domingo, 22 de fevereiro de 2009

Desvende de fevereiro



Caro navegador e navegadora esta imagem nos diz muitas coisas sobre um dos maiores genocidios da História ocorrido em 6 de agosto de 1945. Que imagem é esta e o que ela significa?

Participe!

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Politica na América Latina

Saiu no site da revista CartaCapital uma enquete interessante sobre a política na América Latina.
A questão é Você acha que a aprovação do instituto da reeleição ilimitada na Venezuela significa o enfraquecimento do bolivarianismo, por assumir que este precisa de Hugo Chávez para existir?

Para votar na enquete clique aqui que levará ao site da revista.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Entre os muros da escola


Imagem: Correio do Povo (8/2)
Vencedor da Palma de Ouro em Cannes 2008, a película "Entre os muros da escola", dirigido por Laurent Canlet é muito interessante. Em tom documental, a película é inteiramente filmado dentro da escola François Dolto e se propõe a ser uma imersão no mundo escolar. Baseado no livro homônimo de François Bégaudeau, retrata o cotidiano de uma classe do 9º ano (antiga 8ª série) em uma escola pública do subúrbio parisiense. Professor de francês na vida real, o autor do livro também é ator principal da película. Os alunos com idades entre 14 e 15 anos foram selecionados em laboratórios de improvisação realizados pelo diretor no colégio onde ocorreu a filmagem, entre os anos de 2006 e 2007.
Aqui em Porto Alegre não entrou em cartaz. Não sei em outra localidade. Caso você souber deixe um comentário aqui postado no "Conversando Sobre". Agradeço.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

O CARNAVAL DA ” SATIAGRAHA “

Está chegando o carnaval e o interessante é acompanhar as escolas de samba principalmente os temas enredo. O bloco de carnaval do Rio de Janeiro homenageia Protógenes Queiroz, delegado que investigou o caso Daniel Dantas, o banqueiro.
Foram três sambas apresentados que faziam referência ao Protógenes e a operação Satiagraha. Dentre os três o que ganhou foi TEM NEGÃO NA CASA BRANCA
AUTORES: CARLINHOS, FERNANDO, DURVAL E SINVAL.

Abaixo a letra e o áudio.

DEU A LOUCA NO MUNDO
MAS NEM TUDO TÁ PERDIDO
QUEM COM GRAMPO FERE
COM GRAMPO SERA FERIDO

O BANQUEIRO E O MAGISTRADO
PROCESSANDO O DELEGADO
QUE BOSSA É ESSA AÍ
NÃO É NOSSA, EU NUNCA VI

QUE MERDA É ESSA QUE “GEORGINHO” ARRANJA (BIS)
DEIXOU PRO OBAMA O BAGAÇO DA LARANJA

SÓ FALTA O TIO SAM PINTAR AQUI
GRITANDO LULA, ME DÁ UM DINHEIRO AÍ!

TEM NEGÃO NA CASA BRANCA
O PRECONCEITO FOI PRÁ LÁ DE BAGDÁ
O “BARack” NO ROSAS É QUE É BOM
É CARNAVAL EU QUERO MAIS É FESTEJAR

BYE BYE BUSH RALA EM NOME DE ALÁ (REFRÃO)
BUSH BABA ALI BUSH BABA CÁ
E O SAPATO, QUEM QUER TACAR? EU!
SE ACERTAR JÁ É!
PENDURA A CONTA NO VEM CÁ ME DÁ.

 Carlinhos, Fernando, Durval e Sinval - TEM NEGÃO NA CASA BRANCA

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

O vídeo que Serra sempre escondeu. Ele no comício que derrubou Jango


Não posso deixar de postar este video quando Paulo Henrique Amorim falou dele no seu site. Com vocês as palavras do autor:
Ninguém podia ver esse vídeo: reformas de base JÁ! O que dirá o PiG?
Amigo navegante, assista rápido, antes que ele mande tirar do ar:
É o presidente da UNE José Serra no Comício da Central do Brasil, em março de 64, que precipitou o golpe contra o presidente democraticamente eleito João Goulart.

. Aparece ele com Almino Afonso, Brizola, e ao discursar, inflamado, a favor das reformas de base de Jango!

. Serra sempre escondeu essa vídeo.

. Para não incompatibilizá-lo com os eleitores da frente demo-tucana e o PiG(*).

. Por ironia, quem deu veiculação a esse vídeo foi um site pró Serra: “Juventude pró Serra”.

. Zé Pedágio 2010 não vai resistir à internet.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista



Novo socialismo?

Socorro a bancos chega a US$ 15,1 trilhões
Os investimentos públicos de governos para salvar bancos e empresas dos prejuízos da crise financeira já chega a QUINZE TRILHÕES de dólares./ O maior montante de investimentos é do governo dos Estados Unidos em ONZE TRILHÕES de dólares./ Os governos da Europa juntos somam DOIS TRILHÕES E SEISCENTOS MILHÕES de dólares, incluindo o socorro às montadoras de automóveis./ No Brasil, o Governo federal já destinou QUINHENTOS BILHÕES de Reais para socorrer bancos e empresas, apesar do Presidente LULA ter dito que não haveria um pacote anticrise.///
Fonte: Agência Chasque

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Chávez, o mais democrático dos líderes latino-americanos


Saiu no site do Paulo Henrique Amorim:

Chávez, o mais democrático dos líderes latino-americanos

O presidente Hugo Chávez da Venezuela se submeteu ontem à 15ª. eleição desde que chegou ao poder dez anos atrás.

. Ele conquistou por 54% a 45% o direito de concorrer a mais seis anos de Governo, quando o atual mandato expirar em 2013.

. Ou seja, ele pode ficar no poder até 2019.

. Se ganhar será no voto, numa eleição democrática, como a de ontem, referendada, como sempre acontece na Venezuela, por uma missão de observadores internacionais.

. Na Venezuela, não existe esse anacronismo pernicioso de que os brasileiros se orgulham, a urna eletrônica sem comprovante físico do voto do eleitor.

. Logo, na Venezuela é possível recontar os votos – o que, no Brasil, é impossível…

. E os brasileiros falam mal da democracia venezuelana.

. Há muitas críticas a fazer ao Governo Chávez e a forma de reter o poder.

. Mas, que outro governante latino-americano se submeteu tantas vezes à decisão do eleitor ?

. A máquina estatal condiciona a opinião do eleitor ?

. Claro que sim.

. Como aqui em São Paulo, onde Zé Pedágio e os tucanos usam a máquina para se perpetuar no poder.

. Chávez está no poder há dez anos.

. Os tucanos, em São Paulo, estão há 14 anos.

. A eleição de Chávez é menos legítima do que a Gilberto Taxab ?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

A educação no RS

Postarei aqui um artigo muito interessante sobre a situação muito ruim aqui no sul. O autor José Celmar Roir da Silva, professor no Estado há 23 anos.


Quando os gaúchos elegeram o atual governo, votaram num projeto de políticas de resultados que se apresentava como sendo um novo jeito de governar. Resultados na economia, está aí o propalado déficit zero, com um custo social altíssimo.

Quero falar de uma área que eu conheço mais, por ser professor no Estado há 23 anos, para não parecer que estou inventando ou que estou falando pelos outros, em áreas como segurança e saúde, nas quais o descaso e a irresponsabilidade deste governo são também muito grandes.

O que está acontecendo nas escolas públicas estaduais atualmente é um processo de desmoralização, de desmotivação, de cinismo e de crueldade jamais visto. Nesses 23 anos, só teve algo parecido com o quadro de pessoal por escola (QPE), do governo Simon, ou o calendário rotativo, do governo Collares. Mas o que estamos assistindo hoje é muito mais cruel e desanimador do que esses episódios passados. Nós estamos há dois anos sofrendo um dos maiores arrochos salariais dos últimos tempos. Com o agravante de termos turmas com cada vez mais alunos, com bibliotecas fechadas, com laboratórios fechados, por falta de profissionais.

Ainda tenho que ouvir opiniões de profissionais da imprensa, formadores de opinião, defendendo essas e outras medidas deste governo, dizendo que já trabalharam com turmas de 60, 80 e cem alunos e que isso não tem problema nenhum, que os professores reclamam de barriga cheia. Qual o profissional que elabora e corrige avaliações fora do seu horário de trabalho? Imagina ter que corrigir 300 ou 400 avaliações, porque nós somos obrigados a ter 10, 15 ou 20 turmas para ter um mínimo para sobreviver e ainda dar uma atenção maior para os alunos com mais dificuldades, com turmas de 40 ou 50 alunos! No meu caso, a maioria adolescentes, que estão cada vez mais terríveis! Este governo se diz moderno, então por que não institui o um terço de preparação de aulas, por que não adota o cartão-ponto e paga as horas extras das reuniões, dos conselhos de classe, das entregas de boletins?

A política educacional do atual governo é também de resultados. Como se a escola fosse uma empresa qualquer. Tanto é, que realizou o corte de salários dos professores grevistas como se eles não tivessem que recuperar as aulas perdidas. Então, o ano letivo não precisa de 200 dias para ser validado? Para completar a crueldade, agora quer implementar a tal da meritocracia, com a premiação aos professores que tiverem o melhor desempenho. Quem vai avaliar? O que é ter melhor desempenho? Será aprovar todo mundo? E os professores aposentados como ficam? E ainda quer destruir o nosso plano de carreira, que os governos Collares e Brito já tinham desativado. O governo Olívio reativou nosso plano, realizando concurso e retomando as promoções. A única promoção que eu tive foi no governo Olívio.

Penso que a maioria dos eleitores, incluindo aí grande parte dos professores, que escolheram este governo, não tinha a real noção de em que projeto estavam votando. Mas os empresários da mídia têm a obrigação moral de informar o que realmente está acontecendo. Qual é realmente a proposta deste governo e qual o custo social dessas políticas? Os prós e os contras.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

As eleições legislativas israelenses


Imagem: The Jerusalem Post
Os estadunidenses encontram-se olhando no exterior para ver como um resultado eleitoral irá afetar a vida na América e não vice-versa.
Os dois principais concorrentes certamente tem programas e mensagens que são diferentes, oom o Kadima, partido centrista, atual ministra das Relações Exteriores Tzipi Livni enfatizando a necessidade de paz e defender a sua negociação com os palestinos, enquanto o líder do partido ultranacionalista, Likud, ex-premiê Benjamin Netanyahu critica essas aberturas e quaisquer sinais de concessões israelenses. Destes contrastes melodias e o que eles dignificam para os estadunidenses políticos. Tzipi é muito mais "soothing" para os Estados Unidos orelhas.
O presidente Obama não desperdiça a implantar uma intensificação no Oriente Médio quando enviou à região George Mitchell em janeiro antes que ele pudesse saber o novo premiêr parceiro.
O governo Obama de alta decibel diplomacia poderia fazer para uma suave e uma maior relação com Tzipi confrontos com Netanyahu, que não têm a mais fácil interação com o primeiro-ministro desde o governo do ex-presidente Bill Clinton durante sua enérgica paz na década de 1990. Embora Netanyahu sabe que os eleitores israelenses tem um bom relacionamento com os estadunidenses ele tem tentado atenuar os receios que poderá causar atritos.
Netanyahu do ceticismo sobre a diplomacia "poderia criar uma tensão entre um E.U. governo determinado a levar por diante e um governo israelense determinou a cavar nos seus calcanhares" (1) e ainda diz "israelenses de todo o espectro político, que vê como um resultado indesejável." Mas qualquer que seja o tom das relações não significa que a política de abordagem líder do Likud ou Kadima será diferente.
Tzini manifestou fortes reservas sobre duras exigências palestinas é susceptível de ter um mais lento (e mais difícil) chegar a um acordo sobre a lidar com os palestinos que Obama.
Netanyahu, por toda a sua dura fala, foi um dos que assinou muitos dos Oslo -era acordos dar terras aos palestinianos, quando ocupou a pasta. E eles terão ambos lidar com um público israelense - e concomitante Oriente Médio - que não é o mais propícios a uma paz israelo-palestiniano negócio. "A situação ali é tão ruim" segundo Miller(2)que a ideia de que a América seria pressão de Israel tem os seus limites, principalmente porque pouco pode ser feito sobre o conflito israelo-palestiniano frente agora.
De fato, Miller argumenta que a probabilidade do lugar, para o alinhamento é a Síria, Israel desde que foi aberta para essa faixa e agora Obama é encorajador proximidade lá onde a anterior administração shied partir dele - que alcance os sírios prazo essencial para qualquer acordo com Israel. E, como acontece, Netanyahu feitas aberturas para a Síria durante o seu último turno no poder.(3)
"Ele tem demonstrado um interesse em fazê-lo no passado" observa Edward Djerejian(4)
Ele aponta para as negociações anteriores entre os dois países que abordou muitas das questões ainda pendentes, acrescentando: "Ambos os lados dizem, há uma compreensão básica do estande onde as coisas."(5)
Desta maneira, se vê a possibilidade de um acordo como finalidade de formar um governo de centro-esquerda semelhante à atual coligação que, aparentemente, oferecem a possibilidade de continuar o atual processo de negociação, ela é susceptível de ter menos opções para reunir uma coalizão tal (e ela não foi bem sucedida, ou seja, ela poderia ser mais vulneráveis aos seus parceiros de direita, limitando suas jogadas.
Netanyahu, por seu lado, afirmou que ele preferiria uma unidade nacional-governo, mas deve ter a capacidade de um alinhamento de direita se tudo o resto falhar.
Este último seria limitar sua manobra diplomática, porém, ele deveria tirar o antigo, ele estaria em uma posição mais estável e tem mais legitimidade popular para os passos em direção a um acordo. A ver.

Notas
(1)citado no artigo Hilary Leila Krieger "Analysis: will the US and Israel now be able to tango?" Jon Alterman e Haim Malka têm avaliado em uma análise para o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.
(2)Ibidem. Aaron David Miller, um antigo membro Departamento mão e Oriente Médio, o autor de O demasiado Terra Prometida "
(3)Ibidem, Krieger.
(4)Ibidem, Krieger. um antigo embaixador E.U. para a Síria, dizendo que, "para todos os Netanyahu da Campanha da retórica opostos devolução do Golã, o seu trabalho sobre o tema no passado poderia ser um sinal de uma possível confluência entre o seu e Obama's governos".
(5)Ibidem, Krieger, antigo embaixador E.U. para a Síria Edward Djerejian.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

História de Porto Alegre através de imagens

Esta é a nova seção do blog que traz exposições temporárias através de imagens.
Para ver basta ir com o mouse até a barra de rolamento e deslizar ela até o rodapé. Pronto!
Esta primeira exposição "Porto Alegre nos anos 70" mostra as fotografias de slides e feitas com uma máquina muito simples usando peliculas 120x120.
Naquele tempo era muito caro revelar fotografias e não se tinha costume de "tirar" tantas fotos como hoje.

Há um século nascia Carmem Miranda

Postarei aqui um texto muito interessante sobre o centenário da atriz e cantora Carmen Miranda e que também é tema de pesquisa. O texto é de Brigida Sofia de domingo no jornal Correio do Povo.

No ano em que a cantora e atriz Carmen Miranda completaria 100 anos – nasceu em 9 de fevereiro de 1909 – a jornalista, doutora em Comunicação Social e professora da Unisinos Adriana Ruschel Duval, 35 anos, completa uma década de pesquisas sobre a 'Pequena Notável', como Carmen ficou conhecida no Brasil, ou 'Brazilian Bombshell', apelido que ganhou nos Estados Unidos. Atualmente, Adriana está produzindo artigos para apresentar em congressos de Comunicação no Brasil e em Portugal, terra da artista.
A dissertação de mestrado que a professora Adriana apresentou na PUCRS, em 1999, fala sobre a vida daquela que é considerada a maior – e mais bem paga – artista do Brasil nos anos 30 e dos Estados Unidos nos anos 40. 'Estudei o rádio nos anos 30 e queria algo diferente. Folheando livros e revistas, descobri que ela foi a principal artista do Brasil e que o rádio tinha grande participação neste fato. Em minha dissertação, constatei que Carmen, através desse meio de comunicação, se projetou para todos os outros: discos, cinema, teatro, jornais e revistas, articulando um clima de indústria cultural que só seria visto no Brasil na década de 50', explicou.
Na opinião da pesquisadora, foi essa postura 'multimídia' que conseguiu pôr Carmen em destaque em meio a outros cantores de renome da época, como Orlando Silva e Silvio Caldas. A jornalista acredita que Carmen Miranda se sobressaiu porque soube ser mais que cantora e tornou-se uma verdadeira personagem, sem cair na artificialidade. 'Carmen foi além da voz: as mãos sempre em movimento, seu olhar inigualável, toda a movimentação do corpo, sem contar o figurino. Ela sempre teve apreço por uma produção diferenciada', avalia Adriana.
Uma das marcas da artista foi a sua participação no governo de Getúlio Vargas, tendo diversas vezes se apresentado no quadro musical que havia no programa A Hora do Brasil (nome que precedeu o atual 'A Voz do Brasil'). Ela acompanhou o presidente em visitas oficiais a outros países.
Boa parte das músicas que Carmen Miranda interpretava valorizava as belezas nacionais e o trabalhador brasileiro, assim como o governo da época. 'Percebi que ela tinha uma sintonia com Vargas e ele foi muito inteligente em apoiar a expansão do rádio, um meio de comunicação que chegava mais longe que os jornais e atingia um público mais amplo, como os analfabetos', concluiu Adriana. A ida de Carmen aos Estados Unidos também fez parte da política da boa vizinhança estabelecida entre Vargas e o presidente norte-americano, Franklin Roosevelt.

Exuberância garantiu o sucesso

Em um show no Cassino da Urca, no Rio de Janeiro, em 1939, Carmen Miranda foi observada por um empresário americano que visitava o Brasil. No mesmo ano, já cantava na Broadway. Segundo Adriana, Carmen virou sucesso nos Estados Unidos porque era uma personagem exótica e exuberante. Ela se apresentava como brasileira, mesmo tendo nascido em Portugal, mas era vista como a síntese da mulher sul-americana. Suas roupas misturavam estilos dos diferentes países, assim como ela misturava o inglês e o português, fazendo questão de manter o sotaque de origem.
Carmen fez sua vida nos Estados Unidos como cantora e atriz em Hollywood, e se casou com um norte-americano. Morreu em 1955, aos 46 anos, de colapso cardíaco. O corpo foi trazido ao cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro, onde foi velado por uma multidão de fãs.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

A etnia Koruai batú


Imagem: Wikipédia.
No domingo passado na Tv Record mostrou como vivem em pleno século XXI a etnia Koruai batú. Ela vive totalmente isolada na floresta. Nunca tiveram contato com o homem branco. Ela está localizada no oeste da Papua, na Oceania, ao lado da Papua Nova Guiné.
Os povos koruai batú são semi-nômades deixando suas moradias, nas copas das florestas, quando eles já explorados todos os recursos que a natureza podia oferecer lhes o local.
Socialmente vivem todos juntos nas cabanas e praticam a eutanasia para evitar o sofrimento de alguma doença de um membro do grupo.
A reportagem mostrou também a domesticação de animais, o porco-do-mato. Curiosamente criam dentro da cabana. Os ossos do animal é usado para adornar o ambiente.
Koruai batú, pasme, usam como ferramenta o que os homens primitivos usavam que é a machadinha de pedra. Não para por aí. Fazer fogo também é uma novidade e bem primitiva. Não é através da famosa sílex nem os pauzinhos, mas uma espécie de cipó que entrelaçado no galho puxando de uma lado ao outro, conseguindo a obtenção do fogo.
Entre eles as mulheres ficam em casa enquanto os homens vão à floresta caçar, claro, usam o arco-e-flecha e são bastante habilidosos em construir armadinhas de forma que o bicho fique pendurado.
Interessante foi o cacique. Era uma mulher. Ela é muito importante na tribo.
Você deve estar curioso para saber como é a dieta? Bem, eles comem gafanhoto (vivo), comem uma espécie de verme (bichinho vivo encontrado no sagu), o sagu (produto amiláceo extraído de várias espécies de palmeiras); para complementar a dieta comem sapo.
O passatempo dos koruaibatú não foi muito explorado na reportagem mas são bastante criativos.
Acerca de 40 anos esta etnia deixou de praticar o canibalismo e hoje vivem desta forma mostrada na reportegem do "Domingo Espetacular". Ao contrário que estão ocorrendo com os povos indígenas habitantes das florestas como os Moi e os Asmat o homem branco estar permiindo que eles vivem desta forma tradicinonal de vida.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

índice do mês anterior

Aqui postarei um roteiro ordenado dos assuntos do Mês anterior.

Sobre a ofensiva israelense:
-Conflito na Faixa de Gaza
-confronto israelo-palestino
-confronto israelo-palestino II
-EUA negaram ajuda a Israel para bombardear alvos no Irã diz NY
-Israel usa armas químicas proibidas
-partidos de esquerda em Israel
-repercussão no mundo
-fim da trégua no Oriente Médio

Sobre o novo presidente estadunidense
-TV BRASIL exibe especial sobre Barack Obama no dia de sua posse

Revolução Cubana
-Meio Século da Revolução

Segunda Guerra Mundial
-descoberta uma vala coletiva na Polônia

A Era das Revoluções
-Desvende

Educação
-Marisa Abreu permanece na SEC

Rádio
-Que história é essa?

Eventos
-Fórum Social Mundial

Premiação
-Agradecimentos

Canal de filmes LavTV

Canal de filmes LavTV
filmes 24 horas

Charge

Charge

charge

charge

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui