sábado, 24 de janeiro de 2009

Fórum Social Mundial

A Tv Brasil irá transmitir o Fórum Social Mundial que começa dia 26 até 1º de fevereiro.
O Fórum Social Mundial começou em Porto Alegre, 2001, e por dois anos seguintes ocorreu nesta mesma cidade. Em 2004, foi realizado fora do Brasil. Na Índia. No ano seguinte, voltou a Porto Alegre.
No ano de 2006, a edição do FSM em 2006 foi policêntrica, ou seja, ocorreu de forma descentralizada, em diferentes lugares do mundo: Bamako (Mali - África), Caracas (Venezuela – América) e Karachi (Paquistão – Ásia).
O FSM de 2007 ocorreu na África e foi marcada pela realização de uma consulta ampla sobre ações, campanhas e lutas em que estão envolvidas as organizações participantes do FSM.
Já em 2008, O Conselho Internacional do Fórum Social Mundial definiu que, não seria um evento centralizado do processo FSM. Foi uma semana de mobilização e ação global. Fóruns locais, regionais, temáticos e outros.
Agora, Bélem, capital do Pará, Estado brasileiro recebe o FSM.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

TV Brasil exibe Especial sobre Barack Obama no dia de sua posse

No próximo dia 20, dia da posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, a TV Brasil vai exibir um "Caminhos da Reportagem Especial" sobre a vida e trajetória do primeiro presidente negro americano, acompanhado de depoimentos de autoridades políticas e personalidades internacionais sobre o que se espera de seu Governo. Pela excepcionalidade do acontecimento e sua importância histórica, o programa Observatório da Imprensa interromperá, neste dia, a reprise de sua série histórica sobre os 200 anos da imprensa brasileira, deixando de exibir o programa sobre A Gazeta do Rio de Janeiro, que será reapresentado no dia 27. O programa especial sobre Obama irá ao ar na terça-feira, dia 20, às 22 horas, logo depois do Repórter Brasil. O programa Arte com Sergio Britto será exibido logo depois, às 23 horas.

Os repórteres Cláudio Bojunga e Tais Faccioli, do programa Caminhos da Reportagem, viajaram a Washington e Nova York, ouviram professores, economistas, diplomatas, jornalistas e pessoas comuns.

"Desde a nossa emancipação não tivemos outro momento na história em que o povo americano tenha encontrado um líder capaz de congregar e articular uma visão para os EUA, novamente atraente para o mundo", afirma Julia Sweig, do Council on Foreign Relations.

Paulo Sotero, correspondente do jornal 'O Estado de S. Paulo' em Washington, diz: "A eleição de Obama é a ratificação da Declaração da Independência dos EUA".

Kerry Kennedy, filha de Bob Kennedy e sobrinha do ex-presidente John Kennedy, fala emocionada: "Meu pai disse em 1968 que em 40 anos nós vamos ter um presidente afroamericano - a gente pode imaginar o quão feliz ele estaria hoje."

Fonte: Tv Brasil

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Agradecimento



Recebi este selinho acima de "Veja@Blog" seleção de blogs e Sites do Brasil. Aproveito a agradecer a você pelas visitas e comentários, pois iniciativas como essa só nos motivam cada vez mais a continuar com o trabalho.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

"Que história é essa?"

Confesso que não conhecia quando li na edição de janeiro da Revista da Biblioteca Nacional sobre o programa de História, talvez inédito no país. Muito interessante. Toda a quarta e quinta-feira das 9h às 10h entra no ar este programa. Criei um link neste blog para acessá-lo!
Entrevistas com professores de História e outras ciências humanas são destaque do programa. O professor do Departamento de História da Ufpe, Severino Vicente da Silva, explica: "os docentes aproveitam para falar sobre sua biografia, as razões que os levaram a escolher a profissão e um pouco sobre sua produção atual"
Vale a pena ouvir!

Desvende



Com base na imagem acima procure fazer uma análise e faça sua postagem no Blog.

Postar comentário até 21/01/2009

Partidos da esquerda israelense

O Meretz é um dos partidos da esquerda israelense. Este é o manifesto do Meretz Brasil, a respeito do que ocorre em Gaza.

Fonte: GEHB



Em consonância com as decisões do Conselho Executivo do Meretz, o Núcleo Meretz Brasil esclarece que



1 – Acreditamos que somente a negociação trará a paz entre israelenses e palestinos. A guerra e os atos de violência só terão como desdobramento a transformação das populações civis em reféns e a ampliação do ódio. Porisso, consideramos urgente um armistício imediato, seguido de um processo de negociação que possa atender, ao máximo, os interesses dos dois lados.

2 – Reivindicamos a soltura de Gilad Shalit, soldado israelense em poder das forças do Hamas, bem como a abertura das entradas e saídas da faixa de Gaza, para que seus habitantes possam receber a ajuda humanitária que necessitam.

3 – Condenamos as agressões aos cidadãos israelenses por parte do Hamas e de outras organizações cuja plataforma envolva o uso da violência, bem como a invasão terrestre da faixa de Gaza pelas Forças de Defesa de Israel. Tais atitudes só contribuem para aprofundar o sofrimento e as perdas dos dois lados.

4 – Reiteramos a necessidade de retomar as negociações, com vistas a um acordo entre israelenses e palestinos, garantindo a existência de dois Estados soberanos e autônomos na região.

5 – Reafirmamos nossa solidariedade com as populações atingidas pelo conflito, tanto os israelenses que vivem ao sul de Israel e tem sido alvo constante de ataques dos foguetes lançados pelo Hamas, quanto os palestinos residentes na faixa de Gaza, que tem sido utilizados como escudo pelos ativistas do Hamas e, ao mesmo tempo, vítimas das ações perpetradas pelas Forças de Defesa de Israel.

6 – Consideramos que a participação política da população árabe de Israel é seu direito inalienável e constitui parte integrante de sua cidadania. A restrição às suas prerrogativas de expressão e de representação partidária contraria os princípios democráticos que caracterizam as relações entre o Estado e a sociedade israelenses.

7 – Condenamos, também, aqueles que, por ignorância ou preconceito, usam o conflito entre israelenses e palestinos para expressar velhos ódios irracionais, propondo a eliminação dos judeus como forma de solução para os problemas do Oriente Médio. Recusamos qualquer incitação à intolerância e reafirmamos que a solução para as desavenças entre estes dois povos não passa pela erradicação de nenhum deles, mas pelo reconhecimento mútuo do direito de existir.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Israel usa armas químicas proibidas

A Agência de Notícias Chasque noticia:
O exército israelense esta utilizando armas químicas proibidas pela Convenção de Genebra./ A denúncia é da organização de direitos humanos Human Rights Watch./ Testemunhas da organização afirmam que os israelenses utilizaram munição de fósforo branco contra áreas densamente povoadas./ O exército de Israel se recusou a responder a acusação./ Em 2006, os soldados israelenses já haviam utilizado este tipo de munição contra a população do Líbano.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

EUA negaram ajuda a Israel para bombardear alvos no Irã, diz "New York Times"

A folha online noticiou um fato interessante:
da Efe, em Washington

O presidente George W. Bush rejeitou no ano passado um pedido secreto feito por Israel para que o governo dos Estados Unidos proporcionasse bombas anti-bunker para um ataque ao complexo nuclear iraniano de Natanz, segundo publica neste sábado o jornal nova-iorquino "The New York Times".

O diário, que cita fontes oficiais americanas em condição de anonimato, informa que a administração Bush recebeu a solicitação de Israel para voar sobre o Iraque e chegar ao Irã até o complexo nuclear em Natanz, a cerca de 230 km da capital Teerã.

No entanto, segundo as mesmas fontes, Bush negou a ajuda a Israel, argumentando que seu governo tinha aprovado um plano para sabotar os supostos esforços iranianos de desenvolver armas nucleares.

Os EUA conseguiram que Israel mudasse de ideia, pelo menos temporariamente, mas em troca a administração Bush intensificou a troca de informação com os serviços secretos israelenses, aos quais mostrou os pormenores de seu plano para sabotar de forma secreta a infra-estrutura nuclear iraniana.

O que os funcionários não conseguiram averiguar foi se Israel tinha pensado realmente em fazer o ataque ou a intenção do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, tenha sido forçar a Casa Branca a tomar medidas mais firmes contra o Irã, antes que Bush deixasse o cargo.

As fontes disseram ao "New York Times" que, embora Bush tenha informado sobre as possibilidades para realizar um ataque às instalações iranianas, o presidente americano nunca deu ordem ao Pentágono para que preparasse um plano de contingência, ao contrário do que falam alguns de seus opositores.

Segundo a informação obtida pelo jornal, responsáveis da administração, liderados pelo secretário de Defesa, Robert Gates, convenceram Bush de que qualquer ataque ao Irã não seria efetivo, acabaria com a missão internacional de inspetores nucleares e somente serviria para impulsionar o programa nuclear iraniano.

Além disso, também consideraram que uma ação armada no Irã traria mais uma guerra aberta no Oriente Médio, na qual se veriam envolvidos os 140 mil soldados americanos desdobrados no Iraque.

Os EUA são um dos principais países promotores das sanções ao Irã por causa do programa de desenvolvimento nuclear que o país desenvolve, desatendendo os pedidos da comunidade internacional.

Confronto israelo-palestino II

A Agência Carta Maior disponibiliza um material muito bom sobre o Confronto israelo-palestino.

Clique aqui para ler, refletir e fazer alguma coisa pelo fim desta guerra desproporcional.

Mariza Abreu permanece na SEC

A Agência de notícias Chasque noticia que:
Em entrevista coletiva na última sexta-feira, a secretária de Educação, MARIZA ABREU, confirmou sua permanência na pasta./ ABREU reclamava que tinha pouco apoio da base governista da Assembléia Legislativa para implementar mudanças na educação gaúcha./ O estopim para que a secretária cogitasse sair do governo foi à decisão dos deputados de abonar os descontos dos professores que paralisaram em Novembro e fizeram greve em Dezembro./ ABREU irá priorizar as mudanças no plano de carreira da categoria, que encontra forte resistência dos professores.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Confronto israelo-palestino

No site da revista CartaCapital uma enquete bem interessante sobre o conflito em Gaza:

Integrantes do governo brasileiro fizeram duras críticas a Israel pelos ataques a Gaza. O que você pensa a respeito?

Escolha uma das opções abaixo.
1.É uma postura equivocada, pois demonstra excesso de parcialidade na análise do conflito no Oriente Médio
2.É correta, pois tornou-se necessário ressaltar a desproporção da reação do exército israelense aos mísseis lançados pelo Hamas

Clique aqui para participar ou ver resultados!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Inclusão educacional

O site da Revista CartaCapital publicou uma enquete bem interessante:
Você é favorável ao projeto que reserva 50% das vagas nas universidades federais para alunos que cursaram o ensino médio integralmente em escolas públicas?

Clique aqui para participar ou ver resultados.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

O conflito na Faixa de Gaza

O bombardeio no dia 27 de dezembro de 2008 na Faixa de Gaza foi um fecho violento para a trégua mal sucedida nos últimos seis meses entre o Hamas e o governo de Israel. O cessar-fogo negociada pelo Egito em vigor desde junho passado foi desrespeitado diversas vezes dos dois lados. O Hamas acusa Israel de não suspender o bloqueio que impõem a Faixa de Gaza desde que o Hamas assumiu o poder em uma eleição livre e democrática decorrido em janeiro de 2006. O governo israelense responde que Hamas não cumpriu a promessa de parar os ataques dos foguetes contra as cidades no sudoeste de Israel. Nem reprimiu o contrabando de armas explosivos para Faixa de Gaza através de túneis na fronteira com o Egito também bombardeada no dia 27 pela força aérea israelense. O bloqueio cria enormes dificuldades para a população de Gaza.
Esse estreito pedaço de terra no oeste de Israel na fronteira com o Egito, menor que o município de Porto Alegre, tem mais de hum milhão de habitantes. No futuro este pedaço de terra deve fazer parte um Estado para o povo palestino.
A ONU já afirmou que as barreiras israelenses impedem o abastecimento de produtos básicos como comida e remédios e causam uma profunda crise humanitária neste espaço marcado pela pobreza e pela superpopulação.
Quando impõem barreiras na Faixa de Gaza, na verdade, vários integrantes do governo israelense têm reafirmado o objetivo de enfraquecer o Hamas. Ocorre que a situação do conflito em Gaza começou com um dos itens da carta de fundação do Hamas que é a libertação total da Palestina, incluindo a eliminação do Estado de Israel. Alguns especialistas definem que as novas negociações de paz devem começar com a retificação desta carta como ocorreu a OLP. Mas o governo de Israel não vê a coisa assim e os membros dos Hamas lutam freneticamente pelo reconhecimento do Estado Palestino.
A operação militar teve por pretexto oficial evitar disparos de mísseis apelidados de Qassams, na verdade, os foguetes são artefatos de fabricação caseira, não guiados, que dificilmente atingem seus alvos. Os projeteis de baixa precisão tem raio de ação relativamente curto, mas o serviço de segurança israelense disse, na sua versão mais recente, pode atingir alvo de 40 km de distância. Na maior parte das vezes, os foguetes não fazem vítimas devido à precariedade do artefato, embora a intenção dos militantes seja supostamente a de atingir alvos humanos.
Nada mais parecido com a tentativa de extermínio pelo nazismo de judeus, comunistas, esquerdistas em geral, ciganos, do que Israel tenta fazer com os palestinos. Um holocausto que reproduz, da forma mais parecida possível o produzido pelos nazistas na Alemanha.
É a mais sangrenta operação militar contra os palestinos desde a Guerra dos Seis Dias, em 1967! A operação militar já matou cerca de 530 palestinos em dez dias.
Todos os povos do mundo fazem manifestações de protestos pelos massacres contra Gaza e Israel, que sobrevive somente graças ao maior apoio militar dos EUA no mundo, como seu braço imperial no Oriente Médio, e ao silêncio cúmplice de europeus.
O novo presidente americano, Barack Obama, deve tomar posse em 20 de janeiro e deve manter seu firme apoio a Israel. Pois ele não vai querer, todavia, assumir o cargo em meio a uma crise aguda no Oriente Médio. Israel já matou civis, assim como crianças. A pressão internacional sobre o país para acabar com os ataques vai aumentar com o número de mortos.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

MEIO SÉCULO DA REVOLUÇÃO

Estava assistindo o noticiário do Jornal da Cultura com seu novo cenário na cor oficial da TV Cultura, o verde - e mais uma apresentadora, a jornalista Adriana Couto, que se junta a Heródoto Barbeiro e Michelle Dufour.
Bem, a notícia era sobre os 50 anos da Revolução. A matéria estava interessante, embora já se esperava da redação um enfoque menos ideológico. Por que será?
Começou falando do irmão Raúl Castro, que assumiu o poder após a cirurgia que levou ao afastamento de Fidel Castro, em 2006. Em seguida, traçaram a linha do tempo destacando os principais momento da história política da ilha-comunista. Esses momentos foram, alguns, Che Guevara, Fugencio Batista, sistema de saúde e educação e a crise dos mísseis. Já no noticiário local ("Jornal da TVE")apresentada pela a jornalista Tatiana Forster. Diferente do noticiário Nacional, enfocou o embargo dos Estados Unidos a Cuba e as medidas liberais de Raúl Castro e as perspectivas com a vitória de Barak Obama, porém tudo muito rápido...
A Revolução Cubana é essencialmente importante e deve ser analisada no ponto de vista político, econômico, social de uma época de apogeu da Guerra Fria.
Politicamente, Cuba vem ganhando solidariedade de países como Venezuela, Bolívia, Equador.
Linha do tempo
- 1953 - 26 de julho: Castro lidera o assalto aos quartéis Moncada, em Santiago de Cuba, e Carlos Manuel de Céspedes, em Bayamo, com pouco mais de uma centena de rebeldes contra Batista. A ação armada fracassa, mas é considerada o estopim que deu origem à revolução. Cerca de 70 combatentes morrem. Fidel é capturado, julgado e encarcerado, sendo anistiado e solto em maio de 1955.

- 1956 - 2 de dezembro: O navio Granma desembarca no sudeste de Cuba, após zarpar do México com Fidel Castro a borda. Sob seu comando estavam 81 homens, incluindo seu irmão Raúl e o argentino Ernesto Che Guevara. Começa a luta na Serra Maestra com um pequeno grupo, que sobrevive ao ataque do exército de Batista.

- 1959 - 1º de janeiro: Após a queda de Batista, triunfa a revolução. Castro e seus guerrilheiros "barbudos" desce a Serra Maestra a caminho de Santiago de Cuba, e sete dias depois entram vitoriosos em Havana.

- 1961 - 17/19 de abril: Cerca de 1.400 soldados, apoiados pela CIA, desembarcam na Baía dos Porcos, a 200 km de Havana, e são derrotados pelos revolucionários após 72 horas de combates. Cuba proclama "a primeira grande derrota do imperialismo na América Latina".

- 1962 - 22/28 de outubro: "Crise dos mísseis". O mundo se viu à beira de uma guerra nuclear. A União Soviética instalou em Cuba mísseis nucleares direcionados para os Estados Unidos. O então presidente americano, John F. Kennedy, ordena um bloqueio naval contra a ilha, e após delicadas negociações, o primeiro-ministro soviético Nikita Kruschov cede e retira os mísseis. Em contrapartida, Washington se compromete a retirar seus mísseis da Turquia e a não invadir Cuba.

- 1991: Cuba entra em uma profunda crise econômica, chamada de "período especial" pelo governo, após a derrocada do bloco socialista e a desintegração da União Soviética, seu principal pilar de sustentação econômica durante três décadas.

- 2006 - 31 de julho: Fidel Castro sucumbe a uma grave doença, decidindo ceder o poder a Raúl em caráter provisório.

- 2008 - 19 de fevereiro: Fidel renuncia à reeleição presidencial; cinco dias depois, Raúl assume formalmente a presidência.

Canal de filmes LavTV

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filmes 24 horas

Charge

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Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui