sábado, 29 de novembro de 2008

O impacto e a influência dos meios eletrônicos na educação de crianças e jovens

Nesta segunda, 1º de dezembro, Roda Viva traz o engenheiro e professor de ciência da computação, Valdemar Setzer, para falar sobre "O impacto e a influência dos meios eletrônicos na educação de crianças e jovens". Esse tema é interessante para nós professores.
"Alguns educadores defendem que o acesso à informática, cada vez mais presente nas escolas e residências, é essencial para o desenvolvimento do aprendizado e a integração dos alunos com o mundo. A TV, com programas educativos, pode ser uma ferramenta importante no ensino.

Já os que defendem o aprendizado através da observação e experimentação criticam o uso da informática e o papel da televisão na educação.

Valdermar Setzer tem uma visão crítica do uso dos meios eletrônicos na educação de crianças e jovens e diz que a TV, o computador e a Internet prejudicam a imaginação.

Segundo ele, a TV não é um veículo adequado de comunicação ao tirar a liberdade do indivíduo e o condicionar, ao invés de informar e educar. Já os computadores são máquinas que simulam pensamentos restritos e essa relação não é benéfica para uma criança.

Valdemar Setzer defende que a educação precise ser humanizada e não informatizada. Ele é formado em engenharia eletrônica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica, com doutorado na Universidade de São Paulo e professor-titular aposentado do Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da USP." (1)
O programa começa às 22h10! Pela TVEs ou Você pode assistir on-line acessando o site no horário do programa.


Nota:
(1)Informe do programa Roda Viva via email.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

"Construções"

Escrevo neste post alteração de ícone de link na seção "Pesquise". O Blog "Visões do Mundo" foi alterado para "construções". O objetivo desse blog é manter um espaço aberto para as pessoas mostrarem sua visão do mundo, seja pelo viés social, psicológico, humanístico, artístico ou filosófico, através de comentários, opiniões ou outras expressões que cumpram esse fim.

Visite o blog: construções

"Os Negros" - A história do negro no Brasil

A revista Caros Amigos é, a meu ver, a melhor. Ela lançou, neste mês que está acabando, uma coleção imperdível: "Os Negros" - A história do negro no Brasil com a coordenação do historiador, professor e escritor Joel Rufino dos Santos.
A lei 10.639 determina que escolas do ensino médio e fundamental ensinem a história da África, das lutas dos negros para cá trazidos e escravizados, da cultura negra brasileira, e do papel do negro na formação da nacionalidade.
Os negros ainda têm que lutar um bom tempo para ocupar papéis sociais na mesma medida da sua contribuição para a formação do povo brasileiro. Pois eles constituem mais da metade da população e sofrem discriminações. Não podemos deixar de cumprir esta lei.
Essa coleção, 16 fascículo, é um material paradidático abordando ciência, literatura, arte, trabalho, religiodade e a luta contra o racismo. É quinzenal e o primeiro fascículo se encontra nas bancas.

Saiba mais: Caros Amigos

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana

O site do Sindicato dos professores do Estado do RS disponibiliza para download material riquíssimo sobre Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

Aplicação da Lei Federal 10639/03 para o Ensino
da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana
1. Sensibilização para debatesobre a questão racial (CurtametragemVista Minha Pele, deJoel Zito Araújo)
2. Raça/Etnia: Diferençasbiológicas ou culturais? (PowerPoint)
3. Cultura como resistência eorganização/Territórios negros
1.1. A solidariedade de classese a exploração racial.
• Demonstrar a vinculação dosconceitos de classe e raça no capitalismo
• Definição de racismo, discriminação e preconceito
• A sociedade de classe e aexploração racial
• Contextualização históricosócio-econômico da luta do negrono Brasil
2.1. Definição do conceito.
• Etnia como expressão deunidade cultural
• Raça: fenótipos (biológico) eestereótipos de marca, cor da pele(político)
• Ideologia do branqueamento
3.1. Quilombos (PowerPoint)
3.2. Religiosidade (PowerPoint)
3.3. Capoeira (PowerPoint) –oficina roda de capoeira
3.4. Samba e carnaval – Representações Culturais.
3.5 Cultura Hip-Hop – Fazercom que os alunos apresentem oselementos da cultura (artigo deWalter Günter Rodrigues Lippold)
4.1. Irmandades negras, FrenteNegra Brasileira, Teatro Experimentaldo Negro (MachadodeAssis, João Candido e SolanoTrindade)
4.2. Oficinas de arte, música,textual e poesia
5.1. Cotas e o questionamentoda educação publica, gratuita e paratodos
5.2. Luta Quilombola e oquestionamento do latifúndio –vídeo sobre os quilombos ou ofilmedo Quilombo de PalmaresNo final da semana, a escolapoderá organizar, juntamente com acomunidade, uma Kizomba, que nalíngua africana bantu quer dizer
festa ou confraternização. Ondepoderá estar sendo feita com aparticipação da comunidade a exposição dos trabalhos desenvolvidospelos alunos sobre o tema,
apresentação de comidas típicasafricanas, ou mesmo mostra-debatesde filmes como Malcon-X, Ali(Mohamed Ali) ou Panteras Negras(Black Panters).

Disponível em: CPERS - Sindicato

sábado, 15 de novembro de 2008

Dom João de Orleans e Bragança

O Roda Viva de segunda-feira, dia 17, às 22h10 traz Dom João de Orleans e Bragança. Será muito interessante essa entrevista. Esse ano, o país comemorou os 200 anos da chegada da família real e os 119 anos da Proclamação da República.
Dom João de Orleans e Bragança é o mais conhecido descendente da realeza brasileira, tataraneto de Dom Pedro II e bisneto da Princesa Isabel.
Ele é empresário, fotógrafo, ambientalista e dedica-se a dar palestras sobre o significado e o legado político deixado pela família imperial no Brasil.
Participam como convidados entrevistadores: Ricardo Maranhão, cientista político e doutor em história; professor da universidade Anhembi Morumbi; Guilherme Werneck, diretor de redação da revista Trip; Norma Couri, correspondente da revista portuguesa Visão; Oscar Pilagallo, jornalista. A apresentção é Lillian Witte Fibe.

Faz-se a República que não é "coisa pública"

Hoje "celebramos" o aniversário da República. Há 119 anos. É fato no ensino de História do Brasil de que a instauração da República não trouxe alterações nas dimensões econômica e social e, emconseqüência,não levou o povo à participação política nem à obtenção de frutos do processo econômico.
A questão da repercução da proclamação da República nas demais províncias é um ponto curioso. O Correio do Povo deste dia traz duas fontes que me parece bastante interessante: uma figura mostrando Militares entregam declaração da República ao imperador dom Pedro II; e trecho de um relato publicado no Correio do Povo de 15 de novembro de 1900, no 11º aniversário da Proclamação da República.



Desde o dia 10 de novembro de 1889, chegavam a Porto Alegre noticias alarmantes sobre a situação politica do paiz. Tinham sido recebidos telegrammas annunciando dissenções entre o exército e a possibilidade de abdicação do imperador d. Pedro II, no dia 2 de dezembro.
Á 1 hora da tarde de 15 de novembro começou a notar-se grande movimento na cidade de Porto Alegre. Sabia-se que alguma cousa de importante se passava no Rio. O Banco Inglez apresentara varias modificações na taxa cambial e uma casa commercial recebera telegramma do Rio de Janeiro dizendo: Nem cambio, nem governo. Horas depois espalhava-se a notícia de que o ministro da marinha, barão de Ladário fora assassinado. Começaram a surgir commentarios e o povo, curioso, procurava as redacções dos jornaes á cata de noticias telegraphicas. Subito ouve-se o espoucar de foguetes na porta da typographia da Federação, e uma onda de povo corre para o escriptório da folha republicana. Nesse momento, o dr. Julio de Castilhos saía do escriptório da Federação. Que há? Perguntaram-lhe alguns amigos. – Foi proclamada a Republica no Rio de Janeiro, responde o redactor-chefe da Federação. Momentos depois, enche-se o escriptorio desse jornal; os republicanos da propaganda, Ramiro Barcellos, Julio Pacheco, Sebastião Barros, José Pedro Alves, Dionysio Magalhães, Eduardo Marques, Antonio Gomes de Carvalho, Souza Moura, Antonio Soares Barcellos, Apollinário Porto Alegre e muitos outros abraçam-se alegremente commovidos, dando vivas á Republica. A Federação sem perda de tempo, faz distribuir o boletim seguinte: 'Acabamos de receber este importante telegramma; – 'Rio, 15 de novembro de 1889. – o povo, o exercito e a armada vão instalar um governo provisorio que consulte a nação sobre a convocação de uma constituinte. Erguem-se acclamações geraes á Republica. – Quintino Bocayuva.'
Nota. Consta que, num primeiro momento, o presidente do Estado no regime imperial, sr. Justo Rangel mandou sustar a circulação do telegrama circular de Bocayuva e opunha certa resistência em entregar o governo. Rangel acedeu, ao tomar conhecimento, mais tarde, de que as forças armadas haviam aderido ao movimento republicano e que o Visconde de Pelotas havia sido convidado a assumir a presidência do Estado por meio de telegrama de Benjamin Constant, em nome do Marechal Deodoro.
O Visconde de Pelotas assumiu a Presidência do Estado do Rio Grande do Sul no dia 15 de novembro de 1889.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

África

Muitos brasileiros de hoje descendem de povos africanos. Por isso, conhecer a história da África nos faz conhecer melhor nossa própria história.
O EGITO ANTIGO
A maioria dos egípcios antigos eram africanos e tinham a pele negra ou mulata. O que é mais uma prova contra as pessoas racistas que teimam em dizer que “os negros não foram capazes de formar uma grande civilização”. Acontece que o Egito não foi a única grande civilização da África. Existiram muitas outras.
O REINO NÚBIO
Ao sul do Egito, no começo do rio Nilo numa região chamada Núbia, desenvolveu-se a civilização kush. Seu apogeu se deu por volta de 1700 a.C. A capital era a cidade de Kerma. O povo núbio tinha a pele negra bem escura e recebeu muita influência da cultura egípcia. Mas os túmulos dos seus reis tinham câmaras maiores do que qualquer pirâmide egípcia.
O REINO DE GANA
Os antigos árabes chamava de Sudão uma região africana que fica entre Sahel e a floresta tropical, na costa do atlântico. Tratava de um bom lugar para viver, com água suficiente para plantar e jazidas de minérios de ferro. Por volta do século VIII de nossa era, floresceu o importante reino de Gana.
Os árabes contavam que Gana era tão rica que, no palácio do rei, os cachorros tinham coleiras de ouro. Na capital havia casas de pedra de dois andares, onde moravam os nobres e altos funcionários do Estado. Os mais pobres em cabanas de terra cobertas de palha.
O ISLAMISMO SE ESPALHA
A partir do século VIII d.C., os árabes de religião muçulmana construíram um enorme império que ia do Oriente Médio, passando pelo Norte da África, até alcançar um bom pedaço da Península Ibérica.
No século XI, os muçulmanos conquistaram a capital de Gana. Dessa maneira, o islamismo se espalhou entre os povos negros da África e até hoje marca sua presença no continente.
O GRANDE IMPÉRIO MALI
No século XIII, na região do alto Nilo desenvolveu-se o reino de Mali. A riqueza do Estado de Mali vinha de suas minas de ouro e dos impostos cobrados dos mercadores.
O mais importante mansa (rei) do Mali foi Kango Mussa. Ele mandou trazer grandes sábios árabes para Tombuctu. Essa famosa cidade tinha dezenas de milhares de habitantes e uma das maiores universidades do mundo. Era também um grande centro de comércio internacional. Vendiam-se até livros escritos em árabes que abordavam assuntos como Medicina, Geometria, Religião, Poesia e História.

OS HAUÇAS
A civilização dos hauças começou a ser construída por volta do século XI, no Sudão central. Os hauças eram, na verdade, diversos povos que falavam uma língua semelhante. Eles viviam em cidades-estados localizadas no centro e no noroeste de onde hoje está a Nigéria. Alguns hauças eram seguidores do islamismo.
Os hauças não tinha tradição de guerreiros. Sua principal força estava nos frutos do trabalho. O artesanto era de alta qualidade, vendido até no Norte da África.
No século XVI, o império árabe no Norte da África estava em franco declínio, atacado pelos europeus e pelos turcos. Essa situação provocou a decadência de muitos Estados africanos que viviam do comércio com os árabes. Foi o caso das cidades-estados hauças.
No final do século XVIII, os peules, que viviam no sudeste e sudoeste do Sudão, tomaram as cidades-estados hauças e escravizaram seus habitantes. Os árabes gostavam de escravos hauças porque eles tinham fama de vigorosos e inteligentes. Os hauças também foram vendidos para traficantes portugueses, que os trouxeram até o Brasil.
A ESCRAVIDÃO NEGRA
Os europeus chamavam de Guiné a região relacionada com o golfo da Guiné. Portanto, bem longe de onde hoje está Guiné. Era coberta de florestas tropicais, com clima quente e úmido. Lá se desenvolveram-se importantes civilizações como a dos iorubas, ibos, askans e adjas. Os iorubas viviam no sudoeste da atual Nigéria. Grande parte deles moravam em cidades.
Muitos habitantes do povo ioruba vieram escravizados para o Brasil, a partir do século XVIII. Eram comuns chamá-los de nagôs, embora na verdade os nagôs fossem apenas os iorubas estabelecidos onde hoje está o Benin.
O reino Adomei, também chamado de Daomé, foi fundado no século XVII e atingiu o apogeu no século XIX. Ao contrário de Oio (cidade notável de ioruba), Daomé foi um Estado com poder central muito forte e um exército muito bem organizado.
No final do século XVII, várias aldeias se uniram para formar o reino Ashanti, que enriqueceu capturando pessoas dos povos vizinhos para vendê-las com escravas para os traficantes europeus.
KONGO E NDONGO
O reino de Kongo ocupava uma grande área onde hoje estão o Congo (ex-Zaire) e Angola. A capital era a cidade de Mbanza Kongo, que, no século XVII, tinha mais de 30 mil habitantes. Ao sul existia o reino de Ndongo. O rei de Ndongo tinha o título de ngola, daí a palavra portuguesa Angola.
O MAGNÍFICO ZIMBÁBUE
Ao sul do rio Zambeze, mais ou menos onde hoje estão países como Zimbábue e Moçambique, o povo chona (que fala o idioma banto) construiu diversos reinos, todos eles disputando o controle das rotas de comércio de cobre e de marfim na região. Essas rotas eram importantes, porque chegavam até o litoral leste da África, onde havia presença de comerciantes árabes e indianos.
A COSTA ORIENTAL DA ÁFRICA
No litoral oeste da África, banhada pelo oceano Índico, muitas cidades-estados se desenvolveram em função do comércio internacional. Mercadores árabes e chineses traziam seus produtos em troca de ouro, marfim e cobre.
AS RELIGIÕES DA ÁFRICA
Hoje em dia, muitas pessoas desinformadas ainda acham que todos os africanos seguiam a mesma crença religiosa, vagamente chamada de “macumba”. Havia inúmeras religiões diferentes.
Em Meroe existiam deuses semelhantes aos egípcios e deuses locais, como o deus-leão guerreiro Apedemak.
Muitos povos africanos desenvolviam o culto aos antepassados.
A religião do povo ioruba foi a que mais marcou presença no Brasil, trazida pelos escravos a partir do século XVIII.
Uma parte importante dos africanos acreditavam num único Deus: eles se tornaram muçulmanos. O cristianismo também alcançou a África.
A ÁFRICA E O MUNDO
Hoje em dia, os países da África são pobre e a população passa por grandes necessidades. Parece uma triste ironia da História, pois no passado a África colaborou com o desenvolvimento das civilizações na Europa, na América e na Ásia.

sábado, 1 de novembro de 2008

Instituto Smithsoniano


Instituto Smithsoniano é uma instituição educacional e de pesquisa compreendida em 19 museus e sete centros de pesquisa, administrada e fundada pelo governo dos Estados Unidos, localizados em Washington, DC. Existem milhões de itens em suas coleções.
Para nós professores de História existe muito material riquísimo: uma exposição bicentenário de Lincoln; a rainha da música Latina, Celia Cruz; a história dramática da torcida do destino, alianças estratégicas e violento conflito entre poderosos impérios europeus e os povos nativos que vivem na América do Norte; características históricas para aprender sobre a vida e tempos de George Washington. Tem muita coisa.
Instituto Smithsoniano foi fundada para a promoção e disseminação de conhecimento pelo cientista James Smithson.
Disponível em Instituto Smithsoniano


Saiba mais


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Canal de filmes LavTV

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Charge

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Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui