domingo, 28 de setembro de 2008

Boca de Rua


O Boca de Rua é produzido em Porto Alegre desde 1999 por meninos e meninas de rua. O Boca como é chamado é coordenado pela ONG ALICE (Agência Livre para Infância,Cidadania e Educação). Reinaldo Luiz dos Santos foi morador de rua e hoje atua no Boca como universitário. Esse jornal é inspirado em algumas idéias surgida na Inglaterra. É um dos primeiros jornais vendidos nos metrôs de Londres. Clara Glock, que é uma jornalista que trabalhou por 14 anos na editoria de Cidadania da Zero Hora, visitou Londres e teve a idéia de trazer para o Brasil a experiência. Junto com a Eliane Brum, escrevia para Zero Hora, hoje para a Revista Época, Jaime, que é um dos integrantes do Fórum de Democratização para a Comunicação, e a Rosina Duarte criaram o Boca de Rua. No início tinha cinco componentes. Atualmente, trabalham 30 integrantes da sua parte adulta e 15 crianças e adolescentes que são integrantes do suplemento Boquinha, que a Rosina Duarte coordena. Reinaldo Luiz dos Santos participa do Boca desde de janeiro de 2001. O Boca é mantido por apoio da Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho e a ALICE. As reuniões do Boca são realizadas no Bandejão Popular Gaúcho e os meninos e meninas de rua chegam ao 12h. Lá se encontram eles e fazem as pautas das reportagens para o Boca. Também as reportagens são feitas em praças públicas. O Boca tem um Blog Acesse!!

Oficina de Fotografia

Os alunos de 6ª a 8ª séries foram dia 19 de setembro no Acampamento Farroupilha convidados a participarem da Oficina de Fotografias pelo Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (IGTF). O sr. Manoelito ministrou a oficina ao grupo de alunos da escola Jerônimo de Ornelas acompanhado por prof. Tyrone.
Também ocorreu a mostra de trabalhos dos alunos sobre "Os Símbolos do RS" no Acampamento Farroupilha.

Conteúdo desenvolvido
-Fotografia
Metodologia
-Aulas dialogadas.
-Análise de imagens de jornal.
-atividade em grupos.
Avaliação
-Análise de fotos.
Os alunos no ônibus indo ao Acampamento Farroupilha


Eles em frente ao piquete Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore


Eles em circulo enquanto o prof. Manoelito (à esquerda) palestra.



No final da oficina as avaliações das fotos após a atividade em grupo pelo Acampamento Farroupilha

sábado, 27 de setembro de 2008

Desvende

A primeira fonte iconográfica refere-se uma série de imagens que remonta a época da Revolução Russa. Era o ano de 1917. "Uma manifestação de rua em Nevsky Prospekt logo após o Governo Provisório ter aberto fogo com metralhadoras contra os manifestantes"; "General L. G. Kornilov, acenando à multidão de Moscou, da parte traseira de uma limusine aberta durante a Convocação do Estado sob o clima de vitória do Governo Provisório, entre 12 e 15 de Agosto de 1917"; "econstituição feita em 1920, por ocasião do 3º aniversário da Revolução de Outubro, na qual os bolcheviques representam como foi a tomada do Palácio de Inverno. A ação real ocorreu à noite e não haviam câmeras fotográficas a postos";"Delegados(as) da 1ª Sessão de todos os deputados operários e soldados russos. Foto tirada dentro da Câmara de Duma, no Palácio de Tauride, Petrogrado, Junho de 1917". Essa imagens estão disponíveis no FLICKR, que é um site que partilha imagens fotográficas, segundo Wikipédia (enciclopédia livre).
Disponível em Flickr

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Aula: Hebreus



Estou escrevendo sobre minha aula. Me motivei quando ouvi a frase "para os alunos é muito difícil entender os conflitos no Oriente Médio eu mesma não entendo". Ela mexeu com meus sentimentos. Fiz uma atividade de completar um informe sobre "uma região de conflitos eternos" acompanhado de um mapa da Palestina atual (para que identificasse cidades e países...) para as minhas turmas de 5ª séries. Era a 3ª aula sobre o assunto!
O que se estuda da civilização hebraica? Começamos com os Patriarcas e juízes, a monarquia hebraica, a divisão dos hebreus e a religião. Para o eficaz processo de aprendizagem devemos mostrar ao aluno os problemas no Oriente Médio. Não há como o professor desprezar os conflitos entre judeus e palestinos. Esse assunto está cotidianamente nos noticiários das redes abertas de televisão e em jornais de larga circulação, o que permite ao aluno, MESMO EM ÁREAS MAIS CARENTES, ter contato com eles. E, mais importante, esses povos e essas regiões (os demais estudados)são consideradas "o berço da civilização". O ALUNO DEVE SER CAPAZ DE COMPREENDER PORQUE SÃO ASSIM CONSIDERADAS. Ressalta-se também a importância do estudo dos mapas. O aluno desta faixa etária tem dificuldade em localizar espacialmente, assim como temporalmente, as regiões, países e continentes atuais que correspondem essas áreas.
Estas são as minhas considerações metodológicas e abalos sentimentais em vê que ainda existam pessoas sem fé na nossa juventude atual.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

HISTÓRIANET


Na seção 'Pesquise' você estudante liga-se no site História net. Ele é uma excelente ferramenta escolar. Traz seções de História do Brasil, do Mundo, e da América. Também disponibiliza ao estudante seções com assuntos temáticos, da Arte, Atualidades, Vestibulares, Notícias, Livros Filmes, Mapas, Biografias e Ilustrações.
Os autores do site são Claudio Barbosa Recco Formado em História pela USP e o colaborador Cristiano Rodrigo Catarin Licenciado em História pela UniABC-SP.
ótima dica para fazer excelentes trabalhos. Mas não faça plágio, que é uma apresentação feita por alguém, como de sua própria autoria, de trabalho, obra intelectual etc. produzido por outra pessoa. Imprima, leia, seleciona, resuma...

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Novas seções

Estou inserindo três novas seções no nosso bloguer: 'Fique por dentro', 'filme recomendado', e 'desvende'. O primeiro traz notícias sobre professores, alunos, ensino, história, geografia e literatura. No rodapé do bloguer fique atento que vai aparecendo o assundo seguido da notícia; o segundo é análise de filme (Ensaio sobre a Cegueira); e por fim o último, análise de imagem do passado: desvende se for capaz!!!

Metodologia

Nas minhas aulas tenho o hábito de ser prático. Elas são dialogadas com atividades individuais ou em duplas ou em grupos. A leitura de textos e principalmente de imagens. As pesquisas e a elaboração de registros coletivos e ou individuais. E análise de filmes.
A avaliação que faço compreendem três momentos: conteúdo, atitudes e habilidades. O primeiro a capacidade de compreensão dos conceitos em diversas situações; quanto as atitudes, a observação de opiniões das atividades grupais, nos debates, nas manifestações dentro e fora da sala, nas visitas, passeios, na distribuição de tarefas e responsabilidades, e quanto as habilidades a compreensão das atividades que permiti o debate, o trabalho em equipe, fazer uma pesquisa, utilizar os instrumentos (provas, trabalhos, exercícios, etc.), pensar criticamente.
Me preocupo muito com a metodologia e as avaliações, pois elas são fundamentais para o processo de aprendizagem.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

“Eu Choro”

Publicarei a partir de hoje os trabalhos de avaliações dos alunos na Oficina. O primeiro é de autoria do aluno José Lucas, 6ª Série.


“Eu Choro”

Lutas


Categoria Adulto


Choro porque você partiu.

Choro porque meu amigo subiu.

Choro porque não vejo

mais seus olhos cor de mel.

Doía adeus, agora vai brilhar lá no céu.

Choro quando lembro de você sorrindo,

agora lembro de você quando escuto tiros.

Seu jeito alegre de ser,

meu amigo eu vi você crescer.

Quando entrou nesta vida,

talvez até pensou na sua família,

nas pessoas mais queridas, aquelas

que no seu lado sofriam

e também sorriam.

Eu choro porque você é meu amigo

e morreu na mão de um

bandido com oito tiros, só penso prá que isto.

Neném fique com deus e amém

Adeus Andrius.

Este é o poema que fiz para mostrar

que não estamos nem um

pouquinho felizes, sua família está magoada,

porque a vida é ingrata.

Doía nunca vamos esquecer de você,

porque perto do Dener eu lembro de você.

Abraço do seu amigo José Lucas.

Oficina de Poemas

Neste ano organizei uma Oficina de Poemas com atividades no turno da tarde. O objetivo foi despertar o lado poético ou literário de cada um que está adormecido. Foram sete encontros. Convidei a escritora e poetisa Altamira Bataglia Medina, autora de livros, a ministrar aos meus alunos.
O conteúdo desenvolvido
30/06 – Tarde
INTRODUÇÃO AO POEMA
Altamira Bataglia Medina, poetisa e escritora
07/07 – Tarde
A VIDA DOS POETAS: Mário Quintana e Vinícius de Moraes
Tyrone Andrade de Mello, Professor de História da E.E.E.F. Jerônimo de Ornelas
14/07 - Tarde
CRIAÇÃO DE POEMAS I
Altamira Bataglia Medina, poetisa e escritora
04/08 - Tarde
CRIAÇÃO DE POEMAS II
Altamira Bataglia Medina, poetisa e escritora
11/08 - Tarde
14º CONCURSO LITERÁRIO MANSUETO BERNARDI - 2008
Altamira Bataglia Medina, poetisa e escritora
18/08 - Tarde
FILME: SOCIEDADE DOS POETAS MORTOS
Tyrone Andrade de Mello, Professor de História da E.E.E.F. Jerônimo de Ornelas
25/08 - Tarde
AVALIAÇÃO DO POEMA
Altamira Bataglia Medina, poetisa e escritora

Horário do curso
Segundas à tarde 15h10mim às 16h10mim)
Inscrições: encerradas (foram feitas na sala de aula)
Investimento: R$0,00 (somente para os alunos da escola)
Vagas: 20
Local do evento: Escola Estadual de Ensino Fundamental Jerônimo de Ornelas
Certificado: Exige-se 75% da presença
Coordenação: Professor Tyrone Andrade de Mello

Piquete Jerônimo de Ornelas

Gostaria aqui de mencionar mais um fundador do nosso piquete Jerônimo de Ornelas, a professora Anajara. Ela não pôde ficar para a sessão de fotos, pois tinha compromisso em outra escola onde leciona. Fica aqui registrado o nome desta grande batalhadora e educadora, professora comprometida com o ato de ensinar.

Aproveitando... fiquei pensando de escrever ou não sobre o significado de piquete. Bem,na época, essa palavra se referia a um pequeno potreiro que, perto de uma habitação, é usado para recolher animais utilizados em serviços diários. Atualmente, a palavra se refere a uma reunião de famílias onde se mateia, conta causos, come um bom de um churrasco...

domingo, 21 de setembro de 2008

Atividades lúdicas

Semana passada passei uma atividade aos meus alunos. Essa atividade foi para os alunos de 6ª a 8ª e está dividida em dois momentos.
No primeiro momento: Dividi a turma em grupos, no mínimo quatro, e deverão responder seis perguntas:
1)Quantos candidatos a Prefeitura de Porto Alegre estão concorrendo nas eleições municipais de 2008? Quais são eles? (escrever a legenda e partido)
2)Quais os números de cadeiras de vereadores na Câmara Municipal?Cite um vereador que está disputando uma cadeira a Câmara Municipal de cada partido!!
3)Quais as funções dos cargos de Prefeito e vereador?
4)Quais os planos de governo de cada um de todos os candidatos à Prefeitura?
5)Quais os planos de governo dos vereadores (um vereador de cada partido!!)
6)Quais os principais problemas da cidade de Porto Alegre?
Num segundo momento: cada grupo será um partido político. Deverão criar um nome e legenda para o partido. Dentro do grupo, um aluno deve ser candidato a Prefeito, dois vereadores, e um deve ficar como assistente para cuidar da agenda, marketing, etc. Deverão fazer um plano de governo (Prefeito e Vereador).

Piquete Jerônimo de Ornelas

Dia 19 de setembro de 2008 foi fundado o piquete da Escola Estadual de Ensino Fundamental num espaço que não estava sendo usado no antigo pavilhão de madeira.



Inauguração de abertura do piquete.


Todos os professores fizeram um Pé de meia colaborando para um churrasco aos alunos.



A assinatura dos fundadores.







Revolução Farroupilha

Ontem foi mais um 20 de Setembro e ficamos pensando se nos dias de hoje não nos falta um pouco de força dos ideais farrapos. Pelo menos é assim que meus sentimentos atávicos se manifestam quando chega nesta data comemorativa. Cada ano que se passa fica difícil compreender o significado da Revolução Farroupilha. Ela foi uma revolução? No contexto das rebeliões ocorridas durante a Regência em diferentes províncias não foi; nem numa luta de dez anos contra a monarquia lusa; nem contra a centralização política e administrativa; menos ainda em optar por idéias republicanas. Que revolução foi esta?
Este acontecimento político marcou nossa história e que tornou um marco de referência para nossa identidade.
Na bela melodia do Hino Rio-grandense poucos sabem que foi de autoria de um negro, o maestro mineiro Joaquim José de Mendanha, que estava no RS à época farroupilha e se fixou depois em Porto Alegre. Já a letra de Francisco Pinto da Fontoura vem sendo cantada com pequena adaptação para a visão negra: "Povo que é lança e virtude/a clava quer ver escravo". Também uma estrofe inteira foi suprimida pela lei estadual de 5 de janeiro de 1966 a mesma lei que o substituiu como um dos símbolos do estado: "Entre nós reviva Atenas/Para assombro dos tiranos/sejamos gregos na glória/ e na virtude romanos".
É com amor, orgulho e honra que nós dizemos que somos gaúchos e é com a nossa memória e nossas festividades que a cada ano reverenciamos a luta farroupilha com liberdade, igualdade e humanidade. Sabemos pelejar e olhar o horizonte firme e determinado que nos lembra os ideais farrapos.


Batalhados farrapos, óleo de Washt Rodrigues

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Independência do Brasil


Na Semana da Pátria trabalhei com os alunos da 7ª Série o contexto histórico do Hino Nacional.A imagem de d. Pedro I desembainhando a espada no alto do Ipiranga é uma das representações mais populares da História o Brasil. Ainda: na primeira linha, a letra do hino nacional menciona o Ipiranga. É justamente a independência o foco da primeira parte do hino. Seria uma tentativa de resgatar a idéia de uma nação que estaria se formando desde 1822. Mas esta representação não foi a única. Os jornais da época, que ensaiaram as primeiras narrativas sobre a Independência do país, não tiveram qualquer menção à data de 7 de Setembro. Também trabalhei com imagem: Debret, que retrata a aclamação de d. Pedro I como imperador do Brasil em 12 de outubro de 1822.

Memorial do Jerônimo de Ornelas

A Escola Estadual de Ensino Fundamental Jerônimo de Ornelas fez 50 anos em agosto (dia 11) e sendo hábito docente fiz uma avaliação de trabalho de pesquisa histórica por meio da história oral. Foi feito pôster gigante contando a história do colégio. Também foi feito um museu com objetos antigos como revistas, jornais, máquina de escrever, fotografias antigas, etc. com ambiente sonorizado de trechos da rádio Nacional.


video

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Acampamento Farroupilha

Tenho como hábito docente levar os meus alunos a desenvolverem pôsteres temáticos. Para este ano trabalhei com os símbolos do Rio Grande do Sul e outros fatos importantes da história do RS com eles. As avaliações de trabalhos serão expostas no Acampamento Farroupilha. Os alunos da 5ª Série pesquisaram como era no passado o atual Estado do RS com foco na economia, o ensino, as principais cidades; já os da 6ª Série pesquisaram a flor Brinco-de-Princesa, a ave Quero-quero, a marcela, a erva mate, o churrasco, o chimarrão, o brasão; e finalmente com as séries 7ª e 8ª a bandeira, o hino, os Lanceiros Negros, a linha do tempo.

Canal de filmes LavTV

Canal de filmes LavTV
filmes 24 horas

Charge

Charge

charge

charge

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

Charge: Latuff e o massacre no Pinheirinho*

A história secreta da Rede Globo

Resuno do documentário: Beyond Citizen Kane (no Brasil, Muito Além do Cidadão Kane) é um documentário televisivo britânico de Simon Hartog produzido em 1993 para o Canal 4 do Reino Unido. A obra detalha a posição dominante da Rede Globo na sociedade brasileira, debatendo a influência do grupo, poder e suas relações políticas. O ex-presidente e fundador da Globo Roberto Marinho foi o principal alvo das críticas do documentário, sendo comparado a Charles Foster Kane, personagem criada em 1941 por Orson Welles para Cidadão Kane, um drama de ficção baseado na trajetória de William Randolph Hearst, magnata da comunicação nos Estados Unidos. Segundo o documentário, a Globo emprega a mesma manipulação grosseira de notícias para influenciar a opinião pública como o fez Kane. O documentário acompanha o envolvimento e o apoio da Globo à ditadura militar, sua parceria ilegal com o grupo americano Time Warner (naquela época, Time-Life), a política de manipulação de Marinho (que incluíam o auxílio dado à tentativa de fraude nas eleições fluminenses de 1982 para impedir a vitória de Leonel Brizola, a cobertura tendenciosa sobre o movimento das Diretas-Já, em 1984, quando a emissora noticiou um importante comício do movimento como um evento do aniversário de São Paulo e a edição, para o Jornal Nacional, do debate do segundo turno das eleições presidenciais brasileiras de 1989, de modo a favorecer o candidato Fernando Collor de Mello frente a Luis Inácio Lula da Silva), além de uma controvérsia negociação envolvendo acções da NEC Corporation e contratos governamentais. O documentário apresenta entrevistas com destacadas personalidades brasileiras, como o cantor e compositor Chico Buarque de Hollanda, os políticos Leonel Brizola e Antônio Carlos Magalhães, o publicitário Washington Olivetto, os jornalistas Walter Clark, Armando Nogueira, Gabriel Priolli e o atual presidente Luis Inácio Lula da Silva. O filme seria exibido pela primeira vez no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro do Rio de Janeiro, em março de 1994. Um dia antes da estréia, a polícia militar recebeu uma ordem judicial para apreender cartazes e a cópia do filme, ameaçando em caso de desobediência multar a administração do MAM-RJ e também intimidando o secretário de cultura, que acabou sendo despedido três dias depois. Durante os anos noventa, o filme foi mostrado ilegalmente em universidades e eventos sem anúncio público de partidos políticos. Em 1995, a Globo tentou caçar as cópias disponíveis nos arquivos da Universidade de São Paulo através da Justiça Brasileira, mas o pedido lhe foi negado. O filme teve acesso restrito a essas pessoas e só se tornou amplamente vistos a partir da década de 2000, graças à popularização da internet. A Rede Globo tentou comprar os direitos para o programa no Brasil, provavelmente para impedir sua exibição. No entanto, antes de morrer, Hartog tinha acordado com várias organizações brasileiras que os direitos de televisão não deveriam ser dados à Globo, a fim de que o programa pudesse ser amplamente conhecido tanto por organizações políticas e quanto culturais. A Globo perdeu o interesse em comprar o programa quando os advogados da emissora descobriram isso, mas o filme permanece proibido de ser transmitido no Brasil. Entretanto, muitas cópias em VHS e DVD vem circulando no país desde então. O documentário está disponível na Internet, por meio de redes P2P e de sítios de partilha de vídeos como o YouTube e o Google Video (onde se assistiu quase 600 mil vezes). Contrariando a crença popular, o filme está disponível no Brasil, embora em sua maioria em bibliotecas e coleções particulares.

A história e os aspectos do racismo pelo mundo

Sinopse da Série: Como parte da comemoração do bicentenário da Lei de Abolição ao Tráfico de Escravos (1807), a BBC 4, dentro da chamada "Abolition Season", exibiu uma série composta por três episódios, independentes entre si, abordando a história e os aspectos do racismo pelo mundo. São eles: "A Cor do Dinheiro", "Impactos Fatais" e "Um Legado Selvagem". Episódio 1 A Cor do Dinheiro: O programa examina as atitudes de alguns dos grandes filósofos em relação às diferenças humanas, incluindo a abordagem das implicações dos dogmas do Velho Testamento acerca dos atributos das diferentes raças, especificamente "A Maldição de Cam". Analisa a fracassada experiência democrática da Serra Leoa, a Revolução do Haiti, a primeira revolução escrava bem sucedida da história, demonstrando como ele passou da colônia mais rica das Américas ao país mais pobre do hemisfério norte. Este episódio trata, ainda que de forma superficial, da chamada "democracia racial" brasileira. Por fim, conclui-se que a força motriz por trás da exploração e escravização dos chamados "povos inferiores" foi a economia, e que a luta para apagar e cicatrizar os feitos e legados deixados pelo sistema escravocrata ainda continua. Episódio 2 Impactos Fatais: É a mais superficial das diferenças humanas, tem apenas a profundidade da pele. No entanto, como construção ideológica, a ideia de raça impulsionou guerras, influenciou a política e definiu a economia mundial por mais de cinco séculos. O programa aborda as teorias raciais desenvolvidas na era vitoriana, a eugenia, o darwinismo social e o racismo científico, desenvolvendo a narrativa a partir da descoberta dos restos mortais encontrados no deserto da Namíbia pertencentes às primeiras vítimas do que ficaria conhecido como campo de concentração, 30 anos antes de o nazismo chegar ao poder na Alemanha. Tais teorias levaram ao desenvolvimento da Eugenia e das políticas raciais nazistas. O documentário sustenta que os genocídios coloniais, o campo de morte da ilha de Shark, a destruição dos aborígenes tasmanianos e os 30 milhões de indianos vítimas da fome, foram apagados da história da Europa, e que a perda desta memória encoraja a crença de que a violência nazista foi uma aberração na história daquele continente. Mas que, assim como os ossos ressurgidos no deserto da Namíbia, esta história se recusa a ficar enterrada para sempre. Episódio 3 Um Legado Selvagem: O programa aborda o cruel legado deixado pelo racismo ao longo dos séculos. Iniciando pelos EUA, berço da Ku Klux Klan, onde o pesquisador James Allen, possuidor de vasta coleção de material fotográfico e jornalístico sobre linchamentos, defende que há um movimento arquitetado para apagar a mácula racial da memória do país. A seguir, remonta à colonização belga do Congo, por Leopoldo II, onde os negros que não atingiam a quota diária de borracha tinham a mão direita decepada. O documentário trata ainda da problemática racial na África do Sul (Apartheid) e Grã-Bretanha, abordando a luta do Movimento pelos Direitos Civis nos EUA e a desconstituição do mito da existência de raças.

Os Maias e as Profecias do Juízo Final Parte 01 de 05

Resumo:Nossos dias estão contados, preparem-se para o juízo final. Conheçam o templo sagrado de uma civilização perdida e conheçam a verdade sobre a profecia maia. Os maias realmente enxergavam o passado e o presente com precisão extraordinária? A data exata do nosso fim estaria oculta em seus antigos textos? O tempo está se esgotando, a contagem regressiva começa agora. \

BATALHAS LENDÁRIAS: JOSUÉ, A MATANÇA ÉPICA

Resumo do documentário: Na sua primeira batalha para conquistar a Terra Prometida, as forças especiais de Josué infiltraram-se de forma secreta e destruíram Jericó desde dentro apesar de as suas muralhas serem consideradas impenetráveis. Os espias de Josué contaram com a ajuda de Rajab. Enquanto os exércitos de Josué rodeavam a cidade amuralhada, os Israelitas introduziram-se sigilosamente na casa de Rajab. Uma vez que conseguiram introduzir quarenta soldados, Josué e o resto do exército, que esperavam fora da cidade, tocaram os trompetes e atacaram. Os quarenta soldados apanharam a cidade completamente de surpresa e conquistaram-na. Apenas Rajab salvou-se do banho de sangue que percorreu Jericó inteiro.

África - uma história rejeitada

Documentário: A História Oculta do Terceiro Reich

Descrição: A fascinação de Hitler com a ascensão e queda da "raça ariana", a sua obsessão com a ordem e a disciplina, e seus messiânicos planos de controle total do mundo... desde as origens ocultas do Nazismo até a morte de seu mentor Adolf Hitler, a ascensão da doutrina do "Nacional Socialismo" foi construída tendo como base um mundo de sinistros acontecimentos e crenças, construído através da propaganda política e manipuladora. Agora, utilizando filmagens recentemente descobertas, este documentário explora este incrível fenômeno acontecido na Alemanha, durante as décadas de 30 e 40, e que deu origem à Segunda Guerra Mundial. Pela 1.a vez os assustadores rituais e crenças do nazismo, como a origem da cruz suástica e a construção do Holocausto, são explorados e desvendados para o público em 3 documentários sobre os segredos do terceiro Reich e que também descortinam o PAPEL FUNDAMENTAL DO MISTICISMO na doutrina extremamente racista de Adolf Hitler, notadamente os escritos de Madame BLAVATSKY (Teosofia), Guido von Lista (Ariosofia) e Jorg Lanz (Teozoologia).

A SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO DE PIERRE BOURDIEU

No vídeo abaixo podemos entender melhor as idéias de Bourdieu sobre a escola. O vídeo foi produzido pela Univesp TV para o Curso de Pedagogia da Universidade Virtual do Estado de São Paulo. O artigo abaixo destaca as contribuições e aponta alguns limites da Sociologia da Educação de Pierre Bourdieu. Na primeira parte, são analisadas as reflexões do autor sobre a relação entre herança familiar (sobretudo, cultural) e desempenho escolar. Na segunda parte, são discutidas suas teses sobre o papel da escola na reprodução e legitimação das desigualdades sociais. Para ler o artigo clique aqui