi bem-sucedido, pois a rádio nacional só emite música militar. A ver.
Tyrone
historiador

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Jogos Olímpicos de inverno

O Canadá é a sede dos Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver. Essa cidade litorânea localizada na Colúmbia Britânica do Canadá. O carnaval tirou o brilho da 21ª edição dos Jogos Olímpicos. Nesta edição, pela pela primeira vez na história da televisão brasileira está sendo transmitindo em canal aberto. Infelizmente, apenas por uma rede nacional.
Poucos sabem, o Canadá é uma monarquia parlamentarista. O nome da governadora-geral se chama Michäelle Jean e o primeiro-ministro Stephen Harper e a chefe de Estado, a rainha Isabel II.
O nome da cidade sede, Vancouver, vem do capitão George Vancouver, que explorou uma área na década de 1790. Em Vancouver essa área metropolitana a oeste do Canadá é a terceira maior do país e com uma população excedente de dois milhões de habitantes.
As Olímpiadas modernas criada por Pierre Cobertain, em 1896, acontece de quatro em quatro anos no verão. Também de quatro em quatro anos os jogos olímpicos de inverno desde 1924. Aí, os jogos são intercalados e, portanto, temos as Olímpiadas de dois em dois anos.
Os jogos olímpicos de inverno começou sexta passada (12) e vai até o último dia do mês corrente. O Brasil está sendo representado por cinco atletas a saber: 1.Isabel Clarck (snowboard) e que conduziu a bandeira nacional; 2.Jaqueline Mourão (esqui cross-country); 3.Leandro Ribela (esqui cross-country); 4.Maya Harrison (esqui alpino);5.Jhonathan Longhi (esqui alpino).
Depois de tocar o "Deus Salve a rainha", hino do Reino Unido e da Commoniveath, a bandeira nacional do Canadá foi içada e levada até o mastro por nove agentes da polícia montada. A cerimônia de abertura, no BC Place, no estádio de 60 mil lugares completamente lotados fez homenagem ao atleta da Geórgia, Nodar Kumaritashvili, que morreu, dia 12, no treinamento para a competição de luge (treinó).
O que impressinou a população no BC Place foi a jovem de 16 anos, Nikki Yanofsky que interpretou o hino canadense.
Enfim, os jogos olímpicos de inverno em Vancouver é um evento grandioso reunindo mais de 80 países. Veja só, os países comunistas estão competindo: Coréia do Norte e China exceto Cuba e Vietnã. Outros países que merecem destaque são Paquistão e a Índia. Ambos com problemas étnicos, políticos e religiosos desde a partilha da Índia. Mas e a Palestina? Não poderia ter uma delegação representando em Vancouver?
Nem tudo é festa. Protestos de pessoas que pedem habitação social antes da cerimônia de abertura dos jogos ocorreram. E a repressão?

Tyrone
Historiador



Abertura da cerimônia dos jogos olímpicos de inverno em Vancouver e homennagem a Nodar Kumaritashvili



A atleta Isabel Clark conduzindo a bandeira nacional



Protesto marcou Vancouver antes da abertura da cerimônia

Fonte iconográfica
R7.com

Saiba mais

Breve História do Canadá de Desmond Morton. Editora Alfa Ômega, 1989

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Pachukanis


O Centro de Estudos e Documentação da UNICAMP/IFCH sobre o Pensamento Antigo Clássico, Helenístico e sua Posteridade Histórica/IFCH lança livro sob organização do prof. Márcio Bilharinho Naves, "O discreto charme do direito burguês: ensaios sobre Pachukanis".
O livro dele é uma análise centrada no legado teórico do jurista
marxista russo.
Tyrone
Historiador
Publicações IFCH/UNICAMP

Universidade Livre de Berlim


O Centro de Pesquisas Brasileiras (CPB) fica localizado na Universidade Livre de Berlim. O CPB abrange as disciplinas história, economia, sociologia, ciência politica, literatura, antropologia e geografia. O núcleo reúne não só profissionais do Instituto Latino-Americano, mas também de outros departamentos da universidade berlinense.
Segundo Sérgio Costa, diretor do Centro de Pesquisas Brasileiras, "Somos seis professores catedráticos, oito pesquisadores assistentes e quase 25 doutorandos. Com essas dimensões não existe um centro na Europa que trabalhe especificamente sobre o Brasil"
O objetivo principal da entidade é apoiar o desenvolvimento de pesquisas sobre temas brasileiros na Alemanha, cuja quantidade é relativamente pequena, principalmente quando se compara com outras nações latino-americanas.
Tyrone
Historiador
Saiba mais
Novo Centro de pesquisas do Brasil para Estudos Latino-americanos da Universidade Livre

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Haiti III

No Roda Viva desta noite às 22h00 o coronel João Batista Bernardes
Comandante das Tropas Brasileiras no Haiti está sendo entrevistado.

O Haiti - que divide a Ilha Hispaniola com a República Dominicana, no mar do Caribe - foi uma colônia francesa produtora de açúcar até o início do século XIX e luta, desde 1804, quando se tornou independente graças a uma rebelião de escravos, para combater a pobreza e a miséria.

O país tem uma história cercada por golpes de estado e de governos corruptos e autoritários. Em 2001, Jean-Bertrand Aristide elegeu-se presidente, mas renunciou em 2004 diante de um levante armado, abrindo uma nova crise. Foi quando as Nações Unidas decidiram enviar a Força de Paz, liderada pelo Brasil, para pacificar o Haiti e reerguer a nação.

No mês passado, o país mais pobre da América foi atingido por um forte terremoto que deixou mais de 200 mil mortos. Com o governo fragilizado, seus prédios destruídos e quase sem recursos para trabalhar, o Haiti se tornou ainda mais dependente da ajuda internacional.

A Missão da ONU de Estabilização do Haiti conta com a participação de 7 mil homens de 18 nações, sendo que o comando é do Brasil, sob responsabilidade do General Floriano Peixoto Vieira Neto. As tropas brasileiras estão nas mãos do coronel João Batista Carvalho Bernardes desde julho de 2009.

Participam como convidados entrevistadores:
Eliana Catanhêde, colunista do jornal Folha de S. Paulo; Lourival Sant'Anna, repórter especial do jornal O Estado de S. Paulo; Diego Escosteguy, repórter da sucursal de Brasília da revista Veja e Sérgio Utsch, Repórter do SBT.
Twitters no estúdio: Aloisio Milani, jornalista, coordenador do site haiti.org.br (http://twitter.com/haitibr); Marília Marsulo Gouvêia, professora (http://twitter.com/mariliamarsulo) e Thiago Ribeiro Santa Rosa, analista de tecnologia da informação (http://twitter.com/thiagorsr).
Flicker: Duda Groisman, fotógrafo (http://www.flickr.com/photos/duda-groisman)


Apresentação: Heródoto Barbeiro


Transmissão ao vivo pela Internet

Canal de filmes LavTV

Canal de filmes LavTV
filmes 24 horas

Charge

Charge

charge

charge

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui